Autor: diogo.almeida1979

  • Ficção Científica: A Flecha e a Pizza

    O ano é 2031. A campainha toca. E o pedido inflacionado de pizza torna-se uma emocionante homenagem ao Flamengo bicampeão da Libertadores

    – Amo-ooor…

    – Xá comigo, amor, já ouvi o interfone. Atendendo já.

    – Brigado, beibi!

    – Alô? Fala, Botafoguense. É para cá, sim. Valeu, boa noite. Ô Mô, você pediu qual? Não foi aquela pizzaria nova aqui da rua? Borda alta, massa fina e caseira, e só custava 25 guarás. Onde, em pleno ano de 2031, a gente acha uma pizza boa dessas por 25 guarás…

    – Nãaao, tava fechaaada…

    (Blim-blom!)

    – Boa noite, patrão.

    – Fala, campeão. No crédito, por favor.

    – Via relógio, celular ou impressão digital?

    – Polegarzão mesmo.

    – Rê, rê. Pronto. Já tem o imã de geladeira?

    – Dá um aí. Valeu… Minutinho, peraí. Da onde que eu te conheço, meu fera?

    – Rê, rê. Tem tempo, hein. Já vi que o patrão gostava de futebol.

    – Caceta! É isso! Você é aquele atacante do Santos. O que fazia dupla com o Gabigol!

    – Isso, eu mesmo.

    – Calma, não fala… Lembrei! Breno Henrique!

    – Bruno, Bruno. Tempo bom, né?

    – Cara, tu jogou demais em 2018! Me amarrava nas tuas arrancadas.

    Do mesmo autor: O homem que não voltou a Lima

    – Opa, gratidão.

    – E aí, parou já? Que passou?

    – Faz tempo. Tive aquela porcaria no olho, em 2018. Os médicos diziam que eu tinha tudo para recuperar. O Flamengo quase me contratou, lembra?

    – Acho que lembro. Mas o olho…

    – Isso. Foi um rasguinho microscópico na retina, mas deu em cinco lesões diferentes no meu olho. Esse aqui, o direito. Quase que deu para voltar, mas Deus, e meu organismo, não quiseram. Coisas da vida, né?

    – E o Gabigol? Por onde anda?

    – Ah, a gente se fala no zap até hoje. Irmão mesmo.

    – Porra, que azar dele naquele Flamengo de 2019… Foi por muito pouco, né? Vice no Brasileiro. Vice na Libertadores! Todo comentarista dizia que aquele time tinha tudo para ser um dos maiores da história do Mengão. Mas faltou… O quê? Algum detalhe. Alguma peça que não encaixou.

    – Deus não quis, né?

    – Foi o ataque… Para mim, faltou dar liga naquele ataque. Porra, quem sabe se você não estivesse ali do lado do Gabigol, hein?

    – Ô. Nem fala, era meu sonho. O Gabi brinca com isso até hoje.

    – Tu tinha um apelido… Meu chefe era de Santos, ele só chamava você de um apelido. Era…

    – E este ano? Será que o Flamengo sai da fila nessa Libertadores 2031? Já são 50 anos. Uma hora cês acertam o alvo…

    – Flecha!

    – Oi?

    – Lembrei seu apelido. “A Flecha Cafuza”! Meu chefe só te chamava assim. Ele dizia: “Se esse cara fechar com o Flamengo vocês estão feitos. É a Flecha Cafuza! O cara corre muito, mas é inteligente.”

    – Nas peladas ainda bato uma bolinha. Mas com esse meu peso… agora é só lançando. Rê, rê.

    – Rola uma selfie? Pro meu ex-chefe?

    Veja também: Sobrevivente da tragédia no Ninho, zagueiro assina primeiro contrato profissional com o Flamengo

    (Porta se fecha.)

    – Que tal a pizza, amor?

    – Maravilhosa. Sente a bordinha.

    – Quem era o bem nutrido? Engataram o maior papo.

    – Ninguém, ninguém. Um fera.

    – Nhmmm… Delícia. Abre o vinho?

    – Gostou? É, como disse o parceiro na entrega: “Nossa pizza… é outro patamar!”. Estou rindo disso até agora, vai entender.

    – Cê é bobo.

    – A vida tem umas coisas, né? Que fera… Grande Breno Henrique!

    * Em homenagem a Bruno Henrique e todos os craques, em campo ou no banco, que nos deram tantas alegrias há um ano, na Libertadores e no Campeonato Brasileiro de 2019.

  • Sobrevivente da tragédia no Ninho, zagueiro assina primeiro contrato profissional com o Flamengo

    Jhonata Ventura, de 16 anos, fecha com o Rubro-Negro até setembro de 2023

    Um dos sobreviventes do incêndio no Ninho do Urubu, que aconteceu há quase dois anos, o jovem zagueiro Jhonata Ventura, de 16 anos, assinou nesta sexta-feira seu primeiro vínculo profissional com o Flamengo. O contrato, já publicado no BID da CBF, vai até setembro de 2023. O jovem usou as redes sociais para comemorar o acerto:

    Após o incêndio, que aconteceu em fevereiro de 2019 e tirou a vida de dez meninos da base rubro-negra, Jhonata foi o último sobrevivente a ter alta e chegou a ter cerca de 30% do corpo queimado. Ele ficou quase um ano afastado do futebol para se recuperar completamente e voltou a treinar somente em janeiro de 2020.

