Autor: diogo.almeida1979

  • Carlos Carvalhal dá detalhes de sua negociação com o Flamengo

    Carvalhal foi um dos procurados para ser o sucessor de Jorge Jesus

    Em entrevista ao Esporte Interativo, o treinador português Carlos Carvalhal, deu alguns detalhes sobre suas conversas com os dirigentes do Flamengo, e revelou o motivo de não ter aceitado treinar o Mais Querido em 2020.

    “Quero dizer que não se recusa um clube como o Flamengo. É um dos melhores clubes do mundo e só uma circunstância especial faz um treinador não poder aceitar um convite destes. Não foi uma questão de não querer, foi não poder”, disse Carvalhal ao canal brasileiro.

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    Ao decorrer da entrevista, o treinador explicou qual foi a “circunstância especial” que o impediu de treinar o Rubro-Negro.

    “Apresentaram-me o projeto numa reunião em Lisboa e fiquei encantado. Estava entusiasmado e decidido a aceitar o convite, mas surgiu um contratempo. Já trabalhei na Grécia, nos Emiratos Árabes Unidos, em Inglaterra e na Turquia e nunca viajei contra a vontade da minha família. Foi sempre com a concordância dela. Desta vez, devido ao Covid, criou-se impasse. Houve muita resistência e não posso sair de casa sem a concordância da minha família. Por muito bom que seja o projeto e até a questão financeira, que é o menos importante, não podia fazer isso. Fiquei extramente desapontado. Há situações na vida que transcendem a nossa vontade. Não foi possível naquele momento, as circunstâncias no futuro podem mudar e quem sabe se amanhã não poderei trabalhar no Brasil”, acrescentou Carvalhal.

    Na ocasião, o Flamengo buscava um treinador para suceder Jorge Jesus, que deixou o clube rumo ao Benfica. Vários nomes foram cogitados e muitas conversas aconteceram, por fim, o clube carioca fechou com o catalão Domènec Torrent.

    O Braga comandado por Carvalhal é o atual quarto colocado do Campeonato Português e está oito pontos atrás do líder, Sporting. Na Liga Europa, a equipe se classificou em segundo lugar no grupo G com 13 pontos, o mesmo número do primeiro colocado, Leicester.

  • Gabigol fala de polêmicas nos bastidores do Fla e diz o que pensa sobre a pressão dos torcedores

    Durante coletiva de imprensa, Gabigol respondeu ainda sobre “falta de comando” dentro do clube e a briga pelo título do Campeonato Brasileiro

    Na manhã desta sexta-feira, 15, Gabigol realizou uma entrevista coletiva diretamente da sala de imprensa do Ninho do Urubu. O artilheiro respondeu perguntas sobre o relacionamento da equipe com Rogério Ceni, polêmicas sobre panelas dentro do elenco e cobranças da nação rubro-negra devido ao baixo desempenho do time nas últimas rodadas.

    Logo de cara, Gabriel Barbosa foi questionado sobre a sua postura no último jogo contra o Ceará, quando ficou no banco de reservas sem uniforme e com expressão de poucos amigos. Ao responder, o atacante foi claro ao afirmar que não gosta de ficar no banco de reservas, mas minimizou especulações geradas em torno da situação.

    “Não. Eu estava no banco, óbvio que eu não gosto de ficar no banco, qual é o jogador que gosta? Eu quero jogar, quero ajudar, mas também respeito os meus companheiros, respeito quem entrou. Vi que muita gente falou besteira, principalmente por eu estar sem a camisa do Flamengo, sendo que contra o Fortaleza eu também estava com outra camisa, entrei e fiz o gol.

    Disseram que eu não quis dar entrevista, que eu não entrei, sendo que nem teve treino dos reservas. Eu sei que quando eles falam essas coisas, eles ganham ibope, então sei que é normal que eles comecem a reparar em tudo. Se eu ficasse sorrindo, é porque eu estava feliz por estar no banco, se eu ficasse triste, é porque eu estava bravo”, pontuou.

    Gabi também foi perguntado sobre as recentes polêmicas que circularam pela imprensa sobre panelas dentro do elenco, que estariam rachando o relacionamento entre os jogadores. Ao responder, o atleta riu e negou a existência das informações.

    “Não existe isso. É claro que em um grupo de 50, 100 pessoas trabalhando diariamente, ter afinidade com alguma pessoa é normal. Mas aqui dentro do clube, que praticamente são os mesmos jogadores que ganharam em 2019, não tinha panela. E quando perde, tem”, afirmou.

    Ao responder sobre a falta de comando para colocar ordem na casa, Gabigol disse que o que falta para o clube ser campeão são os resultados: “Não. A gente tem pessoas aqui que dão respaldo para a gente como Landim, Marcos Braz, Spindel e o nosso treinador. Não sinto que falta isso, o que sinto que falta são os resultados”.

