Autor: diogo.almeida1979

  • O maior time da história da Copinha; relembre os títulos do Flamengo na Copa São Paulo

    A Copa São Paulo de Futebol Júnior, também conhecida como Copinha, é a maior competição de futebol masculino de base no Brasil

    Organizada atualmente pela Federação Paulista de Futebol (FPF), a Copinha é disputada desde 1969, acontecendo quase sempre no início do ano, de modo que a final seja disputada em 25 de janeiro (dia do aniversário da cidade de São Paulo).

    Entretanto, neste ano, por conta da pandemia, a FPF considerou que não existem condições sanitárias para a realização de um evento do porte da Copa São Paulo, com atletas de todos os estados do país.

    Assim, o Flamengo, um dos clubes mais vencedores, não terá chances de conquistar o pentacampeonato. Além do Rubro-Negro, com quatro troféus, o São Paulo (4), o Internacional (5), o Fluminense (5) e Corinthians (10), são os maiores ganhadores da Copinha.

    Então, o Mundo Bola relembra a partir de hoje, todos os títulos do Flamengo na competição. Vale destacar que o Mais Querido possui o melhor aproveitamento em finais, vencendo portanto as quatro decisões que disputou (1990, 2011, 2016 e 2018).

    Copinha – 1990

    Nem sempre a Copinha teve sua decisão no dia 25 de janeiro. Por exemplo, na primeira oportunidade que o Flamengo foi o campeão, a final foi disputada no dia 31 de janeiro. O Rubro-Negro levantou a taça após vencer o Juventus-SP, na partida decisiva, por 1 a 0.

    Time base: Adriano, Mário Carlos, Tita, Júnior Baiano e Piá; Fabinho, Marquinhos (Fábio Augusto) e Djalminha; Marcelinho Carioca (Rodrigo), Nélio e Paulo Nunes (Luís Antônio).

    Considerado por muitos o melhor time da história da Copa São Paulo, o elenco que levantou o caneco naquela edição tinha vários jogadores integrando ao mesmo tempo o plantel profissional. Logo depois, muitos deles participaram dos títulos da Copa do Brasil de 1990, do Campeonato Brasileiro de 92, do Estadual de 91 e ainda foram até as quartas-de-final da Libertadores de 93.

    O principal deles, eleito o maior nome da Copinha de 90, era Djalminha, que depois faria carreira no Palmeiras e no Deportivo La Coruña, e além disso, com passagens pela Seleção Brasileira.

    Já que atualmente a Copinha reúne mais de 100 equipes, naquele ano, ainda eram poucos times participantes. Só para ilustrar, a primeira fase contou com um total de 36 clubes, divididos em seis grupos. Confira os resultados da campanha do Flamengo e o vídeo com a goleada sobre o Corinthians, bem como o gol do título, marcado por Júnior Baiano.

    1ª fase

    • Botafogo-SP 1 x 1 Flamengo 
    • Flamengo 1 x 0 Nacional-SP 
    • Flamengo 2 x 0 Central Brasileira-SP 
    • Criciúma-SC 1 x 2 Flamengo  
    • Santos-SP 0 x 0 Flamengo 

    Repescagem  

    • Flamengo 3 x 1 Tuna Luso-PA 

    3ª fase 

    • Flamengo (4) 1 x 1 (1) Portuguesa-SP 

    4ª fase 

    • Juventus-SP 2 x 1 Flamengo
    • Corinthians-SP 1 x 7 Flamengo 

    Semifinal 

    • Internacional-RS 0 x 3 Flamengo 

    Final da Copinha

    • Flamengo 1 x 0 Juventus-SP 
  • Benfica tropeça novamente e pressão por saída de Jorge Jesus aumenta

    Pressão sobre o momento de Jorge Jesus é grande em Portugal

    Eliminado da Taça de Portugal e da Uefa Champions League, Jorge Jesus vem recebendo muita pressão no Benfica. As críticas que já se acumulavam, aumentaram na tarde desta segunda-feira, 25. A equipe mandada pelo Mister apenas empatou em casa com o Nacional, atual 14º colocado da Liga Portuguesa. A partida foi encerrada com o 1 a 1 no placar.