    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Marcelo Cortes /Flamengo

  • Flamengo x Racing: veja as datas e onde assistir as partidas

    Nesta sexta-feira, a Conmebol divulgou uma tabela confirmando as datas, horários e locais de transmissões de todas as partidas das oitavas de final da Libertadores

    O Flamengo jogará a primeira partida do mata-mata na terça-feira (24/11), às 21h30, contra o Racing, no estádio Presidente Perón, na Argentina. O jogo de volta, que será no Maracanã, acontece na semana seguinte, na terça-feira (1/12), igualmente no mesmo horário. O SBT será o canal de transmissão de ambos os duelos. No entanto, os torcedores também poderão acompanhar pelo FoxSports, canal de tv fechada.

    Assim como o Flamengo, Santos e Athletico Paranaense também jogarão a partida de ida das oitavas de final da Libertadores na terça-feira (24). Enquanto o Peixe enfrenta a LDU, no Equador, o Furacão vai encarar o River Plate na sua arena, em Curitiba. Os outros brasileiros classificados vão jogar na quarta-feira (Delfin x Palmeiras e Internacional x Boca Juniors) e na quinta-feira (Guarani x Grêmio).

    Todos os duelos foram sorteados nesta sexta-feira (23) e os torcedores do Flamengo reagiram de diferentes maneiras. Nas redes sociais, muitos comemoram o fato de enfrentar um time tradicional, o mais bem colocado do pote 2. Do outro lado, no entanto, alguns lamentaram por não enfrentar um time menos complicado, na teoria.

    Fato é que o caminho está trilhado e mesmo difícil, não importa quem vier, o Flamengo terá que jogar com qualidade para buscar o seu terceiro título da Copa Libertadores. Contudo, o Mais Querido ainda tem que se preocupar com o Brasileirão e a Copa do Brasil. Neste domingo (25), a equipe comandada por Domènec vai até o Beira-Rio enfrentar o Internacional, podendo assumir a liderança isolada do campeonato com uma vitória. Os times entram em campo às 18h15, com a transmissão exclusiva do Premiere.

    *Créditos da imagem destacada: Marcelo Cortes / CRF

  • Arrascaeta é convocado pela seleção uruguaia e desfalca Flamengo contra Atlético-GO

    O meia joga pelas Eliminatórias da Copa nos dias 13 e 17 de novembro

    O Arrascaeta foi convocado mais uma vez pela seleção uruguaia, em lista divulgada nesta sexta-feira, 23. O meia joga as duas próximas rodadas das Eliminatórias da Copa nos dias 13 e 17 de novembro. O atleta integra os números de desfalques do Flamengo, que também tiveram Rodrigo Caio e Everton Ribeiro convocados, pela seleção brasileira. Coincidentemente, os três jogadores se enfrentarão na próxima fase, na partida do dia 17, entre Uruguai x Brasil.

    Com a convocação, o meia de campo desfalca a equipe do Flamengo no jogo contra o Atlético-GO no dia 14 de novembro, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Além de Arrascaeta, Rodrigo Caio e Everton Ribeiro, quem também deve ser convocado novamente para jogar pela seleção é o chileno Mauricio Isla. Até a tarde desta sexta-feira, 23, a seleção do Chile ainda não havia divulgado a lista dos convocados.

    O jogador desfalca o elenco rubro-negro para jogar as Eliminatórias pela seleção do Uruguai nas partidas contra a Colômbia, no dia 13 de novembro, e contra o Brasil, no dia 17 de novembro. No entanto, as próximas duas rodadas das Eliminatórias da Copa serão os últimos jogos das seleções sul-americanas no ano de 2020.

  • Éverton Ribeiro e Rodrigo Caio são convocados para a Seleção; Tite minimiza críticas sobre calendário

    O meia e o zagueiro foram chamados para jogos das Eliminatórias pela segunda vez no ano e podem ser desfalques na Copa do Brasil

    Nesta sexta-feira (23) o técnico da seleção brasileira, Tite, anunciou os convocados para as próximas partidas das Eliminatórias da Copa do Mundo. Os rubro-negros Rodrigo Caio e Éverton Ribeiro voltaram a ser chamados para as partidas contra Venezuela e Uruguai, nos dias 13 e 17 de novembro, respectivamente.

    Leia: conheça o adversário do Flamengo nas oitavas da Libertadores

    No Instagram, Marília Nery, esposa do capitão do Flamengo, postou vídeo reagindo emocionada às falas de Tite ao lado do craque. Esta é a segunda vez no ano em que o zagueiro e o meia são chamados para compromissos com a seleção. Sem jogar desde que retornou e lesionado, a última partida do camisa 3 pelo Rubro-Negro foi na derrota por 5 a 0 contra o Independiente Del Valle na Libertadores no dia 17 de setembro.