    Na coletiva de imprensa realizada por Rogério Ceni no pós-jogo contra o Ceará, o técnico do Flamengo afirmou que uma das razões para Gabriel Barbosa ter começado no banco, foi por ter identificado que ele e Bruno Henrique estavam jogando muito distantes. Gabriel respondeu o que pensa sobre a mudança no sistema de jogo.

    “Como a gente joga muito tempo junto, as defesas se ligam mais na nossa movimentação, então é normal que a gente seja muito bem marcado. Os números provam que a gente tem dado resultado. Claro que pode ser melhor. A gente quer melhorar e vai melhorar. A gente vem fazendo de tudo para se aproximar mais dentro de campo e fazer mais boas jogadas, não só a gente mas os outros jogadores”, ressaltou.

    Gabigol também falou sobre liderança dentro do elenco. “Cada um tem a sua liderança. A gente tem o Vini que não fala tanto com a imprensa. Temos o Diego Alves que dentro de campo é um líder, o Diego que fora de campo também é um líder…

    Temos eu, que também sou um líder mas de um jeito totalmente diferente deles, com o meu jeito de ser, espontâneo, muitas vezes em cima dos juízes ou ao brigar com algum jogador do time adversário. Temos o Gerson, que tem comprado a ideia de ser um líder, temos o Renê que está aqui há muito tempo, o Willian Arão que tem mais de 30 jogos com a camisa do Flamengo… O que falta não é liderança, o que falta é vencer os jogos”, disse.

    Sem fugir das perguntas, Gabriel Barbosa também deixou claro o quanto lhe incomoda ficar no banco de reservas. “Muito. Não quero ficar no banco. Mas ninguém quer, quem que quer? Ou você acha que o Pedro quando estava no banco, estava feliz? O Michael não está entrando, também está feliz?

    Todo mundo quer ajudar, quer ser campeão duas vezes seguidas do Brasileiro. Sobre a camisa, na Europa é muito normal isso acontecer. Eu fiquei sem camisa contra o Fortaleza e não vejo isso como um problema. Eu fiquei sem a chuteira porque tive uma lesão muito séria no tornozelo, então incomoda um pouco”, explicou.

    Gabigol falou também sobre o aspecto tático e psicológico como reflexo do que tem acontecido dentro de campo no time do Flamengo.

    “Se a gente for analisar, estamos falando de um time que venceu uma Libertadores faltando três minutos, que contra o Racing fez um gol no finalzinho. Então, a gente tem poder de reação sim, mas creio eu que a gente precisa melhorar, matar os jogos antes, cuidar mais taticamente ou psicologicamente para não sofrer os gols e se sofrer, correr atrás para virar a partida. A gente precisa melhorar isso, fazer mais gols e tomar menos gols”, afirmou.

    Ainda sobre o desempenho da equipe, Gabriel Barbosa deu a sua avaliação sobre o que tem faltado para o Flamengo conquistar resultados positivos dentro de campo.

    “É uma mistura de coisas. Não é só incompetência nossa, mas também mérito do adversário. A gente tem que melhorar isso. Estamos estudando o Goiás a semana inteira. Precisamos melhorar na bola parada, lances que talvez a gente não dê tanta importância e acaba levando o gol. Temos que melhorar como um todo, não só para fazer uma partida convincente. Não só ganhar, mas também gostar bem.”

    Gabi falou também sobre o seu relacionamento com o Rogério Ceni e com o restante do grupo. “É um cara que eu tenho aprendido muito e é um espelho para a gente. Ele está sempre sobre do nosso lado conversando sobre tudo, não só sobre o futebol mas também sobre a vida que ele tem e já teve no futebol.

    É um cara experiente, que já vivenciou tudo e está aqui de corpo e alma. Então a gente também está junto com ele para poder ajudar a ele e ele também ajudar a gente”, concluiu.

    Pressão por todos os lados

    Gabigol falou sobre a pressão do time por parte da torcida e da imprensa pela campanha realizada em 2019. Gabigol disse achar injusto fazer comparações, porque acredita ser muito difícil o que aconteceu durante a temporada de 2019 se repetir. “Eu acho que comparar o Flamengo que aconteceu em 2019 é injusto com qualquer time no Brasil. Na minha opinião, o que aconteceu em 2019 vai ser muito difícil acontecer de novo.

    Um time vencer com quase 100 pontos, ganhar Brasileiro e Libertadores… Claro que é o mesmo time, claro que a gente tem potencial para fazer aquilo de novo e vencer de novo e é isso que a gente quer. Mas são tempos diferentes.

    Estamos com outro treinador, com jogadores diferentes, que também são marcados diferentes como eu, Bruno Henrique… Você vê que jogar contra o Flamengo é sempre diferente para eles, e para a gente também tem que ser”, disse.