    Na web, vários protestos pedindo a saída do treinador já começou. O Benfica é o atual segundo colocado, mas pode ser ultrapassado pelo Porto, que tem um jogo a menos. O Paços de Ferreira também começa a encostar nos Encarnados.

    Leia também: Relembre gols do Flamengo que tiveram participação de Pedro e Gabigol

    https://twitter.com/joaopvitoria/status/1353777747609464832

    Na última semana, muitos jornais publicaram matérias sobre o atual momento dos Encarnados. O portal O Jogo, destacou que o rendimento da equipe de Jesus é pior de que seu antecessor Bruno Lage. Na matéria, o autor ressaltou que o investimento da diretoria ao elenco de Lage foi de 43,5 milhões de euros. Na era ”Mister”, o clube já aplicou 97 milhões de euros em reforços.

    Já o jornal A Bola, cobrou a promessa de Jesus, no qual segundo o ”Mister”, o time jogaria o triplo com ele nesta altura da temporada.

    ”As promessas de Jorge Jesus de que a equipe do Benfica iria arrasar e jogar o triplo nesta época, aliadas ao elevado investimento de quase €100 milhões na contratação de novos jogadores, não encontram correspondência nas exibições ou resultados dos encarnados”.

    O ex-atleta e ídolo do Benfica, António José Conceição Oliveira, mais conhecido como Toni, também se mostrou decepcionado com o que vê em campo.

    Já disse várias vezes que este Benfica está longe de ser Benfica à Jorge Jesus. Mas não é o de ontem só. As equipes de Jesus tinham boa organização coletiva, defensiva e ofensiva, eram equipes que normalmente, fruto da forma como se organizavam, com pressão mais alta, faziam das transições rápidas imagem de marca. Mesmo com melhores resultados do que exibições, não é o Benfica”.

    Por último, o Record destacou que Jesus e o presidente Luís Filipe Vieira não falam a mesma língua. O técnico teria pedido mais reforços ao mandatário, que prontamente recusou.

  • Comentarista critica falta de evolução de Gabigol no Flamengo e dispara: ‘parou em 2019’

    Segundo ele, queda de desempenho e falta de vibração já seriam motivos suficientes para que o camisa 9 rubro-negro fosse para o banco

    A derrota no último domingo para o Athletico Paranaense foi um duro golpe para o Flamengo, que com o resultado negativo agora não depende apenas de si para ser campeão do Brasileirão. Titular no ataque rubro-negro, Gabigol teve sua atuação criticada por Zé Elias, comentarista dos canais Disney. Segundo o ex-jogador, o camisa 9 parou de evoluir após o excelente ano de 2019.

    Leia também: Vídeo flagra Gabigol insatisfeito com substituição de Rogério Ceni; assista

    Relembre gols do Flamengo que tiveram participação de Pedro e Gabigol

    “O Gabigol parou em 2019. Ele precisa evoluir. Não adianta falar que o time não evoluiu, que a equipe era treinada de outra maneira. Ele poderia tirar proveito das mudanças. Todo mundo aprende todos os dias”, disparou Zé Elias, durante sua participação no programa SportSCenter, da ESPN Brasil, emendando na sequência:

    “Essa geração está mal acostumada a olhar para o banco e esperar uma solução do treinador. Mas eles têm que fazer escolhas. É aí que entra a diferença do jogador bom para o craque. Tem que olhar mais para o campo, assumir a responsabilidade de resolver”.

    Zé Elias ESPN
    Zé Elias, comentarista dos canais Disney – Foto: Reprodução/ESPN

    Perda da titularidade?

    Ainda analisando o momento de Gabigol, Zé Elias ressaltou que a queda de desempenho e a falta de vibração do atacante já seriam motivos suficientes para sua saída do time titular. No entanto, na opinião do comentarista, Rogério Ceni não é ‘casca dura’ o suficiente para colocá-lo no banco.

    “Não vejo o Gabigol o mesmo Gabigol de 2019. Tem a questão do respeito e dos treinos. Não posso julgar a titularidade dele sem ver os treinos. Mas jogo é outra coisa. Talvez, se fosse um técnico mais ‘casca grossa’, o próprio Jorge Jesus, ele não estaria sem a vibração do ano passado, e se estivesse, iria para o banco – e sem reclamar como tem feito”, finalizou.