    Veja: um ano do ‘Cincuun’! Relembre a vitória por 5 a 0 sobre o Grêmio

    Os jogadores irão desfalcar o Rubro-Negro na 21ª rodada do Campeonato Brasileiro quando enfrenta o Atlético-GO. Caso passe de fase contra o Athletico-PR e avance na Copa do Brasil, os convocados também poderão ser desfalques nas quartas de final da competição. Os jogos da seleção brasileira serão nos dias 13 e 17 de novembro e bate com o mesmo período da próxima fase do torneio de mata-mata que estão previstos para a semana do dia 11 e 18 do mesmo mês.

    Calendário cheio e desfalques mais uma vez

    Questionado sobre o calendário da data FIFA ser especificamente colado com o chaveamento das competições nacionais, o treinador da seleção minimizou o impacto das convocações dos jogadores que atuam no Brasil. Além de Rodrigo Caio e Éverton Ribeiro, Gabriel Menino e Weverton, ambos do Palmeiras, também foram chamados. Para Tite, o Mundial já começou.

    Leia também: conheça o Racing e como joga o rival do Flamengo na Libertadores

    “Não foi colocado em questão (a não convocação de jogadores de clubes brasileiros). Em outros momentos, estive aqui, reconheci e coloquei para vocês. Esse (momento), absolutamente, foi o que a seleção brasileira precisa para o Mundial, e nós já começamos o Mundial”, afirmou.

    Em 2019, o treinador também passou por situação parecida, quando deixou de chamar jogadores que atuam no Brasil por conta da reta final da competição mata-mata. Na ocasião, os jogos da seleção canarinho eram amistosos. Tite também disse que vem monitorando Thiago Galhardo, do Internacional, e os rubro-negros Bruno Henrique e Pedro e admitiu a possibilidade de convocá-los futuramente.

    *Créditos de divulgação da imagem: Alexandre Vidal / Flamengo*

  • Saiba como é o retrospecto do Flamengo contra argentinos na história da Libertadores

    Com o Racing pela frente nas oitavas, retrospecto do Flamengo contra argentinos na Libertadores é favorável ao clube carioca

    Nessa sexta-feira (23), foi realizado o sorteio das oitavas de final da Copa Libertadores 2020. Mesmo com a terceira melhor campanha da fase de grupos, o Flamengo terá uma pedreira no seu caminho: o Racing, da Argentina. Mas, apesar de ser um oponente complicado, o retrospecto do Flamengo contra argentinos na maior competição das Américas é positivo.

    Ao todo, são 11 jogos na história, com seis vitórias, três empates e duas derrotas. O adversário mais recorrente é o River Plate, que apareceu cinco vezes no caminho do Mais Querido. A mais marcante delas, é claro, na última decisão do torneio, que teve vitória rubro-negra. Enquanto o confronto contra o Racing será o primeiro.

    Histórico se inicia na década de 80

    A história do Flamengo desafiando os “hermanos” começou em 1982. Um ano depois da primeira conquista da América, o time de Zico e cia encarou o River Plate, na segunda fase da competição. Apesar dos millonarios terem passado para esse estágio do torneio com a melhor defesa, isso não foi páreo para a artilharia ofensiva do clube carioca.

    No Monumental de Nuñez, uma vitória categórica pelo placar de 3 a 0. Lico, Nunes e Zico foram os autores dos gols. Na partida de volta, para um público de 68 mil pessoas, novamente o Rubro-Negro foi impiedoso no setor ofensivo. Dessa vez, batendo o River por 4 a 2, com tentos marcados por Júnior, Tita, Zico e Ronaldo Marques.

    Apesar das duas excelentes vitórias contra os argentinos, o Flamengo acabou ficando em segundo no seu grupo, atrás do Peñarol. E, como naquela época, o regulamento previa uma final entre os primeiros colocados de cada grupo, o clube carioca ficou de fora da decisão.

    Primeiro confronto diante do River aconteceu em 1982; no Maracanã, 4 a 2 com show de Zico.

    Primeira derrota vem na década de 90

    Quando se pensa no maior clássico das Américas, é normal lembrar de “Boca x River” como resposta. E foram exatamente as duas maiores equipes da Argentina que estiveram no caminho do Flamengo no retrospecto geral contra times desse país.

    Comandado por Vanderlei Luxemburgo e capitaneado por Júnior, um Flamengo cheio de garotos recebeu os xeneizes no Maracanã pelo jogo de ida das quartas-de-final. A vitória por 2 a 1, com gols de Marquinhos e Gaúcho, não foi o suficiente para os cariocas. Na partida de volta, o revés pelo placar de 3 a 0 acabou dando a vaga ao Boca.

    No Maracanã, Flamengo venceu os Xeneizes por 2 a 1 em 1991.