    Gabigol afirmou ainda que acredita no bicampeonato do Brasileirão. “Como um time que venceu tudo em dois anos atrás e esse ano não pode vencer? Como um time que brigou pela Libertadores faltando três minutos, faltando 10 jogos para o Brasileiro vai desistir ou a torcida vai desistir? Eu acho impossível”, pontuou.

    “Pressão vai ter, é Flamengo. Mas quem não gosta de uma pressão? Quem não gosta de vir aqui tendo todas as condições de vencer? Eu sempre comentei com os meus companheiros que às vezes eu jogava em alguns times que queriam empatar e conseguir o resultado de 1 ponto. E vindo para o Flamengo, sabendo que você tem que vencer todos os jogos, é a melhor coisa para um jogador no mundo, saber que a torcida está ali te apoiando para poder vencer

    A gente tem capacidade para isso e o Rogério sabe disso. E sei que ele sabe lidar muito bem com isso. O que a gente tem que fazer é vencer os jogos, simplesmente assim. Não pensar no nosso concorrente e sim na gente para poder vencer e quem sabe lá na última rodada a gente será campeão”, completou.

    Manifestação da torcida

    Nesta semana, membros das torcidas organizadas do Flamengo estiveram na porta do Ninho do Urubu para manifestar o seu descontentamento com o atual momento do time. Gabi também falou sobre o ocorrido.

    “Não acho certo. Não foi algo tão pacífico, eu soube que amassam carros dos jogadores… Mas quando eles fazem cobrança nas redes sociais e nos estádios e vêm falar com a gente no amor, eu acho que sim, é o correto, porque eles têm razão de cobrar a gente. Mas a gente também está trabalhando para poder vencer, ninguém está aqui para botar a cara e perder o jogo no domingo, na segunda, na quinta…

    A gente sabe o quão bom é ser campeão no Flamengo. E eu sempre falei para as pessoas que eu jogo no Flamengo por causa deles. Eu quero estar naquela avenida lotada, aquilo para mim foi um dos melhores dias da minha vida”, disse ao relembrar da passeata na Avenida Rio Branco com a presença de milhares torcedores em comemoração aos títulos conquistados em 2019.

    Ainda falando sobre o relacionamento com a torcida, Gabriel Barbosa encerrou a coletiva de imprensa com um recado à nação rubro-negra: “Eu quero agradecer pelo apoio deles. A gente sabe que eles cobram porque eles querem algo muito bom da gente. E o que a gente pode fazer é só uma coisa: falar menos e vencer”.

  • Além do Coritiba, outro clube inicia negociações com Rafinha

    Futuro de Rafinha deve ser longe da Grécia

    O lateral-direito Rafinha, que foi campeão da Libertadores, Brasileiro, Recopa Sul-Americana, Supercopa do Brasil e Carioca pelo Flamengo, pode retornar ao futebol alemão. De acordo com o jornal da Alemanha ”BILD”, o atleta de 35 anos interessa ao Schalke 04, clube por onde atuou entre 2005 e 2010.

    A equipe atualmente figura na zona de rebaixamento da Bundesliga, e busca atletas com experiência e passagem pelo clube, para sair da péssima situação na liga nacional. Atualmente no Olympiakos, Rafinha em 20 jogos ainda não marcou, e deu apenas uma assistência.

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    Coritiba também quer o jogador

    De acordo com o presidente do Coritiba, Renato Follador, o clube tem um projeto para repatriar o atleta junto com o zagueiro Miranda. A ideia é que os defensores atuem no Coxa durante uma ou duas temporadas e assumam cargos administrativos na instituição.

    Não preciso convencer, eles querem vir. Temos conversas que foram bem adiantadas. Acho inteligente esses jogadores consagrados e competitivos terem um projeto de segunda carreira. Esses atletas jogam dois, três anos e ficam no clube. O convencimento vem deles mesmos pela paixão pelo clube. E o fator financeiro não é determinante”, disse em entrevista ao GE.

    Para Follador, nem a queda para a Série B seria problema para que Miranda e Rafinha voltassem para seu clube de origem. O lateral tem contrato com o clube grego até junho de 2022. Já Miranda poderia retornar ao clube em junho deste ano, data que termina seu vínculo com o Jiangsu Suning, da China.

    Relembre a despedida do Flamengo

    Rafinha se emocionou e revelou que até pensa em retornar um ida para a Gávea. Confira os principais trechos abaixo.

    “Realizei sonhos aqui. Essa foi a parte mais importante desse ano que passou. Com 34 anos, eu ainda tenho mercado no futebol europeu. Todo jogador sonha em atuar na Europa. Todo mundo sabe. Eu dei o meu sangue no Flamengo. Em alguns momentos fui no sacrifício.”

    “Eu vim para o Flamengo com o coração. Vim, triunfei e ganhei todos os títulos possíveis. Para mim é um prêmio receber uma proposta da Europa com 34 anos. Isso é um desafio. Eu vim para cá com esse desafio e conquistei.”

