Autor: diogo.almeida1979

  • TV Mundo Bola entrevista: Carol Rocha e Thiago Senninha, do grupo Flamengo da Gente

    A TV Mundo Bola conversará com o grupo Flamengo Da Gente, neste sábado, dia 23, às 19h.

    Hoje entrevistamos Thiago Senninha e Carol Rocha, do Flamengo da Gente, grupo que em 2019 lançou manifesto cobrando transparência do Flamengo nas investigações da Tragédia do Ninho.

    O grupo é formado por sócios, conselheiros e torcedores que lançaram a campanha “Nós Não Esquecemos”, ainda no ano passado, causando divergências com o clube. Mais recentemente o Flamengo da Gente bateu de frente com a atual gestão ao não apoiar o retorno de atividades no Ninho do Urubu, diante do avanço da COVID-19, além de criticar o encontro de Rodolfo Landim e Jair Bolsonaro na última terça feira.

    Na tarde do dia 22, o grupo publicou em suas mídias uma série de questionamentos acerca da aproximação da diretoria com o presidente da República e da volta aos treinos em meio a pandemia.

    Veja também: TV Mundo Bola: Diplomatas do Mengão, com Marcelo Hallais

    Nesta última semana o Brasil tornou-se o mais novo epicentro da pandemia do novo coronavírus no mundo. Desde que a Organização Mundial da Saúde decretou o alerta sobre a doença e os gravíssimos efeitos na população, países reagiram de diferentes maneiras.

    O Brasil tem mais de 20 mil mortes e 270 mil contaminados, sem levar em conta as subnotificações. No Flamengo, o massagista Jorginho, funcionário mais antigo do departamento de futebol morreu por causa da covid-19.

    Vamos falar disso tudo e mais um pouco: a tragédia do Ninho, a democratização das eleições do Flamengo, a popularização do sócio-torcedor, e até a luta para a manutenção da memória do atleta Stuart Angel, morto pela ditadura, e que a atual diretoria parece desconsiderar. 

    A entrevista poderá ser acompanhada aqui no Mundo Bola a partir das 19 horas, ou acessada após a transmissão no canal da TV Mundo Bola.

  • TV Mundo Bola: Diplomatas do Mengão, com Marcelo Hallais

    No primeiro vídeo da TV Mundo Bola pela série Diplomatas do Mengão, conversamos com Marcelo Hallais, um dos fundadores da Fla Miami, Embaixada criado em 2019 com sede na Flórida, Estados Unidos.

    Hallais explicou o desenvolvimento da criação do núcleo dos torcedores rubro negros no estado norte-americano, surgindo a partir de encontro familiares e amigos moradores da região. Como o próprio Marcelo indica, a Fla Miami faz parte de um grupo de 25 embaixadas flamenguistas fora do Brasil, com atuações sociais e colaborando inclusive como fluxo de informações para jogadores de base que possam despertar o interesse da Gávea, através do Consulado e Embaixadas.

    Além da ligação na seara esportiva, Hallais aponta que Fla Miami também se envolveu na campanha SOS Favela arrecadando, junto com as demais embaixadas, mais de mil cestas básicas para doação no Rio de Janeiro.

    Veja também: Pelaipe alfineta Bap e revela motivo de sua saída do Flamengo: ”Skinner me boicotou”

    Hallais defendeu a importância das embaixadas dada a dimensão da Nação (que em sua imensa maioria está fora do Rio de Janeiro) organizando encontros coletivos para as partidas e discussão sobre o Flamengo. Lucas Quinan, presidente da Fla Miami, comentou em chat que na Final da Libertadores de 2019 a sede da Fla Miami recebeu cerca de 600 pessoas.

    Sobre os problemas de organização e contato com a instituição, Hallais apontou como o contato com Maurício Gomes de Mattos, VP de Consulados e Embaixadas, se mostra significativo para a proximidade com o Flamengo. Ele também´aponta que apesar do reconhecimento do Flamengo quanto às Embaixadas, os portais oficiais não fornecessem rápido acesso a essas informações, que podem colaborar com torcedores que transitam dentro e fora do Brasil sem perder o contato com demais torcedores.

    Na Fla Miami há a definição de pessoas que cuidam das mídias, pelo estoque de produtos e pela organização para a transmissão, às vezes problemática, das partidas do Flamengo. Quinan indicou que dentre os mais de 200 membros da Fla Miami, 60 deles sócio torcedores.

    Com a Fla Miami Network, a embaixada criou um rede para auxiliar pequenos empreendedores e autônomos na pandemia, para divulgar seus serviços e produtos, fortificando as ações sociais do grupo e internacionalizando a marca do Flamengo.

