O Flamengo conta com um apoio nos Estados Unidos e pode criar sua franquia em Las Vegas. Entenda melhor a história
A notícia do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, de que o Flamengo estaria negociando uma franquia própria nos Estados Unidos caiu como um ”bomba” entre os torcedores do Mais Querido. O objetivo do rubro-negro seria internacionalizar sua marca, criando o Flamengo USA para atuar na Major League Soccer, principal liga de futebol do país.
A maior entusiasta desta ideia seria a prefeita Carolyn Googman, que nunca escondeu o desejo de ter uma equipe de Las Vegas na MLS. Segundo a matéria de Jardim, Googman anunciaria no dia 2 de setembro a parceria entre Flamengo e a cidade para que se construísse um estádio próprio em Vegas para o rubro-negro. Tudo isso para acomodar a franquia.
O rival do Fla na cidade seria o Las Vegas Lights, que disputa a USL, segundo divisão americana. De acordo com o site Território MLS, por trás de tudo isso, também é de interesse da prefeita que o desembarque de um grande clube como o Flamengo nos EUA, faria parte de um mega empreendimento imobiliário, que erguerá um novo bairro na cidade, chamado Cushman District.
A assessoria de imprensa do Mais Querido se manifestou sobre o caso, em contato com o jornalista do Território MLS, Diego Marques.
”Em relação à nota publicada neste domingo (23/08) na coluna de Lauro Jardim (O Globo), o Clube de Regatas do Flamengo informa que vem trabalhando para a consolidação de um projeto de globalização da marca. No momento oportuno trataremos do tema com responsabilidade e máxima transparência.”
Outros clubes fracassaram nesta tentativa
O Território MLS lembrou que o Flamengo não seria a primeira equipe a tentar emplacar seu clube nos Estados Unidos. O Chivas, do México, criou uma franquia em 2004 e chegou a disputar a MLS. Porém, após 10 anos, a Major League Soccer anunciou o fim da franquia, posteriormente substituída pelo LAFC. Os motivos para o fim do Chivas USA foram, principalmente, a falta de apelo junto ao público. Fato que pode vir a acontecer com o rubro-negro.
Uma alternativa para o Flamengo seria criar sua franquia e disputar de forma inicial a liga semi-profissional, como a USL League Two que pede um baixo investimento para novos clubes.
Clubes de fora que tiveram sucesso na MLS
O New York City e New York Red Bulls são filiais de clubes europeus que possuem um grande investimento, já que foram criados justamente para receberam altos investimentos em seus plantéis. Realidade diferente do que deve acontecer com o Flamengo, que seguirá priorizando suas finanças a sua equipe no Brasil.
Créditos de imagem destacada: Divulgação / Flamengo
O jornalista da ESPN, Mauro Cezar Pereira, voltou a se decepcionar com uma partida do Flamengo no comando de Domènec Torrent
Na manhã do último domingo, o Flamengo entrou em campo pela quinta vez no Campeonato Brasileiro e novamente não saiu com uma vitória. A equipe do técnico catalão Domènec Torret empatou em 1 a 1 com o Botafogo, e chegou ao seu quinto ponto na competição. Com uma vitória, dois empates e duas derrotas.
Após o apito final de Leandro Vuaden, o jornalista Mauro Cezar da ESPN, analisou a partida e classificou a atuação do rubro-negro como muito ruim, salientando os primeiros trinta minutos que a equipe conseguiu jogar um bom futebol.
”Resultado bom para o Botafogo, que conseguiu fazer um jogo muito bom contra o Atlético Mineiro. Faltou ao time do Autuori no segundo tempo um pouco mais de apetite pelo ataque. Do lado do Flamengo, lógico que foi uma atuação lamentável. Tirando os primeiros trinta minutos que foram até bons, com novamente problema nas finalizações, o Flamengo fez um jogo muito ruim, muito ruim mesmo, muito previsível. Boa a entrada do Thiago Maia, bom primeiro tempo do Pedro Rocha que aparece ali como uma opção. Bruno Henrique continua mal, Gabigol continua mal”, disse Mauro em seu canal no YouTube.
No Maracanã, um clássico à feição para que os ventos mudem pelos lados do Ninho do Urubu. Vencer o bem treinado Botafogo significaria bem mais do que três pontos. Ninguém nega que ver o grande time do Flamengo voltar a dar espetáculo deixaria a torcida do Mais Querido muito feliz e novamente confiante. Porém, o mais importante nessa altura do campeonato, literalmente, seria os três pontos.
Nos primeiros 30 minutos de jogo, os comandados de Torrent foram aceitavelmente bem. O Flamengo dominou a partida… até tomar o primeiro contra-ataque perigoso do rival. A partir desse lance a nuvem pesada da falta de confiança voltou a nublar o time do Flamengo. As jogadas não saíam e o adversário, percebendo que de fato o feroz Flamengo de Jesus deu lugar a um dormente e pacato monstro. O jogo movimentado do primeiro tempo anunciava que a etapa final seria ainda mais interessante.
Mas o segundo tempo se apresentou aos espectadores totalmente diferente. O Fla voltou aos piores momentos de sua performance após o retorno. Parecia um time decepcionado com o que ouviu do seu diretor técnico no descanso. Nada deu certo nos 45 minutos finais. Um empate insistentemente enfadonho: era isso que o clássico entregou no segundo período do jogo, contando o gol anulado de Gabigol. O futebol é o jogo que gosta de aprontar das suas. E foi isso que ele fez nos acréscimos: depois de uma sequência de escanteios, no terceiro o Botafogo achou seu gol. E não parou aí. Com o jogo reiniciado o Flamengo teve tempo, aos 52, de arrancar um empate graças ao VAR, que viu muito bem a defesa do zagueiro botafoguense na área. Gabigol empatou e foi isso.
O Mundo Bola analisou a atuação de cada jogador, e atribuiu sua nota a cada atleta do Flamengo. Confira.
Veja as notas e análises individuais de mais um empate sofrido do Fla, agora contra o Botafogo, pela quinta rodada do Brasileirão
Notas atribuídas por torcedores da comunidade Mundo Bola – Pensar Flamengo
O torcedor rubro-negro teve a esperança de que o domingo marcaria a ascensão do Flamengo na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. No Maracanã, um clássico à feição para que os ventos mudem pelos lados do Ninho do Urubu. Vencer o bem treinado Botafogo significaria bem mais do que três pontos. Ninguém nega que ver o grande time do Flamengo voltar a dar espetáculo deixaria a torcida do Mais Querido muito feliz e novamente confiante. Porém, o mais importante nessa altura do campeonato, literalmente, seria os três pontos.
Nos primeiros 30 minutos de jogo, os comandados de Torrent foram aceitavelmente bem. O Flamengo dominou a partida… até tomar o primeiro contra-ataque perigoso do rival. A partir desse lance a nuvem pesada da falta de confiança voltou a nublar o time do Flamengo. As jogadas não saíam e o adversário, percebendo que de fato o feroz Flamengo de Jesus deu lugar a um dormente e pacato monstro. O jogo movimentado do primeiro tempo anunciava que a etapa final seria ainda mais interessante.
Mas o segundo tempo se apresentou aos espectadores totalmente diferente. O Fla voltou aos piores momentos de sua performance após o retorno. Parecia um time decepcionado com o que ouviu do seu diretor técnico no descanso. Nada deu certo nos 45 minutos finais. Um empate insistentemente enfadonho: era isso que o clássico entregou no segundo período do jogo, contando o gol anulado de Gabigol. O futebol é o jogo que gosta de aprontar das suas. E foi isso que ele fez nos acréscimos: depois de uma sequência de escanteios, no terceiro o Botafogo achou seu gol. E não parou aí. Com o jogo reiniciado o Flamengo teve tempo, aos 52, de arrancar um empate graças ao VAR, que viu muito bem a defesa do zagueiro botafoguense na área. Gabigol empatou e foi isso. A frustração da derrota foi atenuada, mas nada mais além do que isso.
Leia agora as análises individuais e notas dos jogadores concedidas pelo time de colaboradores do Mundo Bola:
NOTAS DA PARTIDA
Diego Alves: Diego Alves desempenhou bem seu papel até o lance do gol, onde deveria realmente exerce-lo. Falhou no gol do Botafogo, tendo em vista que era um gol defensável. O Diego estava posicionado em direção ao atacante do Botafogo, nosso goleiro mal se estica para fazer a defesa, se move no susto, mesmo tendo a visão do Pedro Raul ajeitando o corpo na frente dele. Nota: 6,0. Nota: 6,0. Por Millena Dourado – Twitter: @falconcrf_
Matheusinho: Começou bem o primeiro tempo no apoio, ao decorrer do jogo foi sumindo, todas as jogadas do Botafogo foram daquele lado, todas as bolas entravam e não tinha suporte dos volantes. Ainda bem que contratamos o Isla. Nota: 4,0. Por Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro04
Rodrigo Caio: Seguro. Babi não conseguiu se criar pelo seu lado e ainda cobriu as costas de Matheuzinho. Sentiu a virilha quando foi dar combate no meio campo. Nota: 6,5. ➡Thuler: Manteve o nível com a bola rolando. Já quando a bola foi alçada a área deixou os jogadores do Botafogo levarem vantagem. Nota: 5,5. Por Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira
Léo Pereira: Segue errando na hora de sair para dar combates longe da área e recompondo mal. A melhor chance do Botafogo no primeiro tempo aconteceu justamente quando Leo não cobriu bem o espaço da subida do Filipe Luis. Sei que pareço estar me repetindo aqui nas análises do Léo Pereira, mas ele continua cometendo erros parecidos. Nota: 5,0. Por Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters
Filipe Luís: Ótimo jogo do nosso lateral esquerdo, jogou demais, foi importante na defesa, e no ataque foi o nosso melhor “meia” hoje. No jogo, ele conseguiu bloquear todas as jogadas pelo seu lado, tanto que o adversário optou por jogar muito pelo lado do Matheusinho, no ataque caiu pelo meio e deu as melhores opções de ataque do time no jogo, no primeiro tempo, ótimas triangulações com Pedro Rocha e Diego, no segundo continuou bem no apoio ao Bruno Henrique, e quando Thiago Mais entrou cresceu de novo no jogo. Nessa transição cada vez mais importante para o time. Nota: 7,5. Por Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes
Arão: Partida segura e atuação na média como nos últimos jogos. Talvez seja um dos jogadores que menos oscila na equipe, se não faz partidas brilhantes também não deixa a desejar. Jogando pouco a frente da zaga fazendo a famosa saída de três mostrou novamente que essa é certamente a sua melhor faixa de atuação no campo. Nota: 7,0. Por Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_
Diego: Jogando como meia pela esquerda, foi importante para o funcionamento da trinca com Filipe Luís e Pedro Rocha, que foi bem no primeiro tempo. Deu fluidez no meio de campo, com bons passes, aparecendo bem pra jogo. No 2º tempo, o desempenho não foi o mesmo. Nota: 7,0. ➡Thiago Maia: Deu mais segurança ao Arão e foi muito bem na distribuição de jogo, com passes precisos e surpreendeu em uma infiltração que resultou no gol anulado. Fica evidente que tem futebol para ser melhor aproveitado no time. Nota: 7,5. Por Danton Freitas
Everton Ribeiro: Assim como todo time começou bem o primeiro tempo, mas já na metade do segundo o time todo caiu de produção e nosso 7 também. Se movimentou o jogo todo, porém assim como seus companheiros, está muito mau fisicamente. Jogo muito abaixo dos padrões. Nota: 5,0. ➡Pedro: Entrou e nada acrescentou. Sem nota. Por Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro04
Pedro Rocha: Fez um excelente primeiro tempo e deu para perceber que a entrada dele em campo deu um gás a mais mo time. Ele chegou com vontade, talvez pelo seu longo tempo acompanhando pelo banco de reservas, mas quando entrou mostrou para o que veio. Pedro Rocha não perdeu um mano a mano, sempre estava se fazendo presente nos lances. Caiu de nível no segundo tempo após a inversão dos lados, tendo em vista que o Domemec o colocou na direita para segurar o ataque do Botafogo em cima do lateral Matheuzinho, mas ainda assim jogou mais hoje do que alguns jogadores vem apresentando o campeonato inteiro. Por fim, além de jogar bem nosso jogador ainda salvou o casamento do César. Nota: 8,0. ➡Vitinho: Domenec coloca Vitinho no segundo tempo, mas parece que ele já entrou cansado. Não consigo entender a linha de raciocínio do jogador, insiste em chutes todo o momento, mas quando é para chutar ele prefere tocar. Vitinho demorou a pegar o ritmo do jogo e quando finalmente conseguiu o jogo a acabou. A maior participação dele no jogo foi no lance do pênalti. Nota 5,5. Por Millena Dourado – Twitter: @falconcrf_
Bruno Henrique: É gritante a falta de confiança de Bruno Henrique. Começou o jogo centralizado e não conseguiu ao menos dominar a bola. Na melhor jogada do Flamengo no primeiro tempo, subiu sozinho na pequena área, e cabeceou em cima de Gatito. Deslocado para a ponta-esquerda, conseguiu ao menos dar prosseguimento às jogadas, porém quase sempre para trás. Nenhuma troca de passe, nenhum drible, BH não conseguiu fazer nada produtivo até que o time subiu de produção com a entrada de Thiago Maia. Com o meio-campo passando a bola um pouco mais rápido, Bruno conseguiu duas boas jogadas, vencendo o marcador, entrando na área, porém o passe não saiu corretamente. Nota: 4,0. Por Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira
Gabriel: Começou muito espetado na ponta direita e sumido do jogo, mas isso é mais por decisão do treinador do que dele próprio. Acabou criando mais perigo nas vezes em que pode jogar mais fechado. No fim, mostrou muito sangue frio e personalidade para bater o pênalti do empate. Nota: 7,5. Por Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters
Domènec Torrent: No 4-3-3 que iniciou o jogo o time ficou torto, pois apenas o lado Diego-Filipe Luís-Pedro Rocha funcionou. No 2º tempo, inverteu Pedro Rocha (não funcionou), colocou Vitinho (sem efetividade) e com a entrada de Thiago Maia viu o time subir um pouco de produção. Foi pra um 4-2-4, com Pedro e Gabigol por dentro, mas o gol só veio no apagar das luzes. Vendo mais uma atuação ruim da dupla de ataque, e com a partida apagada de ER7, simplesmente o treinador decide deixar Arrascaeta, Gerson e Michael no banco. É claro que precisa de tempo pra treino, para que o time o entenda, que o time melhore a condição física, mas fica a pergunta: Dome seguirá o caminho de Paulo Bento, no Cruzeiro, e Mathaüs, no Paranaense? Ou, com a semana de treino, poderá enfim dar um padrão melhor a esse time? Nota: 5,0. Por Danton Freitas
O que era para ser um apelido ofensivo tornou-se o símbolo do clube mais popular do país. Um momento marcante da história rubro-negra
A década de 1960 definitivamente não foi lá uma época de grandes comemorações para a torcida do Flamengo. Se nos gramados o rubro-negro oscilava entre boas e más temporadas, fora deles a torcida não parava de crescer e dar show nas arquibancadas do Maracanã e de todo país afora. A “Nação” já era o bem mais precioso do clube instalado na Gávea desde os anos 1930.
Mas naquele tempo também acontecia algo muito triste. Os torcedores rivais do Flamengo provocavam os rubro-negros chamando-os de urubu. Um apelido racista, que atingia a maior parte da Nação Rubro-Negra, já há muito a maior e mais popular do Brasil.
Foi em 1969 que quatro jovens indignados tiveram a ideia de soltar no Maracanã um urubu, de carne e osso, durante o clássico contra o Botafogo, clube ao qual o Flamengo não vencia há quatro anos. O protesto bem-humorado transformou a ofensa em símbolo de resistência, e o resto ficou marcado na história: o Flamengo venceu o jogo, quebrando um tabu de quatro sem ganhar do alvinegro e o Popeye cedeu seu lugar ao Urubu como principal mascote do Clube de Regatas do Flamengo.
Reprodução / Autor desconhecido
– Assim que o soltamos, ele deu uma descaída, mas depois abriu bem as asas e deu uma volta em frente à torcida do Flamengo, que começou a gritar “é urubu, é urubu, é urubu”. E quando ele passou em frente aos botafoguenses, com a bandeira tremulando, eles ficaram calados, sem reação. Ele pousou no meio do campo, e a torcida do Flamengo gritava ainda mais, incorporando o símbolo – contou Luiz Octávio, um dos garotos que levaram o famoso urubu para o Maraca, à reportagem do Globo Esporte publicada em 25 de janeiro de 2009.
41 anos depois do episódio, a Artillero criou uma camiseta linda demais para relembrar essa grande história. Disponível nos modelos unissex, feminino e infantil, a “Orgulho de Ser Urubu” pode ser adquirida com toda segurança na loja da marca: useartillero.com/orgulho-ser-rubro-negro.
A Artillero oferece todas as opções de compra, parcelamento e frete grátis a partir de R$ 350,00. A Coleção Mais Querido conta com dezenas de camisetas e canecas inspiradas no Flamengo e desde o final de 2019 vem fazendo sucesso entre a torcida do Fla.
Com algumas opções no elenco, os números mostram que o clube ainda não possui uma dupla titular
Desde a saída de Pablo Marí para o Arsenal da Inglaterra em janeiro desse ano, o Flamengo sofre em busca do companheiro ideal para Rodrigo Caio na zaga rubro-negra. Com algumas opções no elenco, os números mostram que o clube ainda não possui uma dupla titular que transmita confiança para a torcida. Sendo assim, natural que surja entre os bate-papos de rubro-negros o questionamento sobre quem merece ser o zagueiro titular ao lado do ex-jogador do São Paulo.
Veja também: Oddi ainda coloca Flamengo como favorito no Brasileiro e descarta Vasco
No ano de 2019, em setenta e seis partidas, o rubro-negro sofreu sessenta e seis gols. Vale lembrar que o espanhol, indicado pelo ex-técnico Jorge Jesus, só chegou ao clube em Julho e estreou contra o Botafogo, no dia 28/07. Após esse dia, assumiu a titularidade junto de Rodrigo Caio, e a dupla foi vazada em quatorze partidas de vinte e três disputadas, onde o Flamengo saiu vitorioso em quinze oportunidades.
Já nesse ano…
Já nesse ano, o Flamengo disputou até o momento vinte e seis partidas e sofreu 19 gols, sendo 7 após o retorno das atividades e 5 em apenas 4 rodadas do Brasileirão. Apenas contra o Coritiba o Flamengo não tomou gol. É importante citar que o Mais Querido jogou as 4 primeiras partidas da Taça Guanabara com o elenco sub-20, que foi vazado também 4 vezes.
Um fato que talvez seja a resposta pra essa questão é a falta de entrosamento de uma dupla titular. Vejamos, no ano, com o elenco principal, Rodrigo Caio e Léo Pereira foram quem mais jogaram juntos – 9 partidas, sem contabilizar contra Atlético-GO, onde RC começou como lateral -, e a dupla sofreu 4 gols. Com 8 jogos, Léo Pereira e Gustavo Henrique contabilizam 7 gols sofridos. O Mengão também utilizou duplas como Rodrigo Caio e Matheus Thuler, Thuler e Dantas, Rodrigo Caio e Gustavo Henrique.
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Individualmente, Léo Pereira é o zagueiro com o maior número de atuações no ano. O canhoto entrou em campo em 17 oportunidades. Foram 11 gols sofridos. Em seguida, Rodrigo Caio aparece com 13 jogos e 10 gols sofridos. Na terceira colocação, Gustavo Henrique com 9 jogos e 9 gols. Fechando, Thuler que atuou em 3 jogos e foi vazado 4 vezes.
O Flamengo volta a jogar no domingo, às 11h da manhã, no clássico contra o Botafogo. Ao que tudo indica, a zaga deve permanecer a mesma que empatou com o Grêmio na última quarta feira.
Durante o Debate Final, o jornalista ainda se mostrou confiante no trabalho do catalão Domènec Torrent no comando técnico do Flamengo
Durante a edição do programa Debate Final, do canal por assinatura Fox Sports desta sexta-feira (21), o jornalista Gian Oddi tratou de frear a empolgação dos vascaínos com a campanha de primeiro colocado na quarta rodada do Campeonato Brasileiro, e afirmou que ainda acredita no Flamengo como favorito para buscar o título da competição.
”Não é possível que o Domènec não consiga fazer esse time jogar. Se não nos níveis de Jorge Jesus, mas em bons níveis. Acho que o Flamengo continua sendo o favorito a competição. Eu não consigo ver o Vasco como candidato ao título do Campeonato Brasileiro, acho que tem elencos muito mais fortes. Seria uma surpresa muito grande se o Vasco conseguisse com esse elenco brigar pelo título Brasileiro”.
Outra polêmica que surgiu nas redes sociais durante esta sexta, foram as comparações de vascaínos e rubro-negros entre o atacante argentino German Cano, e o ex-flamenguista Hernane ‘Brocador’. A polêmica se iniciou quando o jornalista da ESPN, Mauro Cezar Pereira, comparou o desempenho de ambos centroavantes na carreira, e a ”discussão” foi para nos trends topics do Twitter no Brasil.
Preparamos um guia para quem quer torcer para o Flamengo no Free Fire também, e quem sabe começar a jogar… E conseguir o famoso BOOYAH!
Mundo Bola Informação | Por Raphael Costa
Conforme noticiado aqui no Mundo Bola, o Flamengo eSports adicionou mais uma modalidade na organização: o Free Fire. O jogo é um dos mais populares do Brasil, que está chegando agora ao mundo dos eSports e não conhece a nova modalidade, preparamos um guia para você que quer torcer para o Flamengo Free Fire também, e quem sabe começar a jogar… E conseguir o famoso BOOYAH!
Free Fire é um jogo de ação/aventura/tiro em terceira pessoa, se caracterizando por ser mais uma derivação do gênero Battle Royale, que começou com o H1Z1 e atualmente tem títulos gigantescos em todas as plataformas, como o Fortnite, PUBG e CoD Warzone. O jogo é um dos mais populares atualmente no Brasil, especialmente por sua acessibilidade, rodando em praticamente qualquer celular ou computador.
Onde posso jogar o Free Fire?
O jogo está disponível para download gratuitamente nas lojas de aplicativos do iOS e do Android. Além disso, existe a possibilidade de jogar no computador utilizando-se de um emulador do sistema operacional Android.
Qual o objetivo do Free Fire? Como vencer?
O Frifas, como é chamado pela comunidade, segue a risca a fórmula consagrada dos Battle Royales: os jogadores caem em uma ilha que vai diminuindo seu tamanho, e o ultimo jogador ou esquadrão) vivo conquista a vitória (chamada de BOOYAH no jogo). A sobrevivência no jogo depende das estratégias relacionadas a diminuição dos mapas, do loot (equipamentos encontrados na ilha) e dos combates armados contra outros jogadores.
Existe um campeonato de Free Fire?
Existem diversos, com o principal sendo a LBFF (Liga Brasileira de Free Fire). É a Serie A desse campeonato que o Flamengo eSports disputará a partir do próximo sábado (22/08)
Como funciona a LBFF?
Os 18 times participantes foram divididos em três grupos. Flamengo eSports está no grupo B, ao lado de LOUD, Fear, KaBuM, PaiN Gaming e Team Liquid.
A cada fim de semana, um dos três grupos é denominado mandante e enfrenta os outros dois grupos, um no sábado e um no domingo. Cada confronto é composto por 6 quedas (partidas), com pontuações distintas para cada colocação dentro da queda:
Alem disso, as kills/abates também contam pontos: a cada eliminação conquistada, dois pontos são somados para a equipe. Ao final da fase regular, que se encerra no dia 18 de outubro, os 12 melhores times vão para a final e os 2 últimos são rebaixados para a Série B.
Calendário
Semana 1 – 6 quedas Rodada 01, Sábado (22/08) – A x B Rodada 02, Domingo (23/08) – A x C
Semana 2 – 6 quedas Rodada 03, Sábado (29/08) – B x C Rodada 04, Domingo (30/08) – B x A
Semana 3 – 6 quedas Rodada 05, Sábado (05/09) – C x A Rodada 06, Domingo (06/09) – C x B
Semana 4 – 6 quedas Rodada 07, Sábado (12/09) – A x B Rodada 08, Domingo (13/09) – A x C
Semana 5– 6 quedas Rodada 09, Sábado (19/09) – B x C Rodada 10, Domingo (20/09) – B x A
Semana 6 – 6 quedas Rodada 11, Sábado (26/09) – C x B Rodada 12, Domingo (27/09) – C x A
Semana 7 – 6 quedas Rodada 13, Sábado (03/10) – A x B Rodada 14, Domingo (04/10) – A x C
Semana 8 – 6 quedas Rodada 15, Sábado (10/10) – B x C Rodada 16, Domingo (11/10) – B x A
Semana 9 – 6 quedas Rodada 17, Sábado (17/10) – C x B Rodada 18, Domingo (18/10) – C x A
Final – 12 quedas, 6 em cada dia Dia 1, Sábado (31/10) Dia 2, Domingo (01/11)
O calendário completo pode ser também acessado aqui.
A Final, que será disputada nos dias 31/10 e 01/11, segue o mesmo formato das disputas da fase regular, com a adição de bônus baseados na colocação dos times na fase regular. Ao final das 12 quedas disputadas, o time que estiver em primeiro lugar na tabela conquista o campeonato.
Quem são os jogadores do Flamengo eSports?
A line-up do Flamengo é formada por:
Modéstia Machado Reei Kauelok Minuzzi DeadGod
Os jogadores conquistaram no ultimo domingo o Campeonato do Alok, organizado pelo mundialmente famoso DJ. Uma curiosidade: Alok é um dos personagens do game:
Onde posso assistir a LBFF?
As partidas terão transmissão no Youtube, BOOYAH.live – plataforma oficial da Garena – e no SporTV.
Glossário
Para finalizar nosso guia, segue um pequeno glossário de alguns termos utilizados nas partidas e nas transmissões:
BOOYAH: o termo mais famoso do jogo. Refere-se a vitória conquistada numa queda (partida).
Capa: tiro na cabeça, o famoso Headshot.
Gás: zona tóxica que se movimenta durante a partida, tornando o mapa cada vez menor.
Healar: curar.
Kill: eliminação.
Miado: quando um jogador está com poucos pontos de vida, prestes a ser eliminado.
Queda: partida de Free Fire.
Safe: área segura do mapa, longe do gás.
Trocação: troca de tiros entre jogadores.
Zé carrinho: jogador que passa a partida toda somente nos veículos.
Zé guaritinha: o famoso camper, jogador que fica escondido dentro das construções para surpreender os inimigos.
*Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação / Flamengo
Alto valor que o Flamengo teria que desembolsar inviabilizou a negociação, segundo o jornalista da Rádio Rossonera
O jovem zagueiro Léo Duarte, que deixou o Flamengo na temporada passada rumo ao Milan, foi oferecido ao rubro-negro carioca nas últimas horas. A informação é do jornalista Simone Cristao, da Rádio Rossonera. Segundo a apuração do profissional, o Mais Querido rejeitou o nome pelo alto valor de transferência e salário que teria que arcar para repatriar o defensor de 24 anos.
È già stato proposto al Flamengo, che ha perso Pablo Marì a gennaio, ma il vecchio club di Duarte avrebbe già declinato l'offerta.
Cifra a bilancio e ingaggio non rendono facile la vita per un ritorno in patria
Vendido pelo Flamengo por € 11 milhões (cerca de R$ 46 milhões na época), Léo teve duas sérias lesões pelo Milan. No dia 28 de novembro de 2019, o atleta precisou passar por uma cirurgia por causa de uma fratura no calcâneo – o osso do calcanhar. A recuperação durou cerca de quatro meses, até a volta aos trabalhos com o grupo nesta retomada do futebol na Itália em meio à pandemia do coronavírus.
Em junho deste ano, ocorreu uma nova lesão. O jogador teve um problema em uma das coxas e chegou a ficar afastado por um período de três a quatro semanas.
Pelo Flamengo, Léo Duarte disputou 94 jogos, conquistando dois títulos do Campeonato Carioca e fazendo parte da campanha do time no Campeonato Brasileiro, e da Libertadores do ano passado.
Até aquele momento o Fla controlava muito bem os pontas do Grêmio. Toda vez que Pepê e Alisson recebiam, estavam cercados e recuavam
Ninguém gosta de tomar gol. Isso é óbvio.
Do mesmo autor: Há uma longa história por trás deste Flamengo em outro patamar
O gol do Grêmio ontem, em um momento equilibrado da partida, gerou controvérsias entre os rubro-negros. Uns acham que o erro foi aqui, outros ali… Não há consenso porque a jogada é bem complexa.
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— Vídeos Análise (@VideosAnalise) August 20, 2020
O ponto crucial, claro, é esse aqui: Pepê atacando o espaço entre a defesa e o goleiro. O que o Flamengo deveria ter feito ali? Como defender esse espaço?
Chegaremos lá, mas antes vale a pena olhar outras coisas…
O lance começa com o Flamengo tentando sufocar o Grêmio e empurrando o adversário para trás. Dá certo, o time retoma, mas perde em seguida, vira um perde-e-ganha e a bola acaba ficando com Cortez e Jean Pyerre totalmente encaixotados no lado esquerdo…
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Quem dá pressão na ponta direita é Arão — o que é relativamente incomum, mas não chega a ser bizarro — e Gerson acompanha de perto. A defesa sobe até a linha central do gramado, mas surge um espaço justamente no meio.
A pressão arrefece e deixa o Grêmio sair…
Até aquele momento do jogo o Flamengo controlava muito bem os pontas do Grêmio. Toda vez que Pepê e Alisson recebiam, estavam cercados e eram obrigados a recuar — ou pelo menos não conseguiam acelerar a jogada.
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Mas aqui, pela primeira vez no jogo, Pepê consegue receber girando e acelera para o meio, justamente nas costas dos dois volantes que haviam saído para ajudar a pressão.
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E Pepê é muito, muito perigoso quando acelera da esquerda para dentro. Ele tem uma noção muito precisa do momento certo para atacar os espaços vazios.
Todo rubro-negro já deveria saber disso…
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Pedrinho sabia. Repare no comentário dele durante a transmissão. Não só ele começa a falar do próprio Pepê, mas como prevê a jogada de perigo e interrompe o raciocínio com a bola ainda no meio-campo!
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Pepê continua e aciona Alisson. Alguns detalhes são interessantes…
Primeiro, a corrida de Filipe Luís. Ele está com o corpo bem posicionado e gira pelo lado certo para não perder tempo. Mas não havia ninguém do Grêmio atacando a profundidade…
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Talvez, se o lateral rubro-negro estivesse um pouquinho mais colado em Alisson, o lance morreria ali mesmo. Seria mais uma de tantas interceptações precisas do lateral rubro-negro… Mas a bola chegou certo e ele teve que controlar Alisson, forçando o gremista para jogar por fora.
O outro detalhe é na própria corrida de Pepê. No futebol, não basta estar no lugar certo. É preciso estar no lugar certo na hora certa.
Quando a bola chega a Alisson, não há espaço para uma enfiada. Pepê então desacelera a corrida e permite que João Lucas descole dele.
Alisson cisca e não acha o espaço para o cruzamento. Recua e puxa para a perna esquerda.
Agora sim, chegamos ao ponto crucial… Como defender aquele espaço atrás da defesa?
Não é uma jogada simples… Não é óbvio como defender esse espaço. Afinal, o atacante está cruzando em diagonal por trás de todo mundo.
Não é a toa que o Botafogo tomou um gol igualzinho duas horas depois…
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Há várias possibilidades, mas o mais importante é entender o seguinte: depende de como a equipe marca. Ou seja, NÃO HÁ RESPOSTA CERTA que se aplique a todos os times.
Não importa qual é a SUA preferência, importa qual é a solução que melhor se aplica à maneira ao FLAMENGO. A primeira opção que muita gente apontou era João Lucas perseguir Pepê até o final. Seria possível? Sim. Funcionaria? Talvez.
Se o lance fosse na defesa do Grêmio, provavelmente isso aconteceria, porque o time marca com encaixes longos.
Mas simplesmente não é como o Fla defende.
Quando João Lucas perseguiu Pepê um pouco para dentro, Arão — que já estava lá na ponta direita — retornou pelo lado, tomando o espaço do lateral-ireito. Deu até para ver João Lucas olhando para a direita meio na dúvida se deveria voltar à sua posição ou ocupar o espaço de Arão.
O Flamengo joga com “rigidez vertical”. Ou seja uma linha não entra na outra. Os jogadores não ficam se cruzando. Você não vai ver Everton Ribeiro marcando atrás do lateral direito (quase) nunca, só em situações muito, muito circunstanciais. A exceção é justamente quando um lateral sai, desgrudando da linha de quatro, e deixa um espaço entre ele e o zagueiro. Aí sim, Arão ou Gerson acompanham quem faz a infiltração ali.
Como Arão estava lá na lateral, Gerson até poderia acompanhar. O problema é que normalmente ele não entra pelo meio da zaga, ele se preocupou com o corte para o meio de Alisson (a entrada da área ficaria vazia se ele saísse) e tinha acabado de fazer pressão lá na frente.
Outra possibilidade era Léo Pereira estar um pouco recuado, mais preocupado em fechar o espaço da infiltração do que em neutralizar Diego Souza, que estava de costas.
O passe seria cortado, mas ali é realmente muito difícil… Não dá pra crucificar a escolha.
A opção mais natural pela forma que o Flamengo marca, que chega a acontecer algumas vezes durante os jogos, seria Rodrigo Caio fazendo a cobertura nas costas de Léo Pereira. De alguma forma, foi o que aconteceu… O zagueiro ainda tentou um carrinho desesperado na última hora.
Mas tem uma coisa que mata Rodrigo Caio na jogada: a movimentação de Jean Pyerre. Se o meia gremista não estivesse ali, é praticamente garantido que o zagueiro tivesse percebido o espaço vazio e feito a cobertura perfeita.
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— Vídeos Análise (@VideosAnalise) August 20, 2020
Quando Alisson puxa para o pé esquerdo, há a possibilidade de um cruzamento, então Rodrigo Caio foca toda a atenção em Jean Pyerre. Aí fica impossível controlar Pepê.
Às vezes a movimentação de um jogador que nem toca na bola é fundamental em um lance de gol…
Por fim, Diego Alves se prepara para uma improvável finalização de fora da área — como um bom goleiro precisa fazer sempre —, mas não está adiantado o suficiente e nem reage a tempo de fechar o espaço.Outro dia falei sobre os dois tipos de goleiro (A e R). Quando um time marca por zona — e ainda mais quando está marcando adiantado — o goleiro precisa ser muito ativo para ajudar a defesa a controlar a profundidade.
Mas mesmo quando o time está mais recuado, defendendo a área, esse espaço entre a zaga e o goleiro é o maior perigo. Portanto, a reação ali precisa ser rápida e às vezes é mais fácil o goleiro chegar do que os zagueiros. Afinal, ele está de frente. Os outros correm para trás. Não dá pra culpar um único jogador. Também não dá para julgar a qualidade da defesa sempre olhando os lances dos gols sofridos.
Veja também: Pedagogia do opressor (resenha do livro Outro Patamar – Téo Benjamin)
Aliás, também é preciso reconhecer os méritos do Grêmio, que foram muitos. Mas, principalmente, não dá para passar o ano todo exaltando a forma de defender do time e simplesmente passar a cobrar outros mecanismos (encaixe individual, quebra da rigidez vertical etc) quando se toma um gol explorando justamente os espaços que o nosso tipo de marcação dá. O Flamengo precisa de ajustes. Muitos ajustes. Mas o mais importante não é descobrir quem foi o culpado do gol.
Não há resposta absolutamente certa. O que importa é que todos os jogadores dentro do campo tenham a mesma resposta para cada pergunta do jogo, seja qual for.
O Mundo Bola traz o número de gols que ambos possuem na carreira: Hernane Brocador ex-Flamengo, e German Cano, do Vasco
Com 12 gols na temporada, o atacante German Cano é a sensação do Vasco em 2020 e uma polêmica agitou as redes sociais na manhã desta sexta-feira (21). Muitos torcedores começaram a comparar o desempenho do atleta argentino com o de Hernane Brocador, ex-Flamengo. E o Mundo Bola traz o número de gols que ambos possuem na carreira – lembrando que não comparamos aproveitamento, e sim bola na rede. Os números são do site O Gol.
Independiente Medellín-COL – atuou no clube de 2012/2014 e 2018/2019: 96 gols
Vasco: 12 gols
A polêmica se iniciou quando o jornalista da ESPN, Mauro Cezar Pereira, comentou o desempenho do atacante vascaíno com o do atual centroavante do Sport, e que foi campeão da Copa do Brasil pelo Flamengo. Muitos torcedores do Vasco criticaram Mauro, e a ”discussão” foi para nos trends topics do Twitter no Brasil.
O atual camisa 9 do Flamengo é Gabriel Barbosa, e na temporada, possui os mesmos 12 gols que Cano.
Créditos de imagem destacada: Divulgação / Flamengo