    “Me apresentaram contraproposta, mas isso já estava decidido na minha cabeça. Eu deixei claro o meu desejo. Devido tudo isso que está acontecendo no mundo”.

    “Com certeza (penso em voltar um dia), o futebol é muito dinâmico. Eu vou, mas meu coração fica. Se for da vontade de Deus eu quero voltar ao Flamengo para poder jogar ainda”.

  • Filipe Luís abre o jogo sobre Domènec, Ceni, Jesus e aposentadoria em entrevista

    Filipe Luís comentou sobre a sua passagem pelo Flamengo em entrevista ao jornal O Globo

    Um dos principais nomes da campeoníssima temporada de 2019 do Flamengo, o lateral-esquerdo Filipe Luís abriu o jogo em entrevista ao jornal O Globo, nesta sexta, 15. Refletindo sobre a sua carreira e já projetando o que fará após a aposentadoria, o jogador também falou sobre o trabalho dos técnicos Domènec e Rogério Ceni. E fez revelações sobre Jorge Jesus

    Sincero na respostas aos jornalistas Carlos Eduardo Mansur e Marcello Neves, Filipe falou sobre quase tudo que viveu no Flamengo nos últimos dois anos. O atleta chegou em julho de 2019, no início do trabalho de Jesus. E relembrou a passagem do português pelo Rubro-Negro:

    “Jesus é muito completo. (…) Talvez tenha sido o mais meticuloso, detalhista, completo que eu tive. Era tudo treinado. Os movimentos pelo lado, com um terceiro homem (junto a lateral e meia) atacando o espaço… Eram uma exigência. O jogador gosta da bola no pé, tocar, fazer tabela. Ele quer o cara no espaço.”, revelou aos jornalistas.

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    Com a ideia fixa de ser treinador, Filipe afirmou que faz leituras de jogo ainda nas preleções dos treinadores. De acordo com ele, Jorge Jesus tomava algumas decisões com as quais não concordava, mas que eram funcionais para a equipe:

    “Jorge Jesus tomava decisões táticas com as quais eu não concordava. Mas não é que ele estivesse certo e eu, errado: não tem isso no futebol. Existe o que funciona. Mas a minha função como jogador era fazer o que ele pedia. Quando acabava o jogo, e costumava dar certo, eu ia conversar com os analistas e perguntava por que foi feito assim, se não era melhor fazer da forma que eu imaginava”, afirmou à publicação.

    Segundo o lateral, a partida contra o Santos em 2019 no Maracanã, vencida por 1 a 0 pelo Rubro-Negro, foi a mais difícil. O jogador revelou que Jesus mudou a estratégia para vencer a forte equipe de Sampaoli:

    “Eles tiveram a bola, dominaram, mas ganhamos de 1 a 0. Eu não concordei, porque, na preleção, ele (Jesus) falou: ‘Hoje, nós não vamos jogar, vamos lançar bola longa no Bruno Henrique e jogar a partir daí’. A gente estava voando. Por que não confiar na gente? Mas fizemos tudo o que ele pediu. A bola vinha, e lançava no Bruno Henrique. Um jogo mais direto, vertical”, explicou.

    Sobre Domènec Torrent, técnico demitido em novembro pelo Rubro-Negro, o lateral refutou a ideia que o catalão não estivesse à altura do clube. Contudo, destacou as dificuldades em substituir Jesus após tantos títulos:

    “Ele fala muito do Messi, tem muito vivo o Guardiola dentro dele. Falar que deu errado, que não sabe nada… Não! O Dome sabe muito de bola. Ele veio na hora errada, não tenho dúvida. Qualquer um que viesse depois do Jesus seria na hora errada, mas tem muitas coisas boas.”, explicou.

    Entretanto, o jogador destacou que Dome enfrentou um problema: a falta de uma equipe com as características que gosta de jogar. Segundo ele, o técnico não conseguiu passar as ideias com atletas diferentes das suas:

    “A única coisa de que senti falta era de definir um sistema de que ele gostava e dizer para nós: vamos jogar assim, do jeito que eu quero. Ele gostava de jogar num 3-4-3 ou 4-3-3 e não tinha pontas no estilo Douglas Costa, Coman… Então, talvez ele não tenha podido fazer o sistema que queria pela característica dos jogadores. Mas se tivesse feito assim, falado que a gente ia jogar no 4-3-3 e ele iria ensinar para a gente o sistema, talvez tivesse dado certo. Mas ele tinha uma saída de jogo excelente, estudo e pressão no adversário excelentes, ele é muito bom. Mas veio na hora errada. Pegou lesões, Covid… Mas aprendi muito com ele”, revelou.

    Atualmente treinado por Rogério Ceni, o jogador de 35 anos explicou que Rogério Ceni tem estilo diferente. Porém, seu potencial pode levá-lo à Seleção Brasileira:

    “Mais do que paizão, é um amigão da gente. O Rogério é o que mais parecido joga com o Jesus. O 4-4-2, com algumas ideias diferentes. Sob esse aspecto do cara que vive o futebol 24 horas por dia, Rogério é igual ao Simeone. Ele está começando, tem quatro ou cinco anos, mas já está mais cascudo do que quando estava no São Paulo: entende mais o jogo, soluciona problemas. Na Libertadores, fomos eliminados, mas com um a menos empatamos o jogo pelas trocas dele. Com o passar dos anos, ele tem potencial para chegar à seleção.”, disse o lateral.

    Filipe Luís falou também sobre o cotidiano com os treinadores que passaram pelo Flamengo desde a sua chegada. Entretanto, segundo ele, todos têm estilos diferentes no trato diário e abertura para discussões de ideias: “Com o Jorge (Jesus), ele não dava muita abertura. O Dome explicava muito, o Rogério dá bastante informação.”, afirmou.

    Revelando qual técnico mais gostou de trabalhar, não ficou em cima do muro e afirmou que foi Jorge Jesus:

    “O último que me agradou de ver foi o Flamengo de Jorge Jesus. O Flamengo é o time que mais se assemelha àquele Bayern campeão da Champions.”, declarou.

    Filipe Luís tem 35 anos e seu contrato com o Flamengo vai até dia 31 de dezembro de 2021. Por enquanto, não há conversas para uma possível renovação.

  • Santos ou Palmeiras? Arrascaeta revela para quem torcerá na final

    Arrascaeta conversou com a imprensa de seu país e contou para qual equipe vai sua torcida

    No dia 30 de janeiro, o continente irá direcionar seus olhos para o Maracanã. Palmeiras e Santos se enfrentam pela final da Copa Conmebol Libertadores desta temporada. Atual campeão pelo Flamengo, o meia Giorgian De Arrascaeta não se esquivou, e revelou em entrevista à Sport 890, do Uruguai, que torcerá pelo Palmeiras graças ao seu amigo Matias Viña, lateral alviverde e companheiro de seleção.

    São dois grandes times brasileiros. O Santos aposta mais na Libertadores do que no campeonato local. O Palmeiras tem feito um bom trabalho na Libertadores. Falei com o Matias Viña (lateral do Palmeiras), dei os parabéns e agora vou torcer para ele ser campeão”, contou o camisa 14.

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    O Fla de Arrascaeta foi eliminado nas oitavas de finais contra o Racing, também no Maracanã. Relembre abaixo como foi a partida.

    Com três minutos, o Flamengo teve duas chances de gol. Arrascaeta recebeu na esquerda e tentou achar Vitinho na área, porém a zaga argentina cortou. No cruzamento, Bruno Henrique na pequena área recebeu um toque de cabeça de Filipe Luís, mas errou a bola na finalização.

    Com 20 minutos, o jogo do Flamengo de Rogério Ceni estava fluindo. A equipe tava criando chances e dominando a partida, sem levar nenhum susto do Racing. Aos 24, Vitinho recuperou uma bola na saída do defensor adversário, deu um chapéu no zagueiro e finalizou em cima do goleiro. No minuto 38, Bruno Henrique fez uma bonita jogada, tocou no Arrascaeta que de meia bicicleta achou Everton Ribeiro sozinho. O camisa 7 cabeceou tentando achar o Vitinho, mas a defesa cortou.

    Vitinho teve outra grande chance aos 45. O atacante recebeu um lindo passe de Arrascaeta, entrou novamente cara a cara mas chutou para a fora.

    Na etapa complementar, o Flamengo voltou da mesma maneira, e no minuto 49, Vitinho finalizou para uma grande defesa do goleiro do Racing.

    O jogo estava controlado, mas começou a mudar de chave quando Rodrigo Caio foi expulso aos 64. Aos 65, Sigali abriu o placar para o Racing após cruzamento na área. Rogério Ceni após o gol sofrido colocou João Gomes no lugar de Arrascaeta e Pedro no lugar de Everton Ribeiro.

    A melhor chance do Flamengo após o gol sofrido foi aos 80. Isla cruzou e Bruno Henrique de cabeça quase empatou. Arão aos 82 quase converteu também em jogada aérea. A última cartada do Rogério foi a entrada de Diego no lugar de Gustavo Henrique aos 88. E deu certo, Diego Ribas cobrou o escanteio e Willlian Arão empatou de cabeça aos 92: 1 a 1. A decisão foi para os pênaltis.

    Nas penalidades: 5 a 3 para o Racing.

  • Mauro Cezar sobre Lincoln: “O Flamengo perdeu a chance de vender bem”

    O jornalista Mauro Cezar Pereira faz críticas ao amadorismo do departamento de futebol do Flamengo ao administrar a carreira do atacante

    Nesta última quinta-feira, 14, o jornalista Mauro Cezar Pereira fez uma análise sobre a venda de Lincoln ao Vissel Kobe em vídeo publicado no seu canal no YouTube. Mauro Cezar afirma que a venda foi um bom negócio para o Flamengo e fundamentaliza a sua opinião fazendo críticas muito bem colocadas sobre as falhas cometidas pelo departamento de futebol rubro-negro ao administrar a carreira do atacante.

    Mauro Cezar critica o departamento de futebol em administrar a carreira de Lincoln desde a era de Eduardo Bandeira de Mello, quando foi recusado uma oferta de cerca de 10 milhões de euros pelo jogador. Já na gestão de Rodolfo Landim, mais uma vez Lincoln deixou de ser vendido, desta vez por cerca de 5 milhões de euros.

    Ao analisar a recusa do Flamengo em vender o jogador enquanto ainda era uma promessa, Mauro Cezar Pereira faz críticas a promoção precoce de Lincoln, antes da base, para o elenco profissional do Flamengo.

    O jornalista atribui esse equívoco do departamento de futebol do clube a um puro deslumbramento pelo momento de Vinicius Jr, também cria da base na época. Em seguida, o jornalista faz análises contundentes sobre as discrepantes diferenças entre o nível de Vinicius Jr em comparação a Lincoln.

    Mauro Cezar Pereira afirma ainda que os crias do Ninho do Urubu devem ser aproveitados enquanto são promessas, coisa que o Flamengo não fez em relação a Lincoln, que acabou que se tornou uma promessa que não se concretizou até hoje.

    Durante a sua passagem pelo profissional do Flamengo, Lincoln se tornou um combo de falhas táticas, com destaque para a mais recente quando perdeu um gol inacreditável contra o Atlético-GO, que poderia ter decidido a partida terminada em 1 a 1. Esse momento desastroso é lembrado por Mauro Cezar, inclusive.

    Após passar por momentos conturbados dentro e fora de campo, com sucessões de falhas injustificáveis e insatisfação da nação rubro-negra, Lincoln enfim dá adeus ao Flamengo e acertou sua ida para o clube japonês Vissel Kobe, conforme anunciado pela imprensa nesta última quinta-feira, 14.

    Mauro Cezar conclui afirmando que, mesmo tardia, a venda de Lincoln foi um bom negócio para o Flamengo, sobretudo para o equilíbro dos cofres rubro-negros, que estão comprometidos em razão dos desdobramentos da pandemia do novo coronavírus e do alto investimento em outros jogadores, como o Pedro, por exemplo.

    Confira a análise de Mauro Cezar Pereira:

  • Atual pentacampeão, Flamengo estreia dia 30 no Carioca Feminino

    Com nove equipes, edição 2020/21 do Carioca Feminino terá duração de dois meses; Flamengo estreia contra o Boavista

    Na tarde desta quinta-feira, 14, a FERJ disponibilizou em seu site o regulamento e a tabela básica do Campeonato Carioca Feminino (válido pelo ano de 2020). A competição será disputada entre os dias 30 de janeiro e 27 de março, data da grande final. O Flamengo será um dos nove participantes.

    As demais equipes envolvidas no campeonato são: Botafogo, Vasco, Fluminense, Portuguesa, Viva Rio/Pérolas Negras, Angra dos Reis, América e Boavista, que será o adversário rubro-negro na primeira rodada.

    tabela jogos flamengo carioca feminino 2020

    Desde 2015, só deu Flamengo/Marinha: a equipe conquistou todas as edições estaduais que disputou. Na última, realizada em 2019, o Mengão conquistou o caneco após vencer duas vezes o Fluminense (1 x 0 e 3 x 1). Raiza fez o gol na partida de ida, enquanto Ana Carla, Larissa e Gaby marcaram no duelo da volta, realizado no estádio Luso Brasileiro.

    O time feminino do Flamengo não entra em campo desde outubro, quando encerrou a sua participação no Campeonato Brasileiro A1. A equipe comandada pelo técnico Celso Silva ficou na 9ª posição – as oito melhores avançaram para as quartas.

    Formato da competição

    Na primeira fase (intitulada como Taça Guanabara), as equipes se enfrentam em turno único, onde as quatro melhores avançam à próxima fase; as semifinais (1º x 4º e 2º x 3º) e a final serão disputadas em jogo único. Em caso de empate: disputa de penalidades máximas.

    Mais detalhes

    • Também haverá disputa de pênaltis nas partidas que terminarem empatadas na Taça Guanabara. Nesse caso, cada equipe leva um ponto, e a vencedora da disputa de pênaltis soma mais um;
    • Podem ser feitas até seis substituições, em até três momentos por partida;
    • Portões fechados.

    E o Flamengo?

    A equipe retornou aos trabalhos na última semana, após exames realizados no Ninho do Urubu. Algumas baixas foram registradas, e até o momento, nenhuma contratação foi anunciada.

    Créditos na imagem destacada: Fotógrafo David Gomes

  • “Verdadeiros” Professores Pardais

    Devaneio de técnico é proporcional a seu desespero por ganhar jogo, por se manter no cargo, por buscar um título ou fugir de rebaixamento

    De técnico, como de médico e louco, todo mundo tem um pouco. No Brasil, todo mundo escala seu clube do coração, um grande time da UEFA e alguns até a seleção canarinho escalam, ainda crédulos nela.

    Mas técnicos possuem suas loucuras, seus devaneios, a tal ponto que os que “inventam demais” são chamados de Professor Pardal. Eles fazem por merecer. Já vimos de tudo: dois laterais do mesmo lado sendo escalados, time apinhado de volantes no meio campo, três, quatro atacantes sem meia de criação.

    Leia do mesmo autor: A torcida do Flamengo no divã

    Os “professores” têm suas manias. “Papai” Joel adora um volante. Para Parreira, um a zero é goleada. Zagallo é mais supersticioso do que o massagista “Pai Santana”. Mister “JJ” se incomodou com as notas artísticas do jovem atacante Renier, mesmo em um jogo “fácil” para o Flamengo de 2019. El “loco” Bielsa, que de louco não tem nada como técnico, com seu jogo de pressão constante e sempre ofensivo, tem sacadas geniais.

    No Newell’s Old Boy de noventa, percebendo a fragilidade de um time adversário nas reposições de laterais, para ter posse de bola mais à frente do campo, determinou que seu goleiro, Norberto Scorpini, mandasse a bola para fora nos tiros de meta.

    Ok, ele é um pouco louco sim: houve o caso da granada que teria segurado após ser confrontado por torcedores, não gosta de dar entrevista e dá seus shows como quando se sentou num copo de café, que estava sobre o cooler, de onde costumava ver os jogos no Olympique de Marselha. Suas loucuras, dentro e fora de campo, viralizam.

    Gênio é tido como louco, e os geniais inventam estilos de jogo, como Guardiola e Klopp, ou trazem novidades, como já fez Luxa na década de noventa. E a laranja mecânica de Cruyff, em 74, ou os quatro camisas 10 da seleção brasileira, em 70, uma loucura legal chancelada por Zagallo.

    Mas existe a loucura que é devaneio mesmo, uma suspensão da razão que deve existir no futebol.

    Devaneio de técnico é proporcional a seu desespero por ganhar jogo, por se manter no cargo, por buscar um título ou fugir de rebaixamento. Na bacia das almas, ao fim de um jogo, coloca-se atacante como lateral, deixa-se o goleiro tentar aproveitar escanteio, seis atacantes vão para campo com apenas um zagueiro restante na proteção.

    Eu não culpo os técnicos, culpo, sobretudo o modo como ainda vemos futebol, o modo como ainda fazemos e deixamos dirigentes comandarem o futebol.

    Contratar técnico não impõe obrigação de resultado para o contratado. Futebol só tem um vencedor, logo, em campeonatos competitivos, como o Brasileirão ou nas copas com seus mata-matas implacáveis, só fanático, o louco fora de campo, pode acreditar em “obrigação de ganhar”.

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    Resultado é consequência – o lado da razão – e, embora eu saiba da mística do pé-frio no futebol – o lado da paixão -, penso que técnico tem é obrigação de meio, ainda mais no mundo tecnológico de hoje, com os dados que se têm dos jogadores e seu histórico nas últimas temporadas.
    Dirigentes possuem dados sobre técnicos também, em proporção menor, mas os têm. Futebol é resultado, e o lado da paixão manda técnico “azarado” ser mandado embora, mas isso é papo para um outro dia.

    O Flamengo, tendo um plantel com Gérson, Arrascaeta, Everton Ribeiro, Bruno Henrique e GabiGol, todos com um 2019 primoroso, e com Pedro, 12º jogador num mundo sem torcidas, precisa de qual tipo de técnico?
    Todo mundo vai ter sua opinião, mas loucura foi para o lugar do vitorioso JJ escolher Domènec Torrent, quem tentou mudar tudo e deixou foi uma impensável terra arrasada depois de sucessivas goleadas.

    Loucura também foi esperar salvação de Rogério Ceni, quem nunca teve um elenco deste às mãos – certo ou errado no caso do Cruzeiro, seu histórico é de problema com “estrelas” –, e, para completar, notabilizado por times com pontas de velocidade e com sérios problemas defensivos.
    O pobre personagem da Disney não tinha nada de louco. Era chamado de louco por sua genialidade. Só que o apelido pegou no futebol deste jeito.

    E nós, torcedores e torcedoras, os loucos de fora das quatro linhas, até quando deixaremos dirigentes serem os “professores pardais” na escolha de técnicos?

  • Saiba quanto o Flamengo pode faturar caso ganhe o CBLOL

    A Riot Games divulgou nesta quinta-feira o valor das premiações para a 1ª Etapa do CBLOL 2021

    O Líder de Esports da Riot Games Brasil, Carlos “Cacophonie” Antunes, revelou nesta quinta-feira, em coletiva de imprensa, os valores de premiação para esta etapa do CBLOL.

    O evento marcou a abertura da Temporada 2021 do League of Legends brasileiro. Para este ano, há muita expectativa em torno do cenário competitivo. Muitas mudanças ocorreram por conta da adoção do sistema de franquias. O formato de disputa sofreu alterações. O Circuito Desafiante, segunda divisão, deixou de existir e deu espaço ao CB Academy, espécie de liga de desenvolvimento. Por conta disso, o rebaixamento deixou de existir.

    Veja mais: Conheça o time do Flamengo no 1º Split do CBLOL 2021

    Uma das coisas que não mudou foi a premiação dada para as equipes. Desde a 1ª etapa de 2017, o valor se mantém em 70 mil reais para o campeão do split. O valor total distribuído entre as equipes também se manteve idêntico.

    As únicas posições que sofreram alteração no valor recebido foram os 5º e 6º colocados. O valor somado, entretanto, continua o mesmo. Na distribuição anterior, o 5º lugar recebia 15 mil reais e o 6º lugar 10 mil reais. No novo modelo, ambos recebem 12,5 mil reais. Vale lembrar que a partir dessa temporada o 5º e o 6º colocado se classificarão para os playoffs, até 2020 apenas os 4 primeiros que passavam de fase.

    Para este ano, o CBLOL teve uma expansão no número de participantes. Passou de 8 para 10 equipes. As duas últimas colocadas, porém, não receberão nada de premiação por desempenho.

    Posição Valor
    1º lugar R$ 70 mil
    2º lugar R$ 40 mil
    3º lugar R$ 25 mil
    4º lugar R$ 25 mil
    5º lugar R$ 15 mil
    6º lugar R$ 10 mil
    7º lugar R$ 7,5 mil
    8º lugar R$ 7,5 mil
    9º lugar R$ –
    10º lugar R$ –

    Vale ressaltar que as equipes também recebem da Riot Games um valor referente aos direitos de transmissão da competição.

  • Colunista afirma que final paulista no Maracanã é lição para o Flamengo

    André Rocha criticou o amadorismo dos dirigentes rubro-negros e declarou que o Mais Querido deve refletir sobre decisão da Libertadores

    No próximo dia 30 de janeiro, o Maracanã será o palco da final da Taça Libertadores da América. Sem o Flamengo, Palmeiras e Santos se enfrentarão na decisão da maior competição do continente sul-americano. De acordo com o colunista André Rocha, do UOL Esporte, esse duelo paulista é uma dura lição para o Mais Querido.

    “Um duro golpe para quem se imaginava construindo hegemonia no país e no continente depois de emendar as conquistas de Brasileiro, Libertadores, Supercopa do Brasil, Recopa Sul-Americana e o bi carioca. É óbvio que a pandemia virou tudo do avesso, esvaziou os estádios e mudou as perspectivas. Mas não é só isso”, afirmou o comentarista.

    Segundo o cronista, 2019 foi uma exceção construída pelo trabalho de Jorge de Jesus. Para André, o técnico português criou uma filosofia independente do departamento de futebol do clube, impondo rigidez aos atletas, afastando antigos funcionários, como o auxiliar permanente Marcelo Salles, e protegendo o elenco do alvoroço político tão comum no Flamengo.

    Com a saída do Mister para o Benfica, veio à tona a dura realidade carioca. De acordo com o jornalista, o Flamengo tá inserido num contexto de política acima da competência, de privilégios dentro do elenco, acomodação por parte de gestores, jogadores e de amadorismo dos dirigentes do clube, que insistem em manter um estreito relacionamento com políticos populistas.

    Mesmo nesse atual cenário turbulento, o Flamengo consegue estar bem à frente dos seus rivais estaduais, que acumulam fracassos dentro e fora de campo. Porém, André destaca que, a falta de concorrência local contribui para o momento complicado do Rubro-Negro, que observa seus adversários paulistas crescendo dentro de competições importantes.

    ” O Corinthians ainda é o grande vencedor dos últimos dez anos, com três Brasileiros, uma Libertadores e um Mundial. Mas Santos ganhou Copa do Brasil (2010) e Libertadores (2011) e o Palmeiras faturou dois Brasileiros (2016 e 2018) e também a competição de mata-mata nacional, em 2012 e 2015. Agora o São Paulo é líder do Brasileiro e pode encerrar jejum de oito anos”, escreve o autor.

    André Rocha salienta a importância para o Flamengo de trabalhar profissionalmente, destacando a necessidade de reflexão que a final protagonizada pelos paulistas coloca. As lições devem gerar boas ações para que os momentos gloriosos vividos em 2019 não fiquem somente no passado.

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