    Veja também: Nos Estados Unidos, torcedores se unem para acompanhar e divulgar o Flamengo

    E com o cenário da pandemia pelo COVID-19, Hallais sinalizou que, mesmo com o processo de reabertura dando os primeiros passos na Flórida, a Fla Miami se mantém fechada e que pessoalmente não vê a volta do futebol no Brasil como algo próximo.

    Mesmo com a perda de receita com os estádios vazios na provável volta do esporte, Hallais defende que mecanismos para atrair os torcedores off-Rio seria útil para manter o Flamengo nos holofotes e fidelizar ainda mais a torcida. Em suma, a Fla Miami, como finaliza Marcelo Hallais, é um exemplo de união entre torcedores que se ajudam através de uma paixão em comum.

    Assista e se inscreva no canal!

    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação / FlaMiami

  • Pelaipe alfineta Bap e revela motivo de sua saída do Flamengo: ”Skinner me boicotou”

    Um dia antes da reapresentação do Flamengo para a temporada de 2020, Paulo Pelaipe, que era gerente de futebol do clube, foi informado de sua demissão por e-mail. Para seu lugar, Gabriel Skinner, que já havia trabalhado no rubro-negro foi escolhido, e em entrevista ao canal Venê Casagrande nesta quinta-feira (21), Pelaipe afirmou que a decisão de Skinner assumir, foi o motivo de sua saída do Mais Querido.

    O primo do Bap (VP de Relações Externas do Flamengo), Gabriel Skinner, me boicotou para eu sair. Saiu do Criciúma rapidamente e só consegue trabalhar no Flamengo. Ele só vai se tornar gerente de gutebol se o primo dele (Bap) der uma canetada. Capacidade não tem“.

    Pelo Flamengo, Pelaipe conquistou uma Copa do Brasil (2013), um Brasileiro (2019), uma Libertadores (2019) e dois Campeonatos Carioca (2014) e (2019). O profissional trabalhou no clube da Gávea ainda na gestão Eduardo Bandeira de Mello pela primeira vez, e retornou na administração de Rodolfo Landim.

    Futuro no São Caetano não deu certo

    Depois de deixar o Flamengo, Pelaipe assumiu o São Caetano. E no início da noite desta quinta, o clube do ABC paulista anunciou a saída do executivo.

    A Associação Desportiva São Caetano informa que Paulo Pelaipe não é mais o nosso executivo de futebol. Desejamos boa sorte ao profissional em seus próximos trabalhos e agradecemos pelos serviços prestados durante os últimos meses.

    Período em que precisou lidar com as consequências da Covid-19, que também afetaram o nosso Clube. Márcio Griggio, que atuava como diretor de futebol da Base, responderá neste primeiro momento pelas funções que pertenciam a Paulo Pelaipe.”

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Bvoy e Luci podem formar a botlane do Fla no 2º Split

    Com o fim do primeiro split do CBLOL, as costumeiras movimentações na janela de transferência começaram a tomar forma, e um dos rumores mais interessantes envolve o Flamengo eSports, o retorno de Luci e uma botlane “dos sonhos” sendo formada.

    O rumor começou quando o suporte Luci, que está afastado do time por problemas pessoais, começou a jogar em dupla com frequência no servidor coreano com o atirador Bvoy, que é declaradamente seu amigo pessoal. As partidas em dupla são muito utilizadas por jogadores na intertemporada para conhecer seus novos parceiros, então supõe-se que o jogador retornará ao Brasil juntamente com seu amigo para reformular a rota inferior do Flamengo.

    Porém, um problema nessa movimentação era o destino do topo WooFe, pois o Flamengo esbarraria no limite de estrangeiros para compor o time. Um leaker, que ficou famoso na comunidade por ter acertado as contratações da ultima janela de contratações, utilizou seu twitter na noite de ontem para indicar que o caminho tomado pela direção seria justamente trocar o topo, destaque do time na primeira etapa, pelo atirador:

    https://twitter.com/menosesports/status/1263342578520424451
    https://twitter.com/menosesports/status/1263343775688122368
    https://twitter.com/menosesports/status/1263341446888751104

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  • TV Gazeta vai transmitir o tricampeonato brasileiro do Flamengo no próximo domingo

    Já é sabido que algumas emissoras de TV estão investindo em reprises de jogos históricos para poder abastecer os fanáticos por futebol nessa quarentena. No último domingo (17), o jogo entre Flamengo x River Plate na final da Copa Libertadores do ano passado superou as expectativas da TV Globo.