    Anos 2000: eliminações traumáticas marcam o início da década

    Em 2012, um adversário inédito pela frente. O badalado Flamengo, que tinha nada mais, nada menos que Ronaldinho Gaúcho e Vágner Love em seu elenco, caiu em um grupo que muitos viam como acessível. Lanús, Olimpia e Emelec eram os adversários.

    E contra os argentinos, a estreia. Estádio de La Fortaleza, localizado na província de Buenos Aires. O Mais Querido, treinado por Joel Santana, abriu o placar no segundo tempo, com gol marcado pelo lateral Léo Moura. Apesar de ter ficado todo na retranca, o Rubro-Negro sucumbiu a pressão adversária e levou o empate no fim.

    No jogo da volta, o trauma. Um dia que ficou marcado na mente de muitos flamenguistas pelo pior motivo possível. Chegando na última rodada em situação crítica, o Flamengo necessitava de uma vitória contra o Lanús, somada a um empate entre Olimpia e Emelec para se classificar.

    O duelo contra os argentinos não foi dos mais difíceis: vitória com placar elástico, 3 a 0. Gols de Wellinton, Luiz Antônio e Deivid. O problema era o que acontecia no Estádio Defensores Del Chaco, no Paraguai. O Emelec vencia por 2 a 1 até os 42′ do segundo tempo, quando o Olimpia empatou. Festa da Nação! Mas…minutos depois, gol do Emelec. Eliminação rubro-negra com requintes de crueldade.

    Felipe e Vágner Love lamentam eliminação traumática após vitória contra o Lanús por 3 a 0.

    Em 2016, um novo adversário. O San Lorenzo de Almagro, que havia conquistado a tão desejada taça da Libertadores dois anos antes. Novamente, na estreia da competição, os argentinos. Dessa vez, vestindo vermelho e azul.

    No Maracanã, uma goleada. Aproveitando a falta de ritmo dos jogadores do San Lorenzo, por conta da greve do futebol na Argentina, o Mais Querido fez 4 a 0, com direito a pênalti perdido por Paolo Guerrero. Na volta, em partida disputada no Nuevo Gasómetro, uma nova eliminação traumática.

    De nove combinações possíveis de resultado, apenas uma não classificava o Flamengo. E foi exatamente essa que aconteceu. Derrota para o San Lorenzo, por 2 a 1, com o gol da virada sendo marcado aos 47′ do segundo tempo. Enquanto isso, o Athletico-PR ganhava da Universidad Católica, no Chile. Ambos os vencedores daquela noite seguiram rumo as oitavas.

    Mais uma vez, o River pela frente; a Glória Eterna foi alcançada

    Em 2018, o Flamengo precisou iniciar a fase de grupos jogando sem público, em virtude da confusão ocorrida no Maracanã, na final da Sul-Americana de 2017, contra o Independiente (ARG). Uma dessas partidas foi contra o River Plate.

    Na primeira rodada, um empate por 2 a 2, recheado de polêmica. Após sair atrás no placar, o Mais Querido virou com gols de Éverton e Henrique Dourado. Porém, no final da partida, os Millonarios igualaram o placar, com um chute de fora da área fora do alcance de Diego Alves.

    Na última rodada, Flamengo e River chegaram já classificados. E, por conta disso, o que se viu no Monumental de Nuñez foi um empate chocho por 0 a 0. Entretanto, o que faltou de emoção na Argentina, sobrou em Lima, quando as equipes se enfrentaram novamente.

    38 anos depois, o Flamengo voltava a ganhar um título de Libertadores, da forma mais épica possível. O jogo que imortalizou nomes como Gabriel Barbosa, Éverton Ribeiro, Bruno Henrique e Jorge Jesus na galeria de ídolos rubro-negros. A Glória Eterna que todo flamenguista sempre sonhou em assistir.

    Um momento marcado na eternidade: jogadores do Flamengo levantam a segunda Libertadores da história do clube.

    Já o retrospecto do Flamengo contra o Racing…

    Apesar de não ter enfrentado o time de Avellaneda pela Libertadores, eles já se enfrentaram por um torneio internacional. Em 1992, pelas semifinais da Supercopa, o Racing levou a melhor contra o Mais Querido.

    Após um empate por 3 a 3 no Rio de Janeiro, os argentinos ganharam no El Cilindro. Triunfo por 1 a 0, com gol marcado por Alfredo Graciani. Na decisão, o Racing encarou o Cruzeiro, terminando a competição com o vice-campeonato.

    Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Rodrigo Coca/Conmebol

  • O dia em que o Flamengo pediu a Libertadores em casamento

    Surreal. Absurdo. Fantástico. Acredito que nunca teremos adjetivos suficientes para expressar o que foi o dia 23/10/2019, um dos dias mais felizes da vida de um rubro-negro. O palco foi o Maracanã, a nossa casa, lotada de esperança, e em campo, a possibilidade de voltar a uma final de Libertadores da América depois de 38 anos. O rival? o Grêmio de Renato Gaúcho que jogava um futebol exemplar e disputava com o Flamengo o posto de melhor futebol do Brasil.

    O primeiro confronto, no Sul, terminou empatado. Nessa partida, o Fla engoliu o time do Grêmio com mais posse de bola, mais chutes a gol e um volume de jogo impressionante. A equipe de Jorge Jesus teve 3 gols anulados e só conseguiu abrir o placar aos 23 minutos do segundo tempo com Bruno Henrique, após um cruzamento magnífico de Arrascaeta. O time gaúcho empatou em um momento de rara desatenção do rubro-negro com Pepê, já no fim da partida.

    O clima pro jogo no Rio de Janeiro era um misto gigante de tensão e confiança da torcida. Os ingressos se esgotaram dias antes e a Nação fez uma linda festa, com um mosaico escrito “Até o fim”. Não era um dia comum, não era um confronto comum, e sabíamos exatamente o que deveria ser feito. A torcida, como gostava de dizer o antigo técnico, fez o Flamengo começar na frente.

    O jogo

    21H30. Maracanã. Rio de Janeiro. O Clube de Regatas do Flamengo levou à campo o time titular, o que tinha de melhor. Jorge Jesus escalou Diego Alves no gol, Rafinha e Filipe Luís nas laterais, Pablo Marí e Rodrigo Caio formavam a dupla de zaga. No meio, a trica com Arão, Gerson e Everton Ribeiro. E no ataque, o trio Bruno Henrique, Gabigol e Arrascaeta.

    O Grêmio adotou uma postura diferente do que vinha jogando. Mudou o centroavante e adicionou um zagueiro na lateral direita pensando em segurar os avanços rubro-negros por aquele lado. Renato entrou com: Paulo Victor, Paulo Miranda, Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Michael, Matheus Henrique e Maicon; Alisson, André e Everton Cebolinha.

    Primeiro tempo

    A bola rolou exatamente na hora marcada, não se ouvia outra coisa dentro do Estádio se não a voz de milhares de rubro-negros apoiando e jogando o time pro ataque. A partida começou tensa, estudada por parte dos jogadores. O Flamengo controlava a bola como gostava de fazer, mas não levava perigo ao Grêmio. Com o resultado favorável, o Fla não pressionou a saída de bola como de costume e apenas administrava sem tomar sustos, isso até os 18 minutos.

    Em um erro de passe, a bola chega ao atleta do Grêmio que lança Cebolinha na ponta esquerda. O atacante finta com o corpo e tira Rodrigo Caio da jogada, leva a bola pro fundo e cruza rasteiro pra área. Diego Alves rebate pro meio e a bola sobre limpa pra Maicon, de frente pro gol vazio. Como um jato e em fração de segundos, Filipe Luís chega por trás e atrapalha o volante gremista. O chute sai mascado, fraco, e Diego abafa a bola.

    A partir desse momento, o Flamengo volta a agir e procurar o ataque. Chega com perigo pela primeira vez com 26 minutos. Everton Ribeiro inverte posição com Arrascaeta, rouba a bola no circulo central e puxa contra ataque. O camisa 7 rola pra Rafinha, o lateral tem a opção de cortar em direção ao fundo do campo, mas dá uma bela fatiada na bola em direção a área e encontra Bruno Henrique que mergulha de peixinho e a bola sai raspando a trave esquerda de Paulo Victor. É o suficiente pra torcida inflamar novamente.

    O jogo volta a se concentrar no meio campo e com o Grêmio muito fechado. Aos 39, Gerson arruma um espaço e tenta o chute de fora, a bola não toma à direção do gol, mas encontra Gabriel dentro da área. O atacante, que está marcado por Geromel e Kannemman, esconde a bola e arruma um espaço, solta a bomba de canhota, mas sai no meio do gol e Paulo Victor faz uma defesa fácil.

    O Grêmio tenta jogar e põe a bola no chão, e é exatamente nesse momento que sai o gol do Mengão. Maicon tem a bola dominada no campo de ataque, dá bobeira e Everton Ribeiro toma. A bola cai em Gerson que com um toque aciona Bruno Henrique. O camisa 27 flutua pelo campo em uma velocidade absurda, Gabigol passa por trás da defesa fazendo o facão e recebe, o artilheiro bate forte, PV rebate pro meio e Bruno Henrique, o Rei da América, empurra pro gol vazio no rebote. É GOL! O primeiro do jogo, aos 42.

    Veja também: Um grito da arquibancada contra o preconceito

    Segundo tempo

    Não deu tempo de respirar. Quem estava na fila do caixa do Estádio, ou foi pegar uma cerveja na cozinha perdeu o segundo gol do Flamengo. Foi relâmpago, como se quem precisasse do resultado fossemos nós.

    Logo após o apito inicial, o Fla foi pro ataque e a bola chegou ao craque Bruno Henrique, o atacante levou pro fundo e cruzou pra trás, Geromel chega antes de Everton Ribeiro e isola pra escanteio. No cruzamento, Rafinha bate, a zaga do Grêmio desvia e a bola sobre na segunda trave pra Gabigol, o camisa 9 já vira chutando forte e bola morre dentro do gol. O segundo do mengão nos 44 segundos da última etapa.

    O segundo tempo foi um massacre e não consigo pensar em outra palavra pra descrever. Foi um banho, uma aula de como se jogar o melhor futebol do Brasil. O Grêmio se segurava, visivelmente “grog” só aguardava e assistia o baile acontecer. Aos 52, Everton chama Filipe Luís, o lateral cruza rasteiro, o jogador gaúcho consegue o corte, mas a bola sobra pra Bruno Henrique que dá apenas um tapa, é o suficiente pra ser derrubado por Geromel dentro da área. Pênalti claro pro Mais Querido.

    Enquanto o árbitro aguarda a decisão do VAR, Gabriel Barbosa já está com a bola na marca do cal, concentrado. VAR confirma a decisão do árbitro. Gabriel x Paulo Victor. Silêncio no Maracanã. Gabigol parte pra bola caminhando, escolhe o canto, bate devagar e…pode levantar a plaquinha! O artilheiro chegava ao seu sétimo gol na competição, o terceiro do Flamengo na partida.

    A festa é geral no Maracanã. Entre sorrisos e choros de alivio, a torcida pouco se importou quando o bandeirinha anulou o gol de Bruno Henrique após impedimento de Gabigol no inicio da jogada. E por favor, nem foi necessário esse gol. Minutos após, aos 66, mais um escanteio, dessa vez cobrado por Arrascaeta, o zagueiro espanhol Pablo Marí sobe e cabeceia pro gol, marcando o 4º do Fla na partida. Nesse momento, o resultado já era inacreditável.

    Porém, existe naquele Flamengo uma sede difícil de explicar. O time é destinado a vencer, obcecado de verdade. A classificação pra final já estava decidida, mas quem disse que isso importava? Aos 70, falta na lateral esquerda. Everton Ribeiro vem pra bola, cruza com perfeição e Rodrigo Caio, sem sair do chão, finaliza o massacre. 5X0, a maior goleada de uma semifinal entre times brasileiros.

    A noite ainda reservava a volta do camisa 10 Diego Ribas. O meia que tinha sofrido uma lesão gravíssima contra o Emelec, ainda nas oitavas de final e voltou em tempo recorde e foi extremamente importante um mês depois. O capitão quase marcou o sexto gol, mas Paulo Victor defendeu.

    O jogo terminou. A história estava escrito na nossa frente. O Flamengo, depois de 38 anos, chegava a sua segunda final de Copa Libertadores da América.

    Gols e melhores momentos da partida:

  • De ídolos rubro-negros às cores da Seleção: conheça a história do Racing e como joga o rival do Flamengo

    Equipe é considerada uma das maiores da Argentina e tem uma História que vai da paixão dos seus torcedores à rivalidade com o Independiente

    O Flamengo terá pela frente o Racing nas oitavas de final da Copa Libertadores. Considerado um dos “Cinco Grandes” da Argentina, La Academia, como ganhou fama ao longo das décadas, é famoso por ter uma das torcidas mais apaixonadas do mundo e das histórias mais incríveis do futebol portenho. Apesar do clube de Avellaneda ter uma Libertadores e um Mundial conquistados, ambos no mesmo ano, 1967, passou por um período difícil neste século e volta aos seus bons momentos nos últimos anos.

    Sob comando do badalado Sebastián Beccacece, técnico que virou sensação no país vizinho por ser comparado ao Jorge Sampaoli, a equipe tem uma estrutura ofensiva e de pressão. Entretanto, não é só pelo futebol que visa o ataque o ponto em comum com o Rubro-Negro, adversário pela próxima fase. Ídolos e paixão dos seus fãs também estão nas duas trajetórias. Confira:

    História: das cores da Seleção à quase falência, a volta de um gigante

    Fundado em 25 de março de 1903 por operários em Barracas al Sud (hoje Avellaneda), o Racing Clube de Avellaneda teve origem na influência inglesa, muito presente na Argentina também no hóquei e rugby, por exemplo, e de clubes como Alumni, Lomas e Belgrano Athletic. Seu nome vem de uma revista francesa, a “Racing Club”, famosa na região um pouco ao norte de Buenos Aires.

    Chamado de La Academia, ou simplesmente, La Acade, ganhou este apelido durante a era amadora do esporte no país vizinho. Entre as décadas de 10 e 20, o clube dominou o cenário futebolístico e ganhou o popular apelido de “La Academia de Football Nacional”.

    LEIA MAIS: ‘O campeão da América não quer largar o trono’: imprensa internacional repercute vitória do Flamengo sobre o Junior

    Suas cores azul e branco são homenagens à bandeira argentina e ao centenário da Revolução de Maio, em 1910. E, a camisa albiceleste da Seleção da Argentina, tem origem justamente no Racing. Apesar de não ser o primeiro a vestir tal fardamento, o Atletico Tucumán teve este título, o selecionado hermano adotou o designer e tonalidades em referência a Academia. Em 1913, excursionando pelo mundo, a bicampeã mundial passou a se vestir como a equiope de Avellaneda.

    Em 1950 o Racing ganhou o seu mítico novo estádio. O então presidente Juan Domingo Perón, que era torcedor do clube, foi homenageado com seu nome no hoje famoso “Cilindro de Avellaneda”. Ganhou este apelido por conta de seu formato, tendo capacidade para 51.389 espectadores.

    Seu momento de glória máximo foi em 1967, quando conquistou a Copa Libertadores da América e o Mundial. Entretanto, é seu único título na competição, alvo de muitas provocações pelos rivais do Independiente, que até hoje são os maiores campeões do torneio sul-americano, com sete conquistas.

    O Independiente, aliás, é seu grande rival. O estádio adversário fica literalmente a algumas quadras do El Cilindro. Considerada por muitos a maior rivalidade na Argentina, os clássicos em Avellaneda são cercados por provocações, brigas e muita paixão. Tem o apelido de El Rojo, por conta da cor vermelha da sua camisa.

    Em 1983, o Racing foi rebaixado para a divisão Primera División B, ficando lá até 1985. Em 1999, após dívidas impagáveis, La Acade abriu falência. Porém, mostrando a força da sua apaixonada torcida, os torcedores ajudaram o time a se recuperar e passando a ser gerido pela empresa Blanquiceleste S.A. E a paixão rendeu frutos dois anos depois, quando levantou o troféu do campeonato Apertura, quebrando um jejum de 35 anos sem títulos nacionais.

    Após altos e baixos, o time se reergueu na década de 2010. Campeão do Transición em 2014, conquistou a Primera Division de 2018/2019 e voltou a ser destaque no cenário continental, participando constantemente da Copa Libertadores.

    Flamengo e Racing: muita coisa em comum

    Não é só a paixão dos torcedores que é traço em comum entre O Mais Querido e La Academia. Muitos personagens fizeram parte da História de ambos os clubes. O primeiro foi Arturo Naón, artilheiro comprado em 1939 pelo Flamengo e que conquistou o Estadual do mesmo ano. O mais famoso atleta de todos foi o campeão do mundo com a Argentina em 1978, o goleiro Ubaldo Fillol. Considerado um dos melhores de todos os tempos, foi ídolo em Avellaneda e jogou na Gávea entre 1984 e 1985.

    OUTRAS NOTÍCIAS: Classificado na Libertadores, Domènec foca em buscar liderança no Brasileirão: ‘Importante agora é vencer o Inter’

    Mais recentemente, Darío Bottinelli e Alejandro Donatti foram outros jogadores que passaram pelas duas equipes. Antes deles, Jorge Paolino, nos anos 70; Luís Cláudio e Silva Batuta, nos anos 60, e Rogelio Domínguez e Manuel Fleitas Solich, nos anos 50, também envergaram as duas camisetes. Solich participou do segundo tri estadual rubro-negro, entre 1953 e 1955.

    Ofensivo e agressivo: como joga o Racing do Sebastián Beccacece

    Uma das maiores revelações entre os técnicos argentinos, Beccacece impõe seu estilo de jogo agressivo e focado no ataque. Tendo como base o 4-1-4-1, se vale bastante da saída “La Volpiana”, quando um dos volantes desce entre os zagueiros, os laterais sobem pro ataque e a iniciação da fase ofensiva acontece com três defensores.

    Apesar disso, o time tem bastantes variações táticas. Os meio-campistas tentam controlar o jogo a todo momento, apoiando os laterais e dando liberdade para que as construções mais perigosas acontençam pelos lados do campo. Geralmente, nesta configuração, um volante centralizado ajuda no equilíbrio da equipe.

    Assim como Domènec e Jorge Jesus, é adepto do apoio por triangulações, sempre com dois jogadores disponíveis para continuar a jogada perto de quem tem a bola. Há uma grande variedade de maneiras pelas quais os jogadores ocupam determinados espaços, com inversões bastante comuns entre laterais e meio-campistas.

    Uma das estratégias implantadas no atual Racing é a formação com quatro defensores e um zagueiro com mais possibilidades de construção. Com isso, o time avança e tenta “empurrar” o adversário no seu campo defensivo. Mais jogadores no ataque, mais posse para quem vem de trás. Para isso, tem trabalhado bastante com laterais que podem ficar na linha de defesa ou avançar dependendo da situação.

    Sem a bola, é muito comum Beccacece não recuar sua equipe e buscar recuperar a posse através da pressão. Essa agressividade é marca dos seus trabalhos e, muitas vezes, força os rivais a terem que rifar para frente com chutões ou rouba em posição de perigo. Foi assim que abriu o placar contra o Nacional do Uruguai, na vitória por 2 a 1, na fase de grupos. Assim, o Racing recomeça com suas jogadas características.

    Porém, um dos pontos negativos da equipe é a bola aérea. Apesar de forte defensivamente, os dois zagueiros, Domínguez e Sigali, são de baixa estatura e permitem muitas ações por este setor. A recomposição no meio-campo também é um fator que pode ser o trunfo do Flamengo e Domènec.

    Entre os destaques do time estão o atacante Nicolás Reniero, que já marcou três gols na Libertadores e os meias ofensivos Walter Montoya e Héctor Fértoli. Os zagueiros Nery Domínguez e Leonardo Sigali comandam a defesa.

    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Reprodução / Racing

  • Apavorados, torcedores do Racing reagem ao confronto com o Flamengo

    Nas redes sociais, os torcedores do time argentino tentam mostrar confiança, mas lamentam enfrentar o atual campeão da América

    O sorteio das oitavas de final da Libertadores colocou o Racing (ARG) no caminho do Flamengo. Será um confronto entre dois gigantes da América, com torcidas apaixonadas e muita tradição. Porém, o momento Rubro-Negro, atual campeão, é muito mais favorável. Por isso, os torcedores do clube de Avellaneda se dividem entre confiança na classificação e um certo desespero por encarar a equipe comandada por Domenèc Torrent. As reações nas redes sociais mostram isso:

    Esse vídeo resume o sentimento da torcida do Racing:

    Até houve quem lembrasse que o Racing eliminou o Flamengo em 1992…

    Mas no geral eles estão assim…

    Alguns já estão até desistindo…

    Se não foi bom pra nós, imagina pra eles…

    E claro, quem mais odiou o sorteio foi o Mauro Cézar:

    https://twitter.com/Flatt1993/status/1319687944526045184

    Os confrontos entre Flamengo e Racing acontecerão entre os dias 24 e 26 de novembro (ida) em Avellaneda e 01 e 03 de dezembro (volta) no Maracanã. O Flamengo teve a terceira melhor campanha da fase de grupos e o Racing foi o melhor entre os segundos colocados.

  • Conheça o adversário do Flamengo nas oitavas da Libertadores 2020

    Terceiro melhor primeiro colocado na fase de grupos, Flamengo enfrentará o Racing (melhor segundo) nas oitavas de final da Libertadores 2020

    O tão esperado sorteio da Conmebol ocorreu nesta sexta-feira e determinou os confrontos das oitavas de final na Libertadores 2020. Atual campeão, o Flamengo enfrentará o Racing. O jogo de ida será disputado na Argentina, entre os dias 24 e 26 de novembro. O Flamengo tem a vantagem de disputar a partida da volta em casa, entre 01 e 03 de dezembro.

    https://twitter.com/FlamengoNumeros/status/1319413909003096064

    Enquanto o Rubro-Negro conquistou a vaga após ser o líder do grupo A, com 15 pontos ganhos em 18 disputados (3º melhor primeiro colocado), o Racing ficou na segunda colocação do grupo F, com os mesmos 15 pontos em 18 disputados, mas ficando atrás do Nacional nos critérios de desempate.

    Vale destacar que a partir do chaveamento, o Flamengo só “decidiria” uma classificação jogando fora de casa se enfrentar o Santos, em uma provável semifinal. Caso contrário, o Mengão teria a vantagem de realizar a segunda partida nas oitavas, quartas e semifinais no Maracanã.

    Quesito comparado Flamengo Racing
    Jogos 6 6
    Vitórias 5 5
    Empates 0 0
    Derrotas 1 1
    Gols marcados 14 9
    Gols sofridos 8 4
    Clean sheets 2 3
    Desempenho mandante 100% 66,66%
    Desempenho visitante 66,66% 100%
    Artilheiro Bruno Henrique, 4 gols Reniero, 3 gols

    Visitante indigesto: o Racing na Libertadores 2020

    A campanha do clube argentino é idêntica ao do Flamengo, cinco vitórias e uma derrota. A diferença vem no quesito gols: o Racing contabiliza nove gols marcados e apenas quatro sofridos (o Rubro-Negro fez 14 e sofreu 8). O artilheiro da equipe é o atacante Reniero, de 25 anos, com três gols marcados.

    Será o primeiro duelo entre as equipes na competição: o bicampeão Flamengo participa pela 16ª vez da Libertadores, o Racing conquistou o título uma vez (1967) em dez participações. Abaixo, a campanha do clube argentino na atual edição:

    Estudiantes de Mérida 1 x 2 Racing – gols de Nicolás Reniero e Matías Zaracho
    Racing 1 x 0 Alianza Lima – gol de Nicolás Reniero
    Racing 0 x 1 Nacional
    Alianza Lima 0 x 2 Racing – gols de Tiago Banega e Benjamín Garré
    Nacional 1 x 2 Racing – gols de Nicolás Reniero e Héctor Fértoli
    Racing 2 x 1 Estudiantes de Mérida – gols de Lorenzo Melgarejo e Matias Rojas