Autor: diogo.almeida1979

  • Com direito a ‘duelo de rubro-negros’, convocados desfalcam o Flamengo nas próximas partidas

    Convocados são desfalques contra Sport, Vasco e Goiás. Expectativa é de que todos sejam titulares em suas seleções

    Após a vitória deste domingo (4) sobre o Athletico-PR por 3 a 1, o Flamengo começará uma sequência de jogos sem quatro titulares que estarão servindo suas seleções. Rodrigo Caio e Everton Ribeiro vão defender o Brasil, Arrascaeta o Uruguai e Isla o Chile. Os jogadores desfalcarão a equipe em três partidas do Campeonato Brasileiro, contra Sport (no dia 07), Vasco (10) e Goiás (13).

    LEIA MAIS: Ederson cobra quase R$ 1 milhão do Flamengo; cláusula de participação em jogos desconsidera período lesionado

    Por conta da pandemia e os calendários apertados, não haverá paralisação do Campeonato Brasileiro durante as datas FIFA. Alvo de reclamação, o protocolo será diferente para as Seleções também. A imprensa não poderá participar dos treinos, que serão fechados. Todos os jogadores serão testados para o coronavírus duas vezes. O segundo teste será enviado à FIFA e, assim, liberado ou não conforma o resultado.

    Éverton Ribeiro e Rodrigo Caio voltam à Seleção após a convocação do técnico Tite no último dia 18 de setembro. Recuperados da Covid-19, a expectativa é que pelo menos um deles seja titular nos confrontos contra a Bolívia e o Peru, no dia 9 e 13 de outubro. Já Arrascaeta foi chamado por Óscar Tabarez para os duelos contra Chile e Equador, onde vai encontrar com Isla, convocado pelo ex-técnico do Flamengo, Reinaldo Rueda.

    Jogando em casa nos próximos duelos, o Rubro-Negro não terá os quatro titulares contra Sport, Vasco e Goiás. Dos convocados, apenas Rodrigo Caio ainda não voltou após o surto de Covid. Arrascaeta, que já tinha sido infectado anteriormente, foi um dos destaques da equipes durante os desfalques por causa da doença, contra Barcelona SC, Independiente del Valle e Athletico-PR.

    OUTROS ESPORTES: Em ritmo de treino, Flamengo conquista o título do Estadual de basquete

    CONFIRA AS DATAS DOS JOGOS DAS SELEÇÕES E CONVOCADOS

    Jogos do Uruguai:
    Contra Chile 08/10 às 19h45 no Uruguai
    Contra Equador 13/10 às 18h no Equador

    Jogos do Chile:
    Contra Uruguai 08/10 às 19:45 no Uruguai
    Contra Colômbia 13/10 às 21h30h no Chile

    Jogos do Brasil:
    Contra Bolívia 09/10 às 21h30 no Brasil
    Contra Peru 13/10 às 21h00 no Peru

  • Notas e análises individuais de Flamengo 3×1 Athletico Paranaense

    Veja as notas e análises da importante vitória de um Flamengo que cada vez mais dá mostras de retorno à boa forma

    Notas atribuídas por torcedores da comunidade Mundo Bola – Pensar Flamengo

    Leia as análises individuais e notas dos jogadores concedidas pelo time de colaboradores do Mundo Bola:

    Neneca: É uma estrela em ascensão. Possui todas as características que a torcida gosta: apelido legal, história, mística e sorte. Contudo, precisa melhorar sua saída de bola, mas isso é treino – habilidade, reflexo e noção tática ele possui. Será o futuro titular. No jogo, algumas saídas incorretas, apresentando dificuldade (sem tirar os méritos da pressão do adversário), mas embaixo da trave, nas antecipações e na bola aérea, foi muito bem. Nota: 7,5.
    Por Willian Sian Herzog – Twitter: @willian_sian

    Isla: Partida regular do lateral chileno, principalmente no segundo tempo quando deu pouquíssimos espaços na defesa pelo lado direito. Poderia ter ido melhor no lance do gol adversário, quando deixou o atacante com nome de cerveja de gosto duvidoso se desvencilhar e chegar na frente para marcar. No geral, retorno honesto do experiente lateral. Nota: 6,5.
    Por Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_

    Gabriel Noga: No primeiro tempo, assim como toda a defesa, foi muito inseguro. Tomou um cartão amarelo num lance que quase fazia pênalti por uma entrada atrasada no adversário. Na segunda etapa foi melhor e não teve culpa no lance do gol do Athlético. Nota: 6,5.
    Por Rafael Albuquerque – Twitter: @R_Albuquerque01

    Natan: Mais um jogo seguro do nosso zagueiro. Demonstrou que pode brigar sim por uma vaga ao lado de Rodrigo Caio. Confiante e sério em todas as jogadas, apesar de um primeiro tempo ruim da defesa, dominou as ações defensivas no segundo tempo. Nota: 8,5.
    Por Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro04

    Filipe Luís: Bom jogo. Não complicou na parte defensiva, porém pouco efetivo no ataque, claramente sentiu a falta de ritmo e o campo pesado. Nota: 6,0.
    Ramon: Entrou no fim e pouco participou da partida. Nota 5,0.
    Por Welson Alves – twitter: @welson_fla

    Arão: Jogo sólido defensivamente do volante, que voltou após pegar COVID, dando suporte a jovem zaga do Flamengo, porém, errou muitas saídas de bolas e passes simples, que resultaram em lances de perigo do Athlético Paranaense. No geral, uma partida apenas regular do titular. Nota: 7,5.
    Por Ighor Lopes- @ighorlps

    Gerson: Mais uma partida segura do nosso coringa, estando sempre presente em todas as partes do campo e acompanhando tanto ataque quanto defesa. Teve uma participação mais ativa no ataque fazendo uma ótima transição, porém, com menos destaque em relação a Pedro, ER7 e Arrascaeta. Nota: 7,5.
    Por Millena Dourado – Twitter: @falconcrf_

    Arrascaeta: Como joga esse uruguaio, o mais impressionante é sua tranquilidade para dar sequência nos lances. É maravilhoso vê-lo jogar. Nota: 9,0.
    Diego Ribas: entrou para controlar a bola e e assim fez durante o pouco tempo que esteve em campo. Nota: 6,0.
    Por Ricardo Bitencourt – Instagram: @drbitenco

    Bruno Henrique: Ainda não voltou ao nível de 2019, mas está próximo disso. Foi sempre uma boa opção pela esquerda, criando boa chances para o Pedro. Foi presenteado com a oportunidade de bater o pênalti e deixar o seu. Nota: 8,0.
    Michael: Ainda não correspondeu no nível do investimento feito. Não deu seguimento às jogadas que caíram no seu pé. Nota 5,0.
    Por Vitor Mathura- Twitter: @v_mathura

    Vitinho: Mais uma péssima partida, jogador que não ajudou na marcação, não deu amplitude ao time como Bruno Henrique dava do outro lado, na marcação deixou muitas vezes o Isla descoberto e tomou várias decisões erradas no ataque quando teve a bola. O pior é que foi mais uma partida que atuou de forma desligada, sem vontade, saiu de forma justa no intervalo. Nota: 1,0.
    Everton Ribeiro: Nosso camisa 7, fez o jogo mudar, equilibrou o time, deu opção pelo lado direito, se aproximou do Arrascaeta e do Isla para triangulação no ataque e fez o gol que matou o jogo. Nota; 8,0.
    Por Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes

    Pedro: Mais uma ótima partida do goleador. No primeiro tempo protegeu bem a bola, tabelou, mas na hora de abrir o placar a pelota escapou um pouco do seu controle prejudicando a finalização, que foi em cima do goleiro. Já no segundo tempo manteve a ótima atuação e fez um autêntico gol do centroavante técnico que é, com um domínio difícil, um corte seco no zagueiro e uma batida firme no canto. Belo gol e ótima partida. Nota: 9,0.
    Lincoln: Não repetiu as últimas duas boas atuações. Participou de três lances e em todos não conseguiu dar prosseguimento. Nota: 5,0.
    Por Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira

    Jordi Gris: Se já é complicado analisar o trabalho de um auxiliar assumindo o time numa emergência, quem dirá analisar o substituto desse auxiliar… Jordi Gris fez o básico: manteve a estrutura que vinha funcionando para o time e pediu um pouco mais de posse e domínio de jogo. Além disso, mostrou boa leitura ao tirar Vitinho e lançar Everton Ribeiro. O canhoto mudou a cara do jogo e desequilibrou a partida a nosso favor. Nota: 8,0.
    Por Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

  • Em ritmo de treino, Flamengo conquista o título do Estadual de basquete

    Neste domingo (4), o Flamengo venceu o Tijuca, no Maracanãzinho, por 104 a 40, e conquistou o pentadecacampeonato carioca

    No total, já são 46 troféus para o FlaBasquete no Estadual, que esse ano só teve cinco participantes – Tijuca, Municipal, Niterói e Atitude também disputaram. Hettsheimeir foi o cestinha da partida, com 18 pontos, e Olivinha, que levou seu décimo título carioca, ficou logo atrás com 17. O camisa 16 do Flamengo também recebeu o prêmio de MVP do torneio.

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    Marquinhos e Olivinha, os mais experientes do grupo, após receberem as medalhas. (Foto: Rafael Sacharny)

    Jogo

    O Rubro-Negro iniciou a partida com seus principais jogadores. Olivinha e Marquinhos que foram poupados na semifinal, estiveram em quadra desde o começo e foram eles que lideraram a equipe. Junto com os dois, Balbi fez uma grande atuação não só na armação, como também sendo um dos maiores pontuadores. O argentino, aliás, recebeu o prêmio de líder de assistências na competição.

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    Franco Balbi recebendo o prêmio de líder de assistências do campeonato (Foto: Rafael Sacharny)

    No primeiro quarto, a equipe foi tão avassaladora que anotou 35 pontos e principalmente só permitiu ao Tijuca um ponto. Em sequência, o Flamengo manteve o ritmo forte nos dois garrafões e como de costume colocou a rotação em prática. Yago, Hettsheimeir e Chuzito, os três reforços da temporada, entraram em quadra e assim sendo, a equipe nunca diminui sua qualidade e intensidade. O placar no intervalo já estava em 64 a 12.

    E já que a larga vantagem dava tranquilidade para o Flamengo, o segundo tempo foi praticamente protocolar. Contudo, o Rubro-Negro continuou com a seriedade, seguiu marcando forte e anotando pontos. O último período começou com o marcador em 83 a 26, por isso, nos últimos minutos Gustavo de Conti colocou os jovens em quadra e então o troféu seguiu para o lado rubro-negro.

    Próximos duelos

    O Flamengo terá ainda dois amistosos enquanto aguarda a decisão de mais um título. No dia 30 de outubro, o Orgulho da Nação encara a final da Champions League, que, devido à pandemia da Covid-19, será disputada em partida única na Antel Arena, em Montevidéu, Uruguai. O adversário sairá do duelo entre Quimsa e San Lorenzo.

    Crédito da imagem destacada: Divulgação/FBERJ

  • Radar da base: Vinícius Jr. brilha em começo de temporada do Real Madrid

    Com dois gols importantes nas duas últimas partidas, Vini se destaca e Real é líder no Espanhol

    O técnico Zinedine Zidane vendo tendo bons motivos para confiar no talento de Vinícius Júnior. Válida pela quinta rodada do Campeonato Espanhol, o Real Madrid venceu o Levante fora de casa por 2 a 0 neste domingo, (4) e é o novo líder da La Liga. A ex-jóia da Gávea começou jogando e não demorou muito a deixar sua marca na partida.

    Leia mais: Ederson cobra quase R$ 1 milhão do Flamengo; cláusula de participação em jogos desconsidera período lesionado

    Logo aos 15 minutos de jogo, Vinícius acertou belo chute em sobra de escanteio que matou o goleiro e deixou o Real mais tranquilo no confronto. O atacante ainda teve outras duas boas chances de ampliar o placar até ser substituído aos 24 minutos da 2° tempo.

    Apesar da vitória importante, o ataque madridista teve baixo desempenho, obrigando o goleiro Courtois a fazer boas defesas e garantir os três pontos.

    O jovem atacante já tinha marcado o gol da vitória dos merengues, depois de entrar no segundo tempo contra o Real Valladolid, no meio de semana e abriu passagem para a titularidade.

    Veja também: Promessa da base testa positivo para a covid-19

    O craque de 20 anos saiu do Flamengo em 2018. Na temporada passada pelo Real Madrid, Vinícius marcou 3 gols em 29 jogos.

    Imagem em destaque e divulgação nas redes sociais: Real Madrid / Site oficial

  • Nova Copa Sul-Americana é a chance de acertar o calendário do futebol brasileiro

    Todo o sistema forte, com mais tempo para treinamento e descanso, proporcionando melhoria na qualidade de jogo

    Blog Overlapping | Luiz Filho – Twitter: @lavfilho

    Depois de um longo e tenebroso inverno… voltei a escrever! O assunto calendário é uma obsessão minha e a oportunidade está criada com a CONMEBOL decidindo promover a Copa Sul-Americana com fase de grupos. Gosto da ideia. Detalharei meus pensamentos sobre calendário do continente com o foco no Brasil.

    Politicamente não é fácil uma “revolução” nas datas e torneios, por causa dos arranjos internos da CBF e das configurações dos campeonatos estaduais. Um calendário racional tem que ser construído de cima para baixo. Faz tempo que os Estaduais controlam as datas e o sistema.

    Os clubes da Série A, B e C são coniventes e raramente reclamam. A chave para o início de uma revolução e melhoria na profissionalização do futebol tem que partir da “elite” dos clubes, com cuidado pra não atingir em demasia matando os pequenos. E falo de clubes, não esse enganoso sistema federativo que só trava a evolução do mercado como um todo.

    O Campeonato Brasileiro deve ser a base do sistema por uma série de razões (cotas, previsibilidade de receitas, melhor planejamento etc). Respeitando as datas já conhecidas e de maior hierarquia facilita racionalizar o calendário. É caminho sem volta. Objetivos:

    • Adequar o Calendário Brasileiro ao Calendário FIFA/CONMEBOL;
    • Alongar o Campeonato Brasileiro, facilitando a distribuição das receitas de TV;
    • Ter 67 datas máximas para o futebol (14 Libertadores/Sul-Americana + 2 Recopa + 38 Brasileiro + 12 Copa do Brasil + 1 Supercopa);
    • Desconcentracão dos jogos importantes ao final da temporada (alívio nos jogos sequenciais);

    A conta é complexa e o problema é a obrigatoriedade dos clubes de Série A de terem de participar dos campeonatos estaduais com equipes principais. Assunto pra outro texto. Sigamos. Às datas:

    • O ano tem 52 semanas (104 datas, meio de semana e fim de semana);
    • Férias e pré temporada: 16 datas;
    • Datas FIFA: 10 datas por ano;
    • CONMEBOL: 16 datas com final de Sul-Americana e Libertadores (14) em jogo único, Recopa (2). Sem contar Copa América;
    • CBF: 51 datas. Brasileiro (38), Copa do Brasil (12), Supercopa do Brasil (1);
    • Sobram 11 datas.

    Estas 11 datas são fundamentais para que os clubes mais competitivos respirem. São datas para treinamento e descanso durante a temporada. Em anos mais agudos elas podem ser usadas para a Copa do Mundo e a Copa América, que podem e devem utilizar no máximo 10 datas. Ainda sobraria uma data para remanejamento em excepcionalidade.

    Um clube de Série A só usaria as datas máximas em caso de vitória em uma competição nacional mais vitória em competição internacional na temporada anterior, além chegar em todas as decisões de competições no ano corrente. Pode acontecer com o Flamengo nesta temporada. Seriam mais de 80 partidas no modelo atual, enquanto no proposto aqui, no máximo, 67 (sem contar o mundial de clubes).

    Chegamos ao nosso segundo problema: o encaixe das competições.

    As maiores federações (CBF e AFA) teriam que entrar em consenso para ajudar a CONMEBOL num novo modelo de vagas para competições continentais. Brasil e Argentina tem vagas excessivas nas competições continentais. Está em um ponto em que elas não privilegiam mais o mérito esportivo na temporada anterior (um país pode ter até oito clubes na Libertadores e seis na Sul-Americana, ou seja, 14 vagas totais).

    O ideal seria adequar as copas continentais acabando com fase “pré”. Seriam 64 vagas totais para as competições. Explicando:

    • 8 vagas para Brasil e Argentina (4 para cada competição);
    • 6 vagas gerais para os demais países (48);
    • 2 vagas para campeão da Libertadores e o da Sul-Americana;
    • Isso faz com que na prática os dois últimos países colocados no ranking da CONMEBOL ganhem uma vaga a mais na Sul-Americana em cadeia. Há uma troca, já que a vaga do campeão das copas sai de uma competição e vai para a outra. Uma espécie de compensação;
    • Seriam 32 vagas para a fase de grupos da Libertadores e 32 para a Sul-Americana.

    Nada trivial, nada impossível. O problema é a política.

    Saíndo das competições continentais, vamos ao detalhamento das competições CBF:

    • 44 finais de semana disponíveis no ano;
    • Final de Libertadores, Sul-Americana e Copa do Brasil em fim de semana. Três datas;
    • Cinco datas FIFA em fins de semana;
    • Cinco finais de semana possíveis de Copa América ou Copa do Mundo (transformando em padrão). Sobram 31 finais de semana.
    • Campeonato Brasileiro em 31 fins de semana e sete meios de semana. Podem ser mais fins de semana, dependendo das combinações entre competições e datas.

    A Copa do Brasil merece explicação à parte. Um novo formato será construído aqui:

    • 12 datas, 256 clubes (oito clubes por federação estadual e os 40 clubes das séries A e B do ano corrente). A competição mais democrática do país;
    • A primeira fase deve ser regionalizada para reduzir custos.
    • Os 32 primeiros do ranking da CBF são sorteados primeiro, como cabeças de chave, e poderão jogar contra qualquer dos outros 224 clubes da competição;
    • Após esse sorteio, os 192 clubes restantes seriam sorteados para enfrentarem adversários regionais;
    • Para a 2a e 3a fase, mesmo procedimento para os 32 melhores ranqueados da CBF evitando confrontos entre estes clubes. Caso eles sejam derrotados, o clube de menor ranking “herda” esse direito no sorteio;
    • Simplificando, os 32 melhores ranqueados não se enfrentariam nos confrontos das primeiras 3 fases. Todas disputadas em partidas únicas na casa do menor ranqueado;
    • 16 avos de final, Oitavas, quartas e semifinais – Sorteio pote único. Jogos de ida e volta com sorteio;
    • Final em jogo único em sede pré-definida;
    • Doze datas totais. Nove meios de semana, um fim de semana;
    • O campeão da Copa do Brasil vai para a Sul-Americana, valorizando as vagas do Campeonato Brasileiro que serão destinadas para a Libertadores;
    • Como estímulo aos menores clubes, retiraria 20MM do prêmio atual do campeão e 5MM do prêmio do Vice e dividiria entre os participantes da primeira fase. Com peso grande na segunda rodada, um bônus pra quem passar da rodada inicial;
    • Como todos os clubes jogariam, sem distinção entre Libertadores e fases, as premiações também seriam igualitárias. Na Copa do Brasil todos receberiam o mesmo valor por fase, sem privilégios aos grandes, dando uma premiação melhor aos pequenos.

    Patrocinadores, televisões, clubes, confederações e o público ganham. Todo o sistema se torna forte com mais tempo para treinamento e descanso, proporcionando melhoria na qualidade de jogo pela racionalidade do calendário alongado.

    As 67 datas máximas respeitaria aos clubes internacionais da Série A (Libertadores e Sulamericana), que teriam mais tempo de treino, e assim, os não-internacionais também teriam condições de trabalhar para conseguir as vagas internacionais no ano seguinte, inclusive os ascendentes da divisão inferior.

    As 39 datas mínimas abririam espaço para a disputa dos Estaduais (ou regionais) para estes times não-internacionais e da Série B, que poderiam disputar com foco, inclusive, mas sem a “obrigatoriedade”.

    Minha visão de ordenamento de calendário para a Série A (Série B também, porque não?) está sempre olhando a competição mais importante, da maior federação pra menor. Não há justificativa para a não racionalidade, a não ser a manutenção do poderio das federações estaduais e suas intragáveis 18 datas.

    Flamengo Hic Et Ubique

  • Flamengo conta com brilho dos mais jovens e disputa o título contra o Tijuca

    O Rubro-Negro buscará o 15º título consecutivo amanhã, a partir das 14h, contra o Tijuca, no Maracanãzinho.

    Na tarde deste sábado (3), o Flamengo venceu novamente com tranquilidade o Municipal, por 92 a 51, e se classificou para a final do Estadual. Pedro Nunes foi o cestinha do jogo e terminou com 19 pontos.

    “Sensação muito boa, sendo um ala-armador e você sair sendo o cestinha do jogo, com um bom aproveitamento nas bolas de três é tudo que mais quero. Fico muito feliz de além de ser o cestinha, poder contribuir no geral com o time, poder ajudar na defesa, passes no ataque e tudo mais. Então foi um bela vitória e pude fazer meu trabalho”, disse o rubro-negro.

    Destaques do Flamengo

    • Pedro Nunes – 19 pontos e 7 rebotes
    • Rafael Rachel – 17 pontos e 19 rebotes
    • Leo Demetrio – 11 pontos Matheusinho – 9 pontos
    • Franco Balbi – 9 pontos e 9 assistências

    Jogo

    Anteriormente, Gustavo de Conti já tinha avisado que Hettsheimer seria poupado e assim como ele, Olivinha e Marquinhos também não entraram. Contudo, o Flamengo tem um elenco recheado de bons jogadores e Leo Demétrio e Chuzito demonstraram isso, sendo os principais pontuadores no período. Yago, que começou no banco esta tarde, entrou inicialmente no lugar de Balbi e não apenas continuou distribuindo excelentes assistências, mas também aumentando a pontuação da equipe.

    No início do segundo quarto, Yago e Balbi enfim começaram juntos na armação e Pedro Nunes, Ruan e Rachel completavam o quinteto. Pedro, que saiu do banco e teve bastante tempo em quadra, se destacou e tomou o posto de cestinha da partida.

    E bem como na partida anterior, o Flamengo só administrou o placar no segundo tempo. Os meninos da base continuaram em quadra e dessa forma, mostraram capacidade e qualidade para certamente serem reservas úteis no elenco rubro-negro.

    Foto destacada: Andre Moreira/ Brand /FBERJ

  • Covid-19: promessa da base do Flamengo testa positivo

    Surto de coronavírus no Mais Querido continua e zagueiro promissor vira desfalque no elenco após diagnóstico positivo para a doença

    Mais um jogador do Flamengo testou positivo para a Covid-19. Desta vez foi o zagueiro Milani, destaque do elenco sub-20 do Rubro-Negro, que teve o diagnóstico no início desta semana. O jovem atleta de 19 anos está assintomático, passa bem e cumpre a quarentena em casa.

    Na última quinta-feira (01), o time empatou com o São Paulo por 0 a 0 em partida válida pelo Campeonato Brasileiro sub-20. Milani, que foi relacionado na partida contra o Palmeiras no domingo, não pôde viajar com a delegação e o Flamengo utilizou o volante Dhouglas improvisado na zaga.

    Veja também: Flamengo/Marinha recebe o Audax na Gávea

    O zagueiro veio emprestado do Real Brasília e tem contrato com o clube até o final de 2021, mas o Rubro-Negro já estuda a renovação do vínculo do jogador.

    A pandemia de coronavírus afetou fortemente o clube, que já contou com cerca de 22 desfalques por conta da doença. Para a próxima partida do Brasileirão contra o Athletico-PR, o Flamengo já contará com os atletas que antes estavam afastados em isolamento. No entanto, o auxiliar técnico Jordi Guerrero, que comandou o time nas duas últimas partidas, também foi diagnosticado positivamente para a covid-19.

    *Créditos de divulgação da imagem: Alexandre Vidal / Flamengo / Divulgação*

  • Jordi Guerrero testa positivo para covid-19 e desfalca comando do Flamengo contra o Athletico-PR

    Retorno de Dome ainda será avaliado por departamento médico

    Jordi Guerrero testou positivo para o novo coronavírus e está fora do comando do time rubro-negro no jogo deste domingo (4), contra o Athletico-PR, pelo Brasileirão. Domènec Torrent ainda será avaliado e, caso teste positivo, quem deve ficar no seu lugar é Jordi Gris, que já assumiu o comando do treino do clube na manhã deste sábado. As informações são de Raisa Simplicio, jornalista do Brasil Global Tour.

    O auxiliar técnico de Domènec Torrent, Jordi Guerrero, estava sob o comando do Flamengo enquanto o treinador ainda se recupera da covid-19, desde que testou positivo no último dia 23. Guerrero treinou o elenco nos jogos contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro, e contra o Independiente del Valle, pela Libertadores, e vinha fazendo um trabalho bastante elogiado pelo clube e pela torcida.

    Sai Guerrero, entra Gris

    Caso Domènec Torrent não teste negativo para a covid-19 até domingo (4), quem deve assumir o lugar de Guerrero é Jordi Gris, que já iniciou a manhã de treinos deste sábado (3), no Ninho do Urubu, comandando o time rubro-negro. Atualmente, ele atua como analista de desempenho pela comissão técnica de Dome.

    Jordi Gris já trabalhou como olheiro no Barcelona, como diretor técnico em Kuwait e Al Yarmouk, além de passagens pelo Chennai City FC, na Índia, e pelo New York, nos EUA, onde também foi auxiliar de Domènec Torrent.

  • Ederson cobra quase R$ 1 milhão do Flamengo; cláusula de participação em jogos desconsidera período lesionado

    Ex-jogador teria direito a reajuste de R$ 25 mil mensais caso atuasse em 65% das partidas oficiais. Processo chega a R$ 937 mil

    O ex-meia do Flamengo Éderson acionou o clube na Justiça em R$ 937,500.00. O Mundo Bola teve acesso ao documento ajuizado pelo escritório que representa o ex-jogador, Mazzafera Advocacia. Além de reclamação trabalhista por uma cláusula não cumprida, onde seus salários seriam reajustados em R$ 25 mil caso participasse de 65% dos jogos, o ex-jogador pede ainda danos morais por conta de um tratamento médico, segundo os advogados, “inadequados”, e prorrogação contratual. A autuação do processo tem como data o dia 30 de junho de 2020.

    O caso corre na 37ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1). O Mundo Bola apurou que a juíza Elisabeth Manhaes Nascimento Borges marcou a primeira audiência entre Ederson e Flamengo para às 9h20 do dia 17 de dezembro deste ano, a ser realizada de forma virtual devido a pandemia de Covid-19.

    Ederson foi contratado pelo Flamengo no dia 21 de julho de 2015, ainda na gestão Bandeira de Mello e diretor de futebol Rodrigo Caetano, após se desligar da Lazio da Itália. Na ação, que tem 15 páginas, o ex-jogador cobra valores que entende ter direito a receber a títulos de diferença salarial, reajustes, verbas e benefícios indenizatórios e indenização por dano moral. Foram juntados aos autos os exames de câncer, ressonâncias no joelho, exames médicos das operações que passou, além de um laudo médico.

    Leia também: Flamengo x Athletico-PR: onde assistir, escalação e tudo sobre a partida da 13ª rodada do Brasileirão

    Segundo o documento em que o Mundo Bola teve acesso, seu contrato passou a valer no mesmo dia, onde uma cláusula assinada pelas partes estabelecia reajuste salarial de R$25.000,00 mensal caso o atleta atuasse em 65% das partidas oficiais do clube. Sua estreia aconteceu em 12 de agosto daquele ano, no Maracanã, na vitória sobre Atlhetico Paranaense por 3 a 2.

    Julgando ter direito à cláusula, de acordo com o processo, Ederson documenta que participou de 81% das partidas entre 21/07/2015 (início do contrato) e 20/07/2016. Durante esse período, foram 59 jogos, sendo 37 à disposição, jogou 30, ficou seis vezes no banco sem entrar e uma vez estava a disposição e não foi relacionado. Ao todo, foram 24 jogos em que não esteve à disposição do treinador por lesão ou trabalho de preparação específica. Portanto, o acréscimo salarial começaria a contar a partir do dia 21/07/2016.

    Em outra parte, Ederson cobra danos morais pelo que seus advogados apelam como “sucessivos tratamentos inadequados” e que “acabou por não conseguir recuperar o jogador da lesão tampouco privá-lo das dores.”. O trecho se refere à grave lesão causada pelo lateral direito do Corinthians, o Fágner, no que é descrito no processo como um “tesoura”. Durante o período, o atleta foi diagnosticado com câncer no testículo, o que acabou por agravar seu afastamento dos gramados.

    Outras notícias: Presidente do Atlético-MG volta atrás e nega que entrará na Justiça contra o Flamengo

    Com o contrato se encerrando no dia 10/05/2018, o Flamengo, ao invés de prorrogar o contrato de trabalho pela lesão do atleta, assinou novo contrato em 08/01/2018, sem alteração de cláusulas contratuais, válido até 30/06/2018. Porém, afirma a parte, “contrato foi celebrado no período de estabilidade, o que acarreta em verdadeira prorrogação do contrato, ou seja, quando o anterior ainda estava em vigor.”. Isto porque, segundo o art. 118 da Lei 8.213/91, o acordo (e a cláusula) ainda estaria em validade por conta do tratamento médico ter sido um acidente enquanto estava sob vigência contratual.

    Por tal motivo, Ederson cobra R$ 425 mil pelo período compreendido entre 21/07/2016 e 07/01/2018, mais R$ 412.500,00 a título de redução salarial de 08/01/2018 a 30/06/2018 e indenização por dano moral no valor de R$100.000,00. No total, o valor da ação cobrada chega a R$937.500,00.

    Com a camisa do Flamengo, Ederson entrou em campo em 38 oportunidades e fez quatro gols. O Mundo Bola entrou em contato com todas as partes para ouvir suas versões, porém ainda não obteve resposta.

  • Lutando por vaga na próxima fase, Flamengo/Marinha recebe Audax na Gávea

    Atualmente na 9ª colocação do Brasileiro Feminino, o Flamengo precisa da vitória sobre a equipe paulista para sonhar com a classificação

    Após uma derrota dolorida para o São José, que quebrou um tabu de cinco jogos de invencibilidade, o Flamengo/Marinha volta a entrar em campo às 15h deste domingo (04), para enfrentar o Audax, na Gávea. O duelo entre as equipes será válido pela 13ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2020.

    A CBF TV fará a transmissão da partida: CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR

    Duas vitórias, dois empates e duas derrotas: esse é o retrospecto do Mengão jogando como mandante na competição. Do outro lado, o Audax foi derrotado em todas as cinco partidas como visitante que disputou no Brasileirão, e precisa vencer desesperadamente para se manter na elite. Em caso de derrota, o rebaixamento se mostra inevitável.

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    O Flamengo/Marinha terá dois desfalques importantes para o duelo: a zagueira Karen, expulsa na última partida, cumpre suspensão e não enfrenta o Audax. Quem também cumpre suspensão é a lateral Debora Sorriso, que recebeu o seu terceiro cartão amarelo contra o São José. A tendência é que Renata Diniz e Dantas, sejam as substitutas.

    Campanhas de Flamengo e Audax no Brasileiro A1 2020

    QUESITO COMPARADO FLAMENGO/MARINHA AUDAX
    JOGOS 12 12
    VITÓRIAS 5 2
    EMPATES 3 1
    DERROTAS 4 9
    GOLS MARCADOS 17 4
    GOLS SOFRIDOS 19 38
    COLOCAÇÃO 14º

    Reencontros

    Duas atletas normalmente utilizadas pelo técnico Celso Silva nos jogos Flamengo/Marinha no Brasileirão vestiram a camisa do Audax em 2019: a lateral Mariana Dantas e a atacante Annaysa. A goleira Gabi Croco e a meia Scarlett, que vem se recuperando de lesão, também jogaram pela equipe paulista em anos anteriores.

    annaysa dantas flamengo audax
    Dantas e Annaysa: atletas do Audax em 2019

    Arbitragem – Flamengo x Audax

    O árbitro da partida será Philip Georg Bennett, auxiliado por Rachel de Mattos Bento e Karen Soares Augusto.

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    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Paula Reis / CRF