    Visto isso, emissoras menores estão vendo o Flamengo como uma boa oportunidade de alavancar os números no Ibope. E, no próximo domingo (24), a TV Gazeta vai transmitir a final do Campeonato Brasileiro de 1983 entre Flamengo e Santos, o jogo que decretou o tricampeonato do Mengão, por 3 a 0, sobre o alvinegro praiano. O início da transmissão será às 21h, dentro do tradicional programa dominical “Mesa Redonda”. Flamengo 3-0 Santos foi a partida com o maior público na história do Campeonato Brasileiro; 155 mil pessoas estavam presentes para ver os gols de Zico, Leandro e Adílio.

    Na ida, o Flamengo acabou perdendo por 2 a 1, Pita e Chulapa fizeram os tentos santistas; Baltazar anotou o gol do Flamengo.

    A TV Gazeta é fundamentalmente paulista, nos últimos finais de semana ela transmitiu jogos dos quatro grandes de São Paulo, reforçando esse fato. O que chama atenção, já que o Flamengo venceu o Brasileirão sobre um time paulista.

    Você pode sintonizar em todo o país pelo site da emissora e por antenas parabólicas. Já por TV a cabo, ela pode ser sintonizada pela Vivo TV no canal 518 e na Net/Claro pelos canais 187 e 687. (A TV a cabo não cobre todo o Brasil, verifique sua grade).

    Créditos de imagem destacada: (Foto: Marcus Ottoni/CB/D.A Press)

  • Atacante Anderson Silva elogia Jorge Jesus

    Jogador do FC Famalicão, clube da Primeira Liga, revela ainda a motivação para manter a forma

    O atacante Anderson Silva não para. Mesmo respeitando a quarentena devido a pandemia do novo coronavírus, ele tem trabalhado todos os dias para manter a forma e aguardar o retorno das atividades. O jogador do futebol português comparou o que aprende no país com o Flamengo de Jorge Jesus.

    “O futebol aqui é muito mais forte na parte tática e exige mais o físico. Continuo sendo cobrado para decidir e fazer gols, mas agora também preciso marcar o zagueiro adversário e impedir que ele saia com a bola. Assistindo a alguns jogos do futebol brasileiro, vejo que não é tão diferente assim. O Jorge Jesus pede aos atacantes do Flamengo que façam a mesma coisa”, explicou.

    Veja também: Flamengo e Alemanha: uma história cinquentenária

    Com sete gols na temporada, Anderson Silva passa por uma temporada de consolidação em sua chegada a Europa. Ele deixou o Guarani em 2017 direto para o futebol profissional no velho continente. Como resultado, tem amadurecido de forma tática e técnica no futebol europeu. Portugal tem mantido a pandemia sob controle, e deve retornar aos trabalhos no dia 5 de junho até lá, é manter os exercícios em dia.

    “A minha motivação tem que ser todos os dias. Agradecer pela saúde, que é o mais importante, em questão de jogos. Temos que esperar para acabar tudo para todos nós ficarmos bem e retomarmos a fazer o que gostamos”, revelou o atacante.

    O Famalicão é sétimo colocado na Primeira Liga. Na equipe, Anderson Silva atua com Racine Coly, lateral-esquerdo da seleção do Senegal, e Nehuén Perez, zagueiro da seleção argentina.

    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação

  • Flamengo e Alemanha: uma história cinquentenária

    O percurso do Flamengo contra clubes europeus começou bem antes de 1981. Mais precisamente em seis de junho de 1948, o Mais Querido enfrentou o inglês Southampton, perdendo pelo placar de 3×1, mas no ano seguinte venceu o também inglês Arsenal pelo mesmo placar.

    Porém, na história do Flamengo o ano de 1954 chama atenção no que toca os amistosos internacionais do Rubro-Negro, que formou um capítulo na curiosa relação entre a Gávea e o futebol alemão. Naquele ano o Flamengo enfrentou sete clubes germânicos em uma “turnê” de amistosos, algo comum naquela época, mas impensável nos dias atuais.

    Veja também: Emoção no Maracanã: um Brasil x Alemanha com meio time do Flamengo

    A primeira partida ocorreu em 11 de abril contra o Eintracht Frankfurt em um empate de 1×1. No mesmo mês, nos dias 24 e 25, empates 2×2 marcaram as partidas contra o Nürberg e Stuttgart, respectivamente. No mês de maio, o Flamengo perdeu para o Saarbrücken por 4×3, derrotou o Reutlingen por 3×0, empatou em 1×1 com o Hamburgo e finalizou o circuito germânico vencendo o Werder Bremen por 4×1. No total, o rubro negro somou duas vitórias, quatro empates e uma derrota.