    Com Rogério Ceni cada vez mais pressionado e tentando manter vivo as chances de título, o Flamengo volta a campo na próxima quinta-feira (28/01), para enfrentar o Grêmio, às 20h, na Arena do Grêmio.

  • Sonho do Fla, Marcelo Gallardo quer 5 milhões de doláres por temporada

    Marcelo Gallardo, um dos nomes que mais agrada a torcida para assumir o Flamengo, já definiu o preço que quer receber por temporada

    O Flamengo vive uma verdadeira incógnita em relação ao seu comandante para a próxima temporada. Enquanto a saída do atual treinador, Rogério Ceni, é dada como quase certa, achar um nome satisfatório no mercado também tem sido complicado para os dirigentes.

    Um dos nomes que mais agrada a diretoria e também os torcedores é o de Marcelo Gallardo, argentino multicampeão pelo River Plate. Porém, as negociações com o Muñeco, caso venham a acontecer, não serão nada fáceis.

    Veja mais: Saída de Rogério Ceni é dada como certa ao final da temporada

    O treinador que ainda está decidindo o seu futuro frente ao River Plate, estipulou o preço que quer receber para trocar de clube. O valor, segundo o portal ‘Goal’, seria de no mínimo 5 milhões de dólares (R$ 27,5 milhões na cotação atual) por temporada, sem contar eventuais luvas e comissões para intermediários da negociação.

    Outro fator que pode dificultar a negociação é o interesse de clubes europeus nos serviços de Gallardo. Já faz algum tempo que o nome do argentino vem sendo cogitado em alguns clubes do velho continente e não seria surpresa uma eventual ida do técnico para lá.

    Rafael Borré, jogador do River Plate, comentou sobre os rumores de que Gallardo poderia estar indo treinar o Real Madrid. O atacante disse que enxerga o Muñeco preparado para assumir os Galáticos.

    “Eu acho que é algo que você teria que analisar dependendo de como você se sente preparado. Sinto que ele está preparado para dirigir ao mais alto nível, para dar um salto de qualidade. Mas vai depender do que ele pensa como treinador e do que pode oferecer a um clube como o Real Madrid. Se isso acontecer, seria muito importante para o futebol argentino e para Gallardo, que é um jovem treinador e pode continuar crescendo“, declarou.

    Aos 45 anos, Marcelo Gallardo está no comando do River desde 2014, tendo antes dirigido o Nacional, do Uruguai. O currículo do treinador é vasto e conta com as seguintes conquistas: uma Sul-Americana (2014), três Recopas Sul-Americana (2015, 2016 e 2019), duas Libertadores (2015, 2018), três Copas da Argentina (2015/16, 2016/17 e 2018/19) e uma Supercopa da Argentina (2017).

  • Relembre gols do Flamengo que tiveram participação de Pedro e Gabigol

    Parceria entre Pedro e Gabigol já proporcionou lindos gols do Flamengo

    A coletiva do técnico Rogério Ceni, após a derrota do Flamengo por 2 a 1 para o Athletico-PR, revoltou a maioria dos torcedores. O atual comandante do rubro-negro explicou o motivo de não poder colocar Gabigol e Pedro juntos, mesmo tendo escalado em determinado momento da partida, outros dois atletas com as mesmas características: Pedro e Rodrigo Muniz.

    Para Ceni, Muniz tem mais velocidade e consegue auxiliar a parte defensiva da equipe.

    ”Posso colocar Pedro e Gabigol juntos, mas eu não consigo ter a recomposição defensiva. Os dois quebram um galho, mas não são marcadores. O (Rodrigo) Muniz já tem a parte de chegar na área, cabeceio… Mas consegue recompor, fazer um lado de campo”.

    O Mundo Bola aproveitou o momento, e relembrou os gols que o Flamengo fez na temporada, que teve participação de Pedro e Gabigol no lance.

    Leia também: Bolsonaro manda recado para torcida do Inter: ‘Serão campeões esse ano’

    Resende 1 x 3 Fla – Carioca

    Logo na primeira partida com os atletas titulares em 2020, o Flamengo venceu o Resende de virada por 3 a 1, e no gol de empate, Gabigol iniciou a jogada para Pedro colocar no fundo das redes.

    Boavista 1 x 2 Fla – Carioca

    Na final da Taça Guanabara, o Rubro-Negro empata em 1 a 1, quando Gabigol arrancou, tocou para Everton Ribeiro, que achou Pedro dentro da grande área: o centroavante fez o pivô, e deu uma bela assistência para o camisa 9 fazer o gol do título.

    Fla 4 x 0 Independiente Del Valle – Libertadores

    Na goleada aplicada por 4 a 0 do Mais Querido em cima do Del Valle, pela fase de grupos da Libertadores, Pedro fez o segundo gol da partida ao receber um importante passe de Gabigol dentro da área.

  • Janeiro marca o retorno do futebol feminino do Flamengo; confira os jogos

    Anote na agenda: o Flamengo disputará quatro partidas nos últimos cinco dias do mês de janeiro

    Adiados para 2021 por conta da pandemia do coronavírus, as edições de 2020 do Campeonato Carioca Feminino e do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-18 terão início neste final de janeiro, com quatro jogos sendo realizados nos últimos cinco dias do mês. As competições marcam o retorno do futebol feminino do Flamengo aos gramados.

    Enquanto o elenco adulto do Flamengo disputou seu último jogo no mês de outubro de 2020 (vitória de 2 a 1 sobre o Avaí/Kindermann), o time sub-18 entrou em campo pela última vez em jogos oficiais em outubro de 2019, no empate com o Vasco da Gama, pelo Campeonato Carioca da categoria.

    Calendário do futebol feminino do Flamengo em janeiro

    No dia 27, o Flamengo estreia no Campeonato Brasileiro Feminino Sub-18 diante do Fortaleza, às 10h30. Dois dias depois, clássico contra o Botafogo, às 8h. No último dia do mês, 31, duela contra o Goiás, às 15h30. A CBF TV/MyCujoo será a responsável pelas transmissões dos jogos.

    Já no sábado, 30, com transmissão da FlaTV, o atual pentacampeão Flamengo estreia no Campeonato Carioca Feminino adulto no estádio da Gávea, às 15h, diante do Boavista/Zico 10.

    Competição Adversário Estádio Data e hora
    Brasileiro Sub-18 Fortaleza CT Sorocaba 1 27/01, 10h30
    Brasileiro Sub-18 Botafogo CT Sorocaba 2 29/01, 8h
    Carioca Adulto Boavista Gávea 30/01, 15h
    Brasileiro Sub-18 Goiás CT Sorocaba 1 31/01, 15h30

    Vale lembrar que as competições ocorrerão de forma simultânea: enquanto o Campeonato Carioca tem término previsto para o dia 27 de março, o Brasileirão Sub-18 encerra-se uma semana antes, no dia 21. Em 2019, o Flamengo sagrou-se campeão estadual adulto e foi eliminado na segunda fase da maior competição nacional na categoria sub-18.

    Créditos na imagem: Fotógrafo David Gomes

  • Saída de Rogério Ceni é dada como certa ao final da temporada

    Uma reavaliação ao final da temporada será feita com base no que já vem sendo planejado e Rogério Ceni não deve fazer parte

    A coluna apurou que o técnico Rogério Ceni não deve continuar no Flamengo ao final da temporada. Se com a torcida o seu nome perdeu o apoio, internamente também. Como o Mundo Bola mostrou no começo do mês, a avaliação do trabalho não é satisfatória. Entretanto, sem um profissional para assumir na reta final do Campeonato Brasileiro, segue à frente da equipe por enquanto.

    Desde a saída de Domènec Torrent, em novembro, o nome de Rogério Ceni era um consenso interno. Contudo, os maus resultados o fizeram perder apoio e até o respaldo para a sequência. Internamente a avaliação é de que a equipe piorou mesmo com as condições que o antecessor não teve, como diversas semanas livres para treinos.

    Com apoio do vice-presidente de futebol, Marcos Braz, Ceni se viu pressionando pela saída da ala do vice de relações externas, Bap. Outros setores do clube também estariam insatisfeitos com o trabalho. Porém, a falta de um nome para substituí-lo é visto como empecilho para demissão.

    Na reta final do Brasileirão, a diretoria não vê como algo acessível um profissional que tope assumir o clube faltando apenas sete jogos. Entretanto, como apurou o GE nesta segunda, 25, a busca por uma “solução caseira”, como afirma o texto, vem sendo amadurecida.

    Após o término da atípica temporada, uma reavaliação geral será feita com base no que já vem sendo planejado. E o nome de Ceni não deve fazer parte dele. Apesar das especulações internas, Renato Gaúcho não é bem visto na política do clube e dificilmente seria viável junto ao chamado conselhinho. A busca por um treinador internacional é pauta constante.

    Manifestações do elenco também irritam diretoria

    As constantes manifestações de insatisfação do elenco, jogando a torcida contra o profissional, também incomodam os dirigentes do Flamengo. A avaliação é de que além de um ambiente tenso, os jogadores estariam fugindo das suas funções. O departamento de futebol já conversou internamente com os atletas sobre o assunto e deve ser pauta novamente durante a semana.

    Na derrota para o Athletico por 2 a 1, em Curitiba, o atacante Gabigol voltou a ser flagrado gesticulando de forma efusiva. Segundo Ceni, o jogador reclamava da falta de oportunidades no ataque. Foi a segunda vez em menos de um mês que o artilheiro dá sinais públicos de insatisfação. A outra foi contra o Ceará, no Maracanã.

    Durante o revés rubro-negro por 2 a 0, o comentarista Roger Flores alertou para o atacante sem a camisa de jogo e chuteira no banco de reservas. À época, o caso foi conversado durante os treinamentos e tratado como “resolvido”.

  • Abel Braga afirma que teve participação no Flamengo de Jorge Jesus; entenda

    O técnico Abel Braga concedeu coletiva de imprensa após vitória no Grenal

    Abel Braga voltou a falar do Flamengo após a vitória de virada do Internacional por 2 a 1 sobre o Grêmio, neste domingo, 24. Segundo o treinador, seus últimos trabalhos são injustamente questionados. Para ele, sua passagem em 2019 pelo Rubro-Negro pode ser considerada boa porque tudo que disputou, ganhou. Entretanto, de acordo com o treinador, com Jorge Jesus “quatro jogadores essenciais chegaram”.

    A afirmação do técnico foi durante a coletiva de imprensa. Ao ser questionado sobre estar dando a volta por cima após anos de baixa, Abelão discordou:

    “Eu sei pra onde fui, sei as escolhas que fiz. Quando falam que fui mal no Cruzeiro ou no Vasco, eu concordo. Sei que não fiz o meu melhor. Mas falar que fui mal no Flamengo, não dá. Tudo o que eu disputei pelo Flamengo eu venci. Florida Cup, estava bem no Brasileiro, deixei o time classificado na libertadores e 50% pra ser campeão na Copa do Brasil, desclassificando fortes times.”, disse o treinador colorado.

    De acordo com ele, o diferencial entre o seu trabalho e o de Jorge Jesus teria sido a chegada de jogadores que chamou de essenciais. E chamou o volante Gérson de “monstro”:

    “Acontece que tinha limitações e depois chegaram 4 jogadores essenciais, com inclusão do monstro do Gerson, que juntos formaram 40% da equipe vencedora de tudo ali. Tenho participação sim e fiz lá um bom trabalho”, desabafou.

    Flamengo virou assunto em coletivas no Internacional

    Esta é a segunda vez que o veterano treinador cita o Rubro-Negro. Em dezembro, comentou a busca do Colorado pelo espanhol Miguel Angel Ramírez. Entretanto, pediu “verdade” por parte dos dirigentes, algo que teria faltado ao Flamengo, em 2019:

    “Fiz contrato até fevereiro, porque é quando termina o campeonato. Contudo, eu sou um cara muito da verdade. Quem me contratou sai agora, pessoas que eu tenho um carinho, respeito e admiração enorme. Eles saem, mas meu contrato não acaba. Pergunta ao presidente eleito o que ele quer fazer, porque comigo é tudo muito simples, só quero uma coisa: verdade, que foi, por exemplo, o que não teve no Flamengo”, disse na coletiva.

    Abel Braga pediu demissão do Flamengo em maio de 2019. À época, o treinador afirmou que a diretoria negociava com outro treinador enquanto ele ainda era o técnico. Pressionado pelo desempenho abaixo do esperado da equipe, Abelão era questionado pela torcida e imprensa.

    Entre as polêmicas esteve a do uruguaio Arrascaeta na reserva. Um dos nomes mais importantes daquela temporada sob comando de Jorge Jesus, para Abel o meia não poderia jogar com Éverton Ribeiro e Bruno Henrique. Numa das entrevistas, até afirmou que ‘o Flamengo é escalado de dentro para fora’.

  • Rodrigo Muniz é astronauta?

    Jogo entre Athletico-PR 2 x 1 Flamengo é resultado de substituições injustificáveis de Rogério Ceni

    As trapalhadas de Rogério Ceni sob comando do Flamengo vêm prejudicando o time não é de hoje. Como uma montanha russa repleta de altos e baixos, a atuação do treinador-ex-ídolo-são-paulino tem causado mal-estar entre a nação rubro-negra e o clube, que já deixou passar incontáveis oportunidades de avançar na tabela do Brasileirão por razões injustificáveis.

    Substituições sem pé e nem cabeça, escalações incompreensíveis e insistência em jogadores que não desenvolvem dentro de campo têm sido os maiores destaques de Rogério Ceni desde que assumiu o time do Flamengo.

    A estranha sequência de repetição de erros do técnico tem tirado a torcida rubro-negra do sério, que por vezes acusa Ceni de tomar as suas decisões no intuito de favorecer seu clube do coração, o São Paulo.

    Teorias da conspiração à parte, esse enredo faz até mais sentido do que achar que as escolhas do treinador têm como finalidade colocar o Flamengo na briga pelo título do Campeonato Brasileiro. Pois, depois do jogo deste domingo, 24, contra o Athletico-PR, fica até difícil de acreditar…

    Rogério Ceni insiste nos mesmos jogadores duramente criticados pela torcida em todos os jogos. Dentre eles, Gustavo Henrique ao menos apresentou alguma evolução e inclusive foi autor do gol da partida de hoje.

    Por outro lado, Everton Ribeiro, que merece todo o respeito pelo o que já fez pelo time, vive um péssimo momento mas todo jogo entra como titular e por vezes vestindo até mesmo a braçadeira de capitão. Vitinho, mesmo sendo um combo de erros grotescos, sempre ganha espaço e hoje mesmo entrou como titular.

    Ambos jogadores permaneceram em campo até os minutos finais do segundo tempo por escolha de Rogério Ceni, mesmo os dois matando todas jogadas em cada lance que o time tentava criar no decorrer da partida.

    Recentemente, Ceni declarou que não vê os atacantes Pedro e Gabigol jogando juntos, justificando o porquê de sempre substituir um por outro. Dito e feito, mais uma vez o treinador tirou Gabi de campo para a entrada de Pedro. Mesmo os dois sendo artilheiros e o Flamengo precisando fazer gol para vencer a partida a qualquer custo.

    Minutos depois, o próprio técnico colocou Rodrigo Muniz em campo, no lugar de Arrascaeta, o jogador mais criativo em campo. Além de ter feito uma escolha ruim, Rodrigo Muniz é atacante, assim como Pedro e Gabigol. E não um astronauta. Logo, fica o questionamento: por que Pedro e Rodrigo Muniz podem jogar juntos e Pedro e Gabi não?

    As escolhas feitas por Rogério Ceni estão cada dia mais difíceis de se entender. Enquanto isso, as rodadas passam, a paciência do torcedor diminui e o Flamengo fica cada vez mais distante da chance do bicampeonato brasileiro.

    Na reta final da competição, com uma larga vantagem do Internacional à frente do Flamengo, as opiniões se dividem sobre qual rumo tomar a partir de agora: insistir em uma arrancada milagrosa na briga pelo título ou iniciar o planejamento para a temporada de 2021.

    Enquanto isso, fazemos da nossa realidade o famigerado “segue o jogo” e tentemos focar na próxima partida, contra o Grêmio, na quinta-feira, 28, às 20h, na Arena do Grêmio.

  • Brasileirão do Flamengo à vista? Entre o inverno sem fim e o sonho de uma noite de verão

    Se ganharmos este Brasileirão, será o acaso, apenas o acaso. Rogério Ceni, ainda, revela apenas a soma de todos os nossos medos

    Blog Ficou Marcado na História | Daniel Girotti – Twitter: @danielgiotti

    O inverno está chegando. Foi o que pensamos com a saída do Mister. O inverno chegou graças às seguidas derrotas de Domènec.

    Um time que fazia gols, mas levava gol. Um time que deixou de fazer gol, um gol sequer, e passou a levar goleadas.

    Domè fez sua parte para transformar o Flamengo em terra arrasada, com uma incapacidade crônica de armar defesa. Verdade que houve também o efeito devastador da COVID. Boa parte do elenco foi pega, justo quando começaram as goleadas contra o Flamengo do técnico catalão.

    Leia do mesmo autor: “Verdadeiros” Professores Pardais

    Ceni chegou, entre esperançosa atitude de uns e a carregada suspeita de muitos. Não demorou muito para o medo vencer a esperança. Não só por eliminações e derrotas.

    Empate contra o Fortaleza, derrota contra o Fluminense que ia mal, uma sucessão de fiascos mais ou menos ressentes, com pontos escoando pelo ralo.

    Só que São Paulo se mostrou o time sem chegada de sempre, Palmeiras foi cuidando de outros campeonatos e o Grêmio de Renato, com seu eterno amor por copas, fizeram a esperança renascer, mas não uma esperança verde, algo meio amarelado, como se o passado de chegada do Flamengo desse alento.

    Atualmente, Ceni vestiu a carapuça de teimoso, no eufemismo de que “não se influencia pelas redes sociais, pela opinião alheia sobre o trabalho’, resolve que Arão é zagueiro, que Vitinho pode ocupar uma lateral-direita, que Pedro e GabiGol não podem jogar juntos.

    Acaso acha que encontrou a verdade na escalação do Flamengo? Está perdido.

    Leia também: Rogério Ceni explica reclamação de Gabigol e motivo de não atuar junto com Pedro

    O ataque, que ressurgiu durante o jogo contra o Goiás, um time que só inspirava temor por estarmos numa fase de baixo patamar, num tempo contra o Palmeiras, quando a esperança pareceu vencer o medo, não foi eficiente de novo contra o Athletico Paranaense.

    Tivemos uma imprevisível noite de sonho de verão e, então, os problemas de antes: organização ofensiva coletiva que não funciona, jogadores estáticos, que não vão para cima atrás de alguma chance de gol, não se movimentam, nenhuma troca de bola rápida, e, com a defesa fechada, ficam rodando a bola sem objetividade.

    Arame liso clássico, despertando nossos instintos mais primitivos. Jogadores estão mal individualmente, mas até que ponto a falta de organização tática não influi?

    Claro que influi, e nos resta apenas a esperança amarelada, lembrando que ser flamenguista prepara qualquer um para o melhor do cinema, cheio de surpresas e alguns pontos-de-virada.

    Por ora, é como se vivêssemos todos os sentimentos humanos em um grau maior: êxtase, esperança, sonho, medo, delírio, raiva e, claro, ah claro, o amor.

    Depois de um drama em muitos atos, estamos há sete rodadas do fim do Brasileirão.

    Depois da verdadeira milonga sobre a permanência de Jesus, que se foi, estamos há sete rodadas do fim.

    São sete jogos finais, sete oportunidades de sete noites de verão talvez mudarem a lógica do inverno que tarda em não acabar.

    Se ganharmos este Brasileirão, será o acaso, apenas o acaso. Rogério Ceni, ainda, revela apenas a soma de todos os nossos medos: time jogando feio, talentos individuais perdidos, uma desorganização tática do Flamengo antes de Jesus.

    À falta de nosso timoneiro português, o Brasileirão à terra vista é um grito engasgado na garganta.

    Daniel Girotti escreveu o livro “19 81: Ficou Marcado na História”, com Allan Titonelli. Compre aqui: https://amzn.to/3nQSneB