    Flamengo x Eintracht Frankfurt (1980)

    Depois de 1954, várias partidas marcaram o reencontro flamenguista com o futebol germânico. Em 1960, o Mais Querido empatou com o Alemannia Aachen (5×5), venceu o Rot-Weiss (2×1), em 1964 venceu o Bayern Hof (2×1), e enfrentou novamente o Alemannia Aachen, dessa vez com vitória (1×0).

    Os anos de 1980 foi marcado pelo reencontro com o Eintracht Frankfurt com vitória (3×1) apenas seis dias após a conquista do primeiro Campeonato Brasileiro. Gols de Zico, Nunes e Andrade . Além disso houve o duplo enfrentamento contra o Bayer Leverkusen, somando um empate e um êxito (1×1-1×0) em 1988. No ano seguinte, o Flamengo enfrentou o emblemático Saint Pauli, clube reconhecido por sua militância antifascista, somando mais um triunfo rubro negro (2×0), e derrotou o Hamburgo em seguida (3×1).

    1991 marca a maior derrota contra os clubes alemães, 5 a 1 contra o Stuttgart. Mas no mesmo ano o Flamengo venceu o Fortuna Düsseldorf (4×0) e perdeu para o Nürnberg (2×1). O Borussia Dortmund empatou com o Mais Querido em 1996 (1×1). Mas vale destacar a partida de 1994, pela final do Torneio Internacional de Kuala Lumpur, em que o Flamengo venceu o Bayern de Munique por 3 a 1.

    O vínculo “Flalemanha” teve ainda três partidas entre o clube e a seleção alemã. A primeira em 1964 com uma goleada de 5×1 contra a Alemanha Oriental, e em 1967, dessa vez com uma derrota de 4×2. Nesse mesmo ano, o Flamengo perdeu por 1×0 para a Seleção Olímpica da também Alemanha Oriental.

    Veja também: Campeão da Libertadores e Brasileiro pelo Fla, Rafinha conta peculiaridades de como era a vida na Alemanha

    Em 2014, no famigerado 7 a 1, a seleção alemã atropelou o Brasil usando o segundo uniforme, uma camisa rubro negra inspirada no Manto. O capitulo mais recente nessa longa história foi na Flórida Cup em 2019, torneio amistoso, em que o Flamengo enfrentou o Eintracht pela terceira vez e venceu por 1×0. A vitória sobre um time alemão foi o primeiro passo daquele que foi um ano histórico!

     

    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Reprodução

  • Chegou

    Substantivo feminino. Apego exagerado a um sentimento ou a uma ideia descabida. No dicionário, isto é obsessão. Na prática, trata-se de um desejo com intensidade incalculável, para o qual nos sujeitamos a situações sequer cogitáveis na normalidade.

    O papel explica, mas não ensina. E nós só aprendemos, de fato, quando nos vemos obsecados por algum objetivo.

    A obsessão não é apenas a Libertadores, mas também é como ela. Em ambas, aprendemos seus respectivos significados quando as sentimos. O futebol, palavra deste mesmo seleto grupo, torna-se inexplicável a partir do momento em que sentimentos tão iguais se antagonizam e tornam uma energia inicialmente tão pura em algo carregado, pesado. Quando quer, ele é maquiavélico, fantasmagórico, doído.

    O flamenguismo, bem como a obsessão rubro-negra, se diminuía a cada vez que se via diante da busca por aquela taça. Aquela, só levantada por Zico num time imortal, capaz de sobrepor qualquer folclore ou maldição. Mesmo com a primeira participação cumprindo os requisitos para amolecê-la, o tempo fez com que ela nos intimidasse, diminuísse, pisasse. Nosso orgulho, na maioria dos casos, impedia a constatação óbvia, mas vamos falar baixinho aqui: era doloroso ver um colosso se passar por apenas mais um medíocre em meio à guerra.

    Veja também: A mais bela lembrança guardada em meio ao terror

    Nosso lugar nunca deve ser no meio do fogo cruzado. Nascemos para atirar e resistir.

    Tal time imortal, capaz até de levantar tal taça, trazia um misto de nostalgia com a melancolia por não chegar perto de viver tudo novamente. E, assim, criou-se a maior obsessão que poderíamos ter: o Flamengo de volta.

    A maior concentração existente de um sentimento tão natural não pode ser uma estranha perante a Taça mais humana da Terra.

    Se fora do plano físico, o Flamengo é sempre o mesmo, no sentido de nos tornar maiores apenas ao lembrarmos sua existência, dentro de campo havia uma dívida, ou uma encomenda. O “Flamengo de volta” passa por inúmeros fatores, mas o atalho para apressar a entrega passa pela maldita Taça. Com ela em mãos, há o povo na rua, o morro em festa, o chão tomado pelo sentimento mais puro de alegria a uma Nação que se vê parte daquilo e, mesmo que precise desenhar pro Cristo ver, deixa claro que jogará junto pela Copa até o fim.

    Pra quem o leva como sentido da vida, o Flamengo com a Taça era a explicação de que viver vale a pena.

    Após uma certa noite de agosto, ao fim de uma disputa por pênaltis, um e-mail dos Correios chegou em nossa caixa de entrada. Aquela encomenda, antes travada, quase extraviada, acabara de sair da distribuidora.

    Veja também: Dormir, acordar, estar em pé

    Esta demora pode ser causa da constante confusão na troca entre destinatário e remetente. Sabe-se lá quem enviou pra quem. Talvez por isso o nome Gabriel tenha aparecido na carta.

    Não é engano. Não agora. Há vida, há volta.

    A campainha toca, é o carteiro. Careca, de barba, bigode e nome exótico: Javier Horácio. Curioso aparecer aqui logo num sábado à noite. 

    Corro pra atender, mas caio chorando num chão molhado pela chuva carioca. Nem quero levantar.

    O Flamengo de volta está entregue. E assinado.

    A vida vale a pena.

    Saudações,
    Twitter: @_LeoLealC

  • Reprise de Flamengo x River na Globo ultrapassa audiência no Rio de jogos históricos da Seleção Brasileira

    Neste momento de pandemia que a bola não tem data para retornar no futebol brasileiro, a TV Globo vem reprisando jogos históricos nas tardes de domingo. Pela primeira vez, uma partida de clube foi exibida pela emissora, já que até então apenas títulos da Seleção Brasileira foram retransmitidos. E o jogo escolhido foi a final da Libertadores de 2019 entre Flamengo e River Plate. A virada nos instantes finais com dois gols do Gabigol, superou a audiência esperada.

    A Globo estimou receber 18 pontos de Ibope, porém o número chegou a 22 após o segundo gol de Gabriel Barbosa, algo que só a reprise do pentacampeonato da seleção brasileira conseguiu nas reprises da Globo, tanto em São Paulo, como no Rio de Janeiro. A informação é do site Uol.

    Com isso, no Rio de Janeiro, o título do Flamengo ultrapassou a audiência dos VT’s da final da Copa das Confederações em 2005 entre Brasil e Argentina, a decisão da mesma competição, só que em 2013, onde a Seleção Brasileira derrotou a Espanha no Maracanã por 3 a 0, o famoso ”É Tetra” de 1994 onde o Brasil venceu a Itália nos pênaltis e também a goleada da Seleção feminina no ouro do Pan Americano de 2007.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Coordenador da CBF veta abraços em comemoração e diz: ”Hoje tem gol do Gabigol, dancinha, isso não vai existir”

    Durante esta sexta-feira (15), o coordenador do protocolo nacional e médico da CBF, Jorge Pagura, fez uma transmissão ao vivo no Instagram e comentou sobre as incertas que teremos quando a bola voltar a rolar no Brasil, após a pandemia do novo coronavírus. E durante a live, o doutor citou o atacante Gabriel Barbosa, do Flamengo, como exemplo das mudanças que acontecerá no país.

    O barulho do silêncio é a nova tônica que a gente vai ver no futebol. O abraço, a comemoração, “hoje tem gol do Gabigol”, dancinha, isso não vai existir”.

    Por outro lado, Pagura assegurou que o futebol será a profissão mais segura de se praticar, quando retornarem as atividades.

    Quando liberarem as atividades não vai haver lugar mais seguro do que treino de futebol, jogo de futebol. As medidas que preparamos são altamente restritivas do ponto benéfico para a saúde de todos”.

    Em outro ponto da live, o médico deixou entender que a CBF só irá retornar com o público nos estádios, quando for criado uma vacina contra o vírus.

    As aglomerações vão ser as últimas a serem liberadas. Provavelmente (público) quando tiver grande percentual da população que ou teve contato e produziu anticorpos IGG ou quando surgir vacina ou tratamento muito eficaz. No plano tem isso (não cuspir), mas não tem multa. Vão ter opções, vão ter totens para se ele precisar assoar o nariz. No toten, tem álcool gel para esterilizar a mão. Apesar de que essa gotícula permanece pouco no ar em ar livre.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo