Autor: diogo.almeida1979

  • Arthur Muhlenberg esbanja confiança e avisa: “O Flamengo tá impossível”

    O Flamengo venceu o ABC no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil por 6 a 0 e encaminhou a classificação para a próxima fase da competição. Foi a quinta partida de Renato Gaúcho comandando o Rubro-Negro e a quinta vitória. O começo do treinador vem empolgando muitos torcedores.

    Um desses torcedores é Arthur Muhlenberg, que no quadro Voz da Torcida, divulgado pelo GE, demonstrou toda sua confiança para a sequência da temporada.

    – Mais uma goleada, mais uma noite de encantamento, futebol maravilhoso. Melhor time da América do Sul e talvez da Europa, precisamos testar. O Flamengo tá impossível! Com o Renato Gaúcho, acabou o ‘câo’ pra sempre – disse Arthur.

    Veja mais: Análise: Flamengo volta a jogar como música

    Arthur elogiou muito o trabalho de Renato e disse que o treinador está cumprindo tudo que prometeu. O torcedor também disse que o 5 a 0 na semifinal da Libertadores em 2019 machucou o Portaluppi e agora ele busca a redenção.

    – O Renato está ai todo dia, mostrando que ele não estava sendo ‘fanfarrão’ quando disse que se ele tivesse um elenco de 200 milhões, ia jogar bem todos os dias e ganhar bem. Tá cumprindo a palavra, até agora o papo dele não fez curva – 

    Arthur: “Coitado de quem passa na frente do Flamengo”

    – Virou uma obsessão pra ele. O ‘cincun’ realmente machucou. Agora, coitado de quem passa na frente do Flamengo. O cara tá se vingando de todo mundo, dando tapa de mão aberta em geral. É assim, vamos lá Renato, a gente vai te ajudar a superar isso aí, mas depois do Bi mundial –  brincou.

    Flamengo Renato
    Alexandre Vidal/CRF

    Por fim, Arthur voltou a elogiar Renato e destacou o bom trabalho na gestão do elenco. Finalizou fazendo uma previsão sobre o próximo jogo do Flamengo que é contra o Corinthians.

    – Gostando de ver o trabalho. O Renato, além de estar fazendo o Flamengo jogar como Flamengo, deixando todo mundo brilhar, ele tá lidando muito bem com o elenco, levantando a moral. Escalou hoje o Bruno Viana, Léo Pereira e todo mundo jogou bola. Não tomamos gol, defesa tá muito bem. Flamengo tá surpreendendo a cada dia – disse antes de completar.

    – Domingo vai ter Flamengo e Corinthians, certamente vamos dar uma ‘coça’ lá dentro! É algo que está todo mundo esperando, não sei se vai ser de 5 a 0, talvez de 4 a 0. Tudo bem, vamos nós esforçar para fazer o melhor futebol possível – finalizou.

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  • Análise: Flamengo volta a jogar como música

    O Flamengo goleou o ABC por 6 a 0 na partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, no Maracanã. Um jogo em que o Mais Querido poderia ter feito mais gols. Simplesmente um atropelo.

    E o rubro-negro volta a mostrar em campo características que consagraram o Flamengo em 2019 na época de Jorge Jesus: movimentação ofensiva forte e troca constante de posições.

    Num momento em que gostam muito de conceitos, é o chamado ataque funcional. Em que cada jogador tem uma função. Um é o puxador da marcação, outro é o responsável pelo arranque, outro pelo passe, etc.

    Mas, para funcionar, é preciso que o time ataque em bloco. Ou seja, muitos jogadores próximos da bola. Basta pegar os melhores momentos. Quando a bola está na direita, todos os homens se aproximam deste setor. Assim, a troca de passes fica facilitada e os espaços se tornam mais fáceis de serem encontrados.

    Com Renato, o Flamengo volta a ter aquilo que sempre foi criticado com Ceni: jogadores posicionados em faixas do campo em que jogam melhor. Ou seja, são potencializados. E essa é uma grande diferença.

    Veja mais detalhes no vídeo abaixo. Assista e comente: Flamengo joga como música?

  • Flamengo 6×0 ABC – Notas, atuações, melhores momentos e ficha técnica

    Diego Alves: Um privilegiado espectador de mais um massacre Rubro-Negro. Conseguiu ser notado apenas ao ter a já famosa cãibra. Se o Flamengo tivesse sorteado um sócio-torcedor pra estar ali com essa visão privilegiada seria uma iniciativa de sucesso. Nota: 6,0.

    Danton Freitas
    “Acima de tudo Rubro-Negro, amor maior não tem igual”

    Isla: Ao sair para Copa América muitos já questionavam sua titularidade, e com toda razão. Porém, fez bons jogos pela sua seleção. Voltando ao clube, vem mostrando que pode ser e é o titular da lateral direita. Hoje, no contexto de um adversário era muito fraco, fez um excelente jogo. E com a entrada do Renê na esquerda manteve a liberdade atual de atacar sempre sem se preocupar com a marcação. Nota: 8,0.

    Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro04
    “Flamengo minha vida, meu amor”

    Bruno Viana: Pouquíssimo exigido no jogo de hoje. É verdade que a bola chegou 3 ou 4 vezes no máximo, mas em duas dessas ocasiões ele se saiu bem, jogando sério, como deve ser. Nota: 7,0.

    Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_
    “Tu és paixão, religião”

    Leia mais: Renato Gaúcho revela ‘problema’ e dispara sobre goleadas: ‘Não gosto de perder nem par ou ímpar’

    Léo Pereira: Com o ataque nulo do adversário, não teve trabalho no jogo de hoje. Atuação tranquila e sem sustos, mas que não pode ser levada em consideração para uma possível briga por posição no time titular. Nota: 7,0.

    Rafael Albuquerque – Twitter: @R_Albuquerque01
    “Conte comigo Mengão”

    Renê: Fez uma boa partida até se machucar. Com pouco trabalho na defesa, foi seguro nas poucas vezes que foi necessário. Apoiou bem, dando opção e ajudando a abrir a defesa adversária. Participou diretamente do terceiro gol. Nota: 7,5.
    ➡️ Rodinei: Entrou com o time bem mexido e foi burocrático, parece estar fora de forma. Nota: 4,5.

    Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes
    “Flamengo é meu orgulho, torcer é a minha vida!”

    Arão: Jogando em sua posição de origem ele domina o que faz. É incisivo na marcação, não deixando o jogador adversário pensar, ainda roubou muitas bolas e participou muito bem das criações de jogadas. Nota: 8,0.

    Caroline Menezes – Twitter @kaka_menezes07
    “Algo me diz em rubro negro, que o sofrimento leva além.”

    Diego: Quando o Flamengo joga com times sem disposição para atacá-lo o Diego mostra amplo domínio do meio de campo. O problema da marcação dele só aparece quando o Flamengo é pressionado por times mais incisivos.
    No gol de Arrascaeta a jogada do Diego foi um espetáculo. Nota: 8,0.
    ➡️ Thiago Maia: Não deu o mesmo volume de jogo do Diego, mas está se mostrando mais solto e surpreendeu o ABC com uma arrancada sensacional que gerou o gol contra do adversário. A sua recuperação será muito importante para uma temporada muito dura. Nota: 7,0.

    Danton Freitas
    “Somos todos, menos alguns”

    Saiba mais: Atleta do Flamengo, Rebeca Andrade brilha em Tóquio 2020, quase supera Simone Biles e entra como uma das favoritas.

    ?⚽ Arrascaeta: Fica cada vez mais difícil encontrar adjetivos para falar do Mago da bola, Giorgian De Arrascaeta. O passe de primeira para a finalização desperdiçada no início pelo Gabigol é qualquer coisa de sensacional. Tipo de jogador que não tem reposição. 63 Kg de alcatra limpa, indispensável e inegociável. Prime Ribe, amigos. Nota: 9,5.
    ➡️⚽ Michael: Entrou no lugar do Arrasca e mais uma vez mostrou toda a sua disposição. Jogador voluntarioso, raçudo e que sempre deixa tudo em campo. Vem crescendo muito de produção e novamente foi recompensado com um gol. Nota: 8,0.

    Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_
    “Tu és paixão, religião”

    Everton Ribeiro: Longe se ser aquele jogador de 2019 que encantou a todos e teve a alcunha de MITEIRO. Mas nas últimas três partidas fez bons jogos, sendo o de hoje o melhor. Solto por dentro junto com Arrascaeta e também fez boas jogadas de ultrapassagem com Isla e Gabriel, deus dois excelentes passes para o gol. Nota: 8,5.

    Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro04
    “Flamengo minha vida, meu amor”

    Veja também: Renato Gaúcho revela como recuperou Michael e Vitinho, mas diz ter visto erros no Flamengo

    Bruno Henrique: Bem mais uma vez com Renato Gaúcho. Teve uma atuação bastante elogiável, sendo um dos principais responsáveis pelo resultado elástico. Movimentação constante e boa qualidade técnica para construir e finalizar as jogadas. Nota: 8,0.
    ➡️ Pedro: Entrou numa leva de substituições que modificaram bastante o time e isso acabou não favorecendo o atacante. Participou pouco do jogo e não teve aquela chance em que costuma balançar as redes adversárias. Nota: 6,0.

    Rafael Albuquerque – Twitter: @R_Albuquerque01
    “Conte comigo Mengão”

    Gabigol: Começou o jogo perdendo gol, mas logo depois as coisas voltaram ao seu devido lugar. Artilheiro, matador, fez uma partida como sempre, querendo mais e mais. Sai da área, abre na ponta, dá opção, ele é o Gabigol. Hoje 2 gols e 1 assistência. Nota: 9,0.
    ➡️ Vitinho: Jogou pouco tempo, mas entrou bem na partida de novo, dando sequência nas jogadas de ataque e ajudando a distribuir o jogo no meio. Nota: 5,0.

    Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes
    “Flamengo é meu orgulho, torcer é a minha vida!”

    Renato Gaúcho: A cada partida mostra a que veio. Ganhou o vestiário, mudou o clima, está recuperando jogadores desacreditados e faz muito bem as substituições. Taticamente nos mostramos muito mais organizados, agressivos e decisivos. Se continuar evoluindo assim seremos muito felizes novamente… fez até o Gabi fazer gol de cabeça… é o Renatismo ?. Nota: 9,0.

    Caroline Menezes – Twitter @kaka_menezes07
    “Algo me diz em rubro negro, que o sofrimento leva além.”

    Melhores momentos Flamengo 6×0 ABC

    ​​​​​​​Ficha Técnica Flamengo 6×0 São Paulo

    FICHA TÉCNICA

    FLAMENGO 6X0 ABC

    Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
    Data: 29/07/2021, quinta-feira
    Horário: 20h (de Brasília)
    Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
    Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) e Elicarlos Franco de Oliveira (BA)
    VAR: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
    Cartão amarelo: Marcos Antônio, Wesley Pimbinha e Allison Cassiano (ABC)
    Cartão vermelho:
    Gol:
    Flamengo: Arrascaeta, aos 27′ do 1ºT, Gabigol, aos 32′ e aos 44′ do 1ºT, Bruno Henrique, aos 41′ do 1ºT, e Donato, contra, aos 29′ do 2ºT, Michael, aos 38′ do 2ºT
    ABC:

    FLAMENGO: Diego Alves; Isla, Bruno Viana, Léo Pereira e Renê (Rodinei); Willian Arão, Diego (Thiago Maia), Everton Ribeiro e Arrascaeta (Michael); Bruno Henrique (Pedro) e Gabigol (Vitinho). Técnico: Renato Gaúcho.

    ABC: Wellington; Netinho, Vinícius Leandro, Donato, Allison Cassiano e Bruno Souza (Vinícius Silva); Vinícius Paulista (Felipe Manoel), Valderrama (Allef), Marcos Antônio (Claudinho) e Wesley Pimbinha (Rodrigo Fumaça); Gustavo Henrique. Técnico: Moacir Júnior.

  • Renato Gaúcho diz ‘buscar o topo’ e explica irritação de Gabigol ao ser substituído

    Renato Gaúcho disse querer chegar ao topo em todas as competições. A afirmação aconteceu durante a coletiva, após a vitória do Flamengo por 6 a 0 sobre o ABC, no Maracanã, na noite desta quinta-feira (29). Elogiando o desempenho do time no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, o técnico declarou que os jogadores vêm executando o que pede. Entretanto, o treinador minimizou a irritação de Gabigol ao ser substituído.

    LEIA MAIS: Carlos Bolsonaro ataca Globo e Maestro Júnior e torcida sai em defesa

    De acordo com Renato, o grupo que tem nas mãos dá condições de executar um bom trabalho. Mas ao ser questionado sobre até onde o time pode chegar, o técnico do Flamengo disse que o seu desejo é chegar ao topo em todas as competições:

    “Sempre elogiei o grupo do Flamengo. Quero chegar no topo de todas competições. É degrau a degrau. Gosto sempre de vencer e ganhar títulos. Torcer para reabrirem o Maracanã, porque com a torcida nosso grupo vai ficar ainda mais forte”, afirmou Renato Gaúcho.

    Após a quarta goleada seguida, o treinador preferiu dar os méritos aos jogadores. Para ele, os bons resultados do Flamengo neste início de trabalho se devem aos próprios jogadores, que estão executando o que é pedido:

    “Os méritos todos são do grupo. Procuro com a minha experiência e o pouco tempo que eu tenho de treinamento para ajustar a parte tática. Acho que o mais importante é sempre buscar a vitória, hoje demos um passo importante na Copa do Brasil”, afirmou.

    Novamente demonstrando irritação por ser substituído, Gabigol foi assunto na coletiva de Renato Gaúcho. No entanto, o técnico minimizou a reclamação. Segundo Portaluppi, o artilheiro é um dos muitos fominhas do elenco:

    “Gabigol é o chatão do grupo. Ele é um dos jogadores que não gosta de sair. Mas aí cabe ao treinador, tem sempre que pensar ali na frente. No domingo já temos outra partida importantíssima no Brasileiro. Tem mais uns três ou quatro fominhas que não gostam de sair”, disse Renato.

    CONFIRA OUTROS TRECHOS DA COLETIVA DE RENATO GAÚCHO

    GOLEADAS EM SEQUÊNCIA

    “Os méritos todos são do grupo. Procuro com minha experiência, pouco tempo que tenho de treino e o desempenho é deles. Não estou preocupado em atingir metas, o mais importante de tudo é buscarmos vitórias. Daqui a pouco, a gente vai tropeçar, mas estamos dando continuidade, jogando para frente, e estamos conseguindo essas vitórias, porque os jogadores estão realizando o que pedimos com sucesso”.

    POUPAR JOGADORES

    “Temos que pensar jogo a jogo. Ontem, eu conversei com alguns jogadores e eles estavam cansados. É hora do treinador entra em ação e dar uma segurada nos jogadores. A cada jogo vamos pensar. Quero que todo mundo esteja pronto, mas vamos chegar uma hora que os jogadores vão pedir para ficar fora, devido ao cansaço. Não pode um deles sofrer uma lesão mais grave e ficar parado. Se achar que temos que dar o descanso será feito. Assim, o jogador poderá produzir tudo o que esperamos”.

    CHANCES AO ATACANTE PEDRO

    “O Pedro é um jogador que é de nível de Seleção Brasileira. É inteligente, muito técnico e, sempre dentro do possível, vai ter espaço. Mas volto a repetir: o Flamengo é farto de atacantes, mas tem espaço para todo mundo”.

    UTILIZAÇÃO DOS JOGADORES DE BASE

    “Os garotos vão ter a oportunidade na hora certa. Eu deixei eles lá embaixo jogando para terem ritmo. Não adianta deixar aqui um mês e eles entrarem sem ritmo. Não quer que não estou de olho neles. Liberei para jogarem na base e quando precisar vão estar prontos”.

  • Flamengo mete 6 a 0, Diego comemora e manda recado para medalhista olímpico

    Em uma noite espetacular, o Flamengo goleou o ABC por 6 a 0 no Maracanã com gols de Gabigol, Bruno Henrique, Arrascaeta, Michael e Donato contra. Com o resultado, o Mais Querido praticamente garantiu vaga nas quartas da Copa do Brasil, e visitará a equipe do Rio Grande do Norte de forma protocolar na próxima semana. Logo após o apito final, Diego Ribas conversou com a imprensa e mandou um recado para a medalhista olímpica do clube, Rebecca Andrade, pela prata em Tóquio.

    ”Nós temos uma forma de jogar e temos que respeita-lá independente do adversário que iremos encarar. Nossa forma agressiva, ofensiva e de gols. E isso que nós vamos fazer independente do adversário que enfrentarmos. E sobre a camisa, é para homenagear a Rebecca pela medalha que conseguiu, pela história que ela tem de superação, por nos representar, atleta do Flamengo. Tudo de bom para ela”.

    flamengo diego ribas
    Foto: Reprodução / Fla TV

    Leia também: Flamengo jogará em breve com público no Maracanã; veja as condições

    O jogo | Flamengo 6×0 ABC

    Flamengo: Diego Alves; Isla, Bruno Viana, Léo Pereira e Renê; Arão, Diego, Arrascaeta e Everton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol

    ABC: Wellington; Netinho, Donato, Vinicius e Gustavo; Vinicius Leandro, Valderrama e Wesley Pimbinha; Alisson, Bruno e Marcos

    Primeiro tempo

    05: Incrível! Arrascaeta lança para Gabigol, o atacante coloca na frente, limpa o zagueiro e desperdiça uma chance cristalina. Um dos maiores gols perdidos da história do artilheiro.

    10: Diego Ribas cruza por baixo, Everton Ribeiro finaliza de primeira e a bola sobe por cima da meta do goleiro.

    13: Isla recebe pela direita, faz um cruzamento rasteiro visando Bruno Henrique, mas a zaga corta.

    28: GOL DO FLAMENGO! Bruno Henrique ganha da defesa após linda jogada do Diego, toca para Arrascaeta e o uruguaio marca: 1 a 0 Flamengo.

    30: Everton Ribeiro lança para Bruno Henrique, o camisa 27 chuta forte, mas a zaga corta.

    33: GOL DO FLAMENGO! Everton Ribeiro dá uma linda assistência e Gabigol amplia de canhota: 2 a 0 Flamengo.

    42: GOL DO FLAMENGO! Renê faz linda jogada, a bola espirra no camisa 6 e Bruno Henrique amplia: 3 a 0 Flamengo.

    45: GOL DO FLAMENGO! Arrascaeta cruza e Gabigol de cabeça faz o quarto: 4 a 0 Flamengo.

    Segundo tempo

    11: SUBSTITUIÇÕES: Rodinei, Pedro, Michael e Thiago Maia entram nos lugares de Renê, Arrascaeta, Diego e Bruno Henrique.

    17: Rodinei toca para Michael, o camisa 19 balança, cruza e sobra para Arão chutar sem direção.

    20: Everton Ribeiro cruza na área e Bruno Viana de cabeça desperdiça uma grande chance.

    29: GOL DO FLAMENGO! Thiago Maia recebe de Gabigol, chuta cruzado e Donato toca contra seu próprio gol: 5 a 0 Flamengo.

    30: SUBSTITUIÇÃO: Renato faz a última alteração: sai Gabigol e entra Vitinho.

    37: Everton Ribeiro faz um bonito passe para Pedro, o centroavante domina e sozinho com o goleiro chuta para fora.

    38: GOL DO FLAMENGO! A zaga do ABC corta mal e Michael não perdoa: 6 a 0 Flamengo.

    48: FIM DE JOGO!

  • 50 anos de Zico no Flamengo, e o Flamengo há 50 anos

    Por Emmanuel do Valle – Publicado originalmente no Flamengo Alternativo

    O Rio de Janeiro ainda era a capital do estado da Guanabara naquela quinta-feira, 29 de julho de 1971. A construção da Ponte Rio-Niterói caminhava lentamente. Naquele tempo, não havia televisão em cores no país e ainda vigorava o acento diferencial (“êste”, “nôvo”, “jôgo”, “fôrça” etc).

    Onze dias antes, Pelé havia se despedido da Seleção num amistoso contra a Iugoslávia no Maracanã. Ainda naquele mês, dois outros gênios, Jim Morrison e Louis Armstrong, deixavam a vida para adentrar a eternidade. No mesmo ano, Roberto Carlos lançava o LP com “Detalhes”. Chico Buarque lançava “Construção”. E Caetano e Gil estavam exilados em Londres.

    Também naquele 29 de julho de 1971, num Flamengo x Vasco pela Taça Guanabara no Maracanã, o então técnico rubro-negro, o paraguaio Fleitas Solich, lançou entre os profissionais um menino miúdo, bom de bola e que já chamava a atenção nas preliminares de juvenis chamado Zico. Sabem quem é?

    Do mesmo autor: Os 40 anos do título brasileiro de 1980, parte 1: tempo de mudanças

    Para este blog, mais importante do que citar os títulos conquistados – incluindo o Mundial Interclubes, dez anos depois – e o patamar estratosférico ao qual Zico alçou o clube é contar um pouco do contexto da estreia do Galinho. Como estava o Flamengo naquele 1971.

    E decididamente não estava bem. Solich retornara ao clube (o qual comandara por quase 400 partidas entre abril de 1953 e janeiro de 1962, levantando um tri carioca e um Torneio Rio-São Paulo) há pouco mais de um mês, e tinha nas mãos um elenco destroçado.

    flamengo botafogo 1971
    O Fla na partida contra o Botafogo, pelo Brasileiro. Em pé: Ubirajara, Aloísio, Fred, Reyes, Liminha e Paulo Henrique. Agachados: Rogério, Samarone, Zé Eduardo, Zico e Rodrigues Neto.

    Depois de um 1970 atravessado como uma montanha-russa de emoções, as relações de dirigentes, torcida e jogadores com o técnico anterior, Yustrich, estavam as piores possíveis. Como exemplo, o atacante argentino Doval, um dos ídolos, havia brigado com o treinador por conta dos métodos extenuantes de preparação física, e acabou emprestado até o fim do ano ao Huracán portenho.

    Para compensar as baixas, o time – sem dinheiro e sem levantar o Carioca desde 1965 – reforçou-se modestamente ao longo do ano. O centroavante Roberto Miranda, do Botafogo, veio trocado por empréstimo até o meio do ano pelo lateral-esquerdo Paulo Henrique; o ponta-direita Buião (ex-Atlético-MG) e o meia-armador Tales foram trazidos do Corinthians, e o atacante Zé Eduardo, promessa do Bahia, chegou trocado por empréstimo por um ataque inteiro (!), que incluía o ex-titular Dionísio.

    No segundo semestre, para o Brasileiro, vieram outro ponta-direita, o ex-botafoguense Rogério, o meia Renato (irmão de Amarildo, o “Possesso” da Copa de 62), emprestado pelo America, e o meia-atacante Samarone, ex-ídolo do Fluminense, entre outros.

    De camisa branca, na partida contra o São Paulo, no Morumbi, também pelo Brasileiro. Em pé: Ubirajara, Aloísio, Fred, Reyes, Liminha e Paulo Henrique. Agachados: Buião, Renato, Zico, Samarone e Rodrigues Neto.

    A esses jogadores se juntavam nomes como o goleiro Ubirajara, o lateral Murilo (patrimônio do clube, assim como Paulo Henrique), o zagueiro paraguaio Reyes, o volante Liminha, o meia Zanata, e os atacantes Nei (que também defendeu Corinthians e Vasco e é pai do ex-jogador Dinei, aquele) e Fio (que no ano seguinte viraria “Maravilha” na canção de Jorge Ben). Havia ainda o então curinga Rodrigues Neto, logo fixado na lateral-esquerda, e jogadores folclóricos como o zagueiro Onça e o lateral Tinteiro, tido como revelação na época.

    Além disso – e como quase sempre acontece na história do clube – havia uma penca de talentos das categorias de base prestes a ser lançada (e desperdiçada, como também quase sempre acontece na história do clube, ainda mais pelo momento ruim de então). Nesse balaio estava Zico, de 18 anos de idade.

    A Taça Guanabara, pela qual Fla e Vasco jogaram (na preliminar de Fluminense x Botafogo – que coisa, não?) era, diferentemente de hoje, um torneio separado do Campeonato Carioca, e jogada às vezes antes, às vezes depois do certame principal, como foi o caso de 1971. Foi disputada em pontos corridos, turno único, pelos seis principais times (ou cinco, depois que o Bangu abandonou o torneio para excursionar pelos Estados Unidos) e conquistada pelo Fluminense, menos irregular que os outros.

    Téo Benjamin: Flamengo 5×1 São Paulo, um jogo de imposição

    Antes disso, no Carioca, o rubro-negro havia terminado na quarta posição, atrás de Flu (campeão), Bota (vice) e… Olaria! O time anil, que contava com o zagueiro Miguel e os meias Afonsinho e Roberto Pinto, fez sua melhor campanha na história da competição. E o nosso rival daquele 29 de junho? O Vasco terminou em oitavo, na lanterna do turno final.

    Foi nesse clima de “salve-se quem puder” que Fla e Vasco entraram em campo naquela tarde-noite, diante de apenas 18.603 espectadores. Nei abriu o placar para o Fla na metade do primeiro tempo, recebendo passe do garoto Zico superando milimetricamente a linha de impedimento vascaína, e Rodrigues empatou para o rival pouco antes do intervalo. Na etapa final, Fio nos deu a vitória em cima do laço num chute forte. O rubro-negro seguiu com chances na mini-competição, e mandou um bye bye, so long, farewell pro cruzmaltino.

    No primeiro Brasileirão, que começaria dali a dez dias, o Galinho de Quintino disputou 15 das 19 partidas da equipe, todas como titular, e marcou dois gols, ambos no Nordeste (contra o Bahia – seu primeiro com a camisa do Fla – e contra o Santa Cruz). Mas como a fase era horrorosa e a bagunça imperava (Zico foi testado em todas as posições do ataque, inclusive pelas pontas), o time não conseguiu se classificar entre os 12 que seguiriam para a etapa seguinte da competição e acabou na 13ª colocação.

    * * * * *

    No ano seguinte, o garoto jogou poucas vezes. O novo técnico do Fla, Zagalo, decidiu que Zico retornaria ao time juvenil (com a qual acabou campeão carioca). Só em 1974, liderando uma jovem equipe treinada pelo ex-zagueiro do clube Joubert, é que o Galinho se firmou definitivamente como craque. A boa campanha rubro-negra no Brasileiro daquele ano, a Bola de Ouro da revista Placar e o título do Campeonato Carioca, em dezembro, atestavam que a camisa 10 já lhe vestia muito bem. E o resto, como vocês sabem, é história.

    E que história.

    * * * * *

    Ficha do jogo de estreia de Zico:

    Flamengo 2 x 1 Vasco
    Local: Maracanã (preliminar de Botafogo x Fluminense)
    Juiz: Aírton Vieira de Morais
    Gols: Nei 20, Rodrigues 44 do 1º tempo; Fio 45 do 2º tempo.
    Flamengo: Ubirajara; Murilo, Washington (Onça), Fred e Tinteiro; Liminha e Tales (Chiquinho); Nei, Zico, Fio e Rodrigues Neto. Técnico: Fleitas Solich.
    Vasco: Andrada; Fidélis, Moisés, Renê e Batista; Gaúcho (Benetti) e Pastoril; Jaílson (Valfrido), Ferretti, Dé e Rodrigues. Técnico: Paulo Amaral.

  • Carlos Bolsonaro ataca Globo e Maestro Júnior e torcida sai em defesa

    O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) tentou ligar uma fala do Maestro Júnior à facada sofrida por seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), durante a campanha pela presidência em 2018.

    Em uma publicação na sua conta do Twitter, o vereador postou o comentário do ídolo flamenguista com a seguinte legenda: “Inacreditável? Não! É daquele canal de tv aberta”.

    O comentário de Júnior citado por Carlos Bolsonaro, usa uma frase usada por Carlos Froner, antigo treinador falecido em 2002, que era uma metáfora pra dizer que, quando um time faz um gol no adversário, ele deve continuar em cima para tentar marcar mais e mais gols.

    “Quando você enfiar a faca, você roda. Pra não deixar o adversário sobreviver”, diz o trecho cortado e publicado por Carlos Bolsonaro.

    LEIA MAIS: Junior abre o coração ao lado de Filipe Luís na FlaTV; assista

    O vereador não esperava, no entanto, que tantos usuários saíssem em defesa do ex-jogador. Isso pelo fato de a frase ter se tornado uma marca do Maestro, que já a repetiu em diversas ocasiões.

    Um desses tweets buscou uma postagem com a frase mais antiga do que o atentado sofrido por Jair Bolsonaro. Veja algumas reações:

  • Flamengo 5×1 São Paulo, um jogo de imposição

    Hernán Crespo disse que o resultado não refletiu exatamente o que foi o jogo. Sejam sinceros… Em parte, ele está certo. Mas apenas em parte…Afinal, o Flamengo fez cinco gols: três bolas paradas, um chutaço de fora da área e um gol contra.

    E quantas vezes a gente não ouviu que “o time estava bem, mas aí tomou um gol de bola parada” como se esse momento fosse “à parte”, quase fora do jogo de futebol? 

    Leia do mesmo autor: Um gol que muda tudo

    É verdade que o futebol permite que um time jogue mal, fique acuado e marque um gol do nada. É a tal “bola vadia”. E é verdade que muitas vezes ela toma a forma de uma bola parada, um chutaço de fora da área ou um gol contra.

    Mas resumir o jogo assim seria errado… 

    O Fla parece ter começado levemente desconcentrado, enquanto o SPFC entrou a milhão. Os dez minutos iniciais foram de muita disputa, sem domínio claro no meio-campo, mas o tricolor paulista chegava com mais facilidade, tinha mais volume e criava chances.

    Primeiros minutos da partida: São Paulo enumera chances de gol

    Até que, aos dez minutos, o Flamengo teve uma excelente oportunidade.

    Um lance importante não só para colocar o time no jogo, mas também para sinalizar ao adversário: estamos aqui — e se você vier com muita sede ao pote, também podemos levar perigo.

    Primeira estocada do Fla no jogo: aviso

    O SPFC entendeu o recado e esfriou a pressão inicial. O jogo seguiu equilibrado até o intervalo, com chances melhores até para o Flamengo.

    Mas, se o rubro-negro começou mal no primeiro tempo, começou muito pior no segundo. Em dois minutos, muitos erros.

    Dessa vez, a bobeira no escanteio não foi perdoada. Arboleda abriu o placar e, a partir de agora, o jogo seria ladeira acima para o time carioca.

    Vale a pena entrar nos detalhes desse gol, mas já fiz isso.

    Aqui, criou-se um ponto de interrogação enorme. Que Flamengo seria esse?

    Nos momentos mais cambaleantes da temporada 2020, o Flamengo parecia frágil. Podia até estar jogando bem, mas quando uma única coisa dava errado, tudo passava a dar errado.

    Há três semanas, contra o Atlético-MG, o time fez um primeiro tempo equilibrado, mas voltou desconcentrado, tomou um gol aos 6 minutos do segundo tempo e derreteu. Tomou outro aos 8 minutos e ficou nas cordas. Demorou mais uns 20 minutos para se estabilizar a voltar a jogar.

    Essa derrota decretou a queda de Rogério Ceni. Quatro dias depois, sob o comando de Maurício, o time fez um jogo esquisito contra a Chape, mas estava bem mais perto de fazer o primeiro do que tomar. Acabou levando um gol bobo aos 22 min do segundo tempo, em falha de Diego Alves.

    Ali, com Renato Gaúcho assistindo de camarote, o time continuou jogando meio mal, parecia meio perdido, mas foi pra cima e virou o jogo na marra, com dois golaços de Arrascaeta e Michael.

    E agora? Qual seria o roteiro? Que Flamengo seria aquele?

    Imediatamente, o time foi para cima e tentou acelerar. Especialmente Bruno Henrique. Mais uma vez, um lance crucial aos 10 minutos comunicou: estamos aqui.

    E, mais uma vez, o SPFC entendeu o recado. Passou a picotar mais o jogo, tentar esfriar o clima enquanto o Fla tentava a todo custo forçar um ritmo mais alto. Esse embate culminou com Filipe Luís tomando cartão por tentar acelerar, acelerar, acelerar.

    Um pisava no acelerador enquanto o outro pisava no freio, mas a disputa se decidiu quando a primeira bola entrou (e valeu).

    Miranda avisou: “arruma rápido!”

    Mas o Flamengo não deu essa chance, acelerou, bateu em 12 segundos e empatou.

    Miranda avisou…

    A pergunta agora se invertia: que São Paulo seria esse? Como o time paulista reagiria?

    Simplesmente não reagiu…

    Foi como se, em uma disputa de cabo de guerra, a corda tivesse escapado das mãos de um dos times. O outro virou um rolo compressor. O Flamengo foi com tudo para cima e Bruno Henrique virou um monstro em campo, destruindo os adversários por todos os lados.

    A virada veio com um chutaço de fora da área, depois mais dois gols de bola parada e, por fim, um gol contra muito esquisito. 

    Mas aquele momento do jogo foi, sim, um atropelo. Vale a pena olhar a construção dos lances, não apenas a descrição do final.

    O primeiro escanteio nasce de uma saída arriscada. O time atraiu, abriu espaço e atacou.

    Esse é um dos grandes méritos desse time e, aqui, foi um ótimo sinal de calma e foco. Não confundir urgência com pressa, intensidade com desespero.

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    O segundo é mais uma demonstração do Flamengo tentando acelerar enquanto o São Paulo tentava frear. Arrascaeta levou a falta e, sentado, cobrou rápido. O time não encontrou brecha, mas se organizou, girou e BH mostrou que estava endiabrado.

    O SPFC se viu forçado a sair e o jogo se abriu para a velocidade. O terceiro gol nasce depois de um contra-ataque ultra veloz (e mais uma intervenção perfeita de BH no escanteio)

    No quarto, Bruno Henrique mostrou que provavelmente conseguiria virar o jogo mesmo se estivesse jogando sozinho àquela altura.

    E o quinto é uma pressão pós-perda muito bem feita, imposição total no meio-campo que deixa o adversário acuado e uma jogadaça entre Bruno Henrique e Vitinho que, por acaso, acabou sendo concluída por um pé São Paulino.

    Sim, o jogo foi mais difícil do que o placar sugere.

    Claro, o Flamengo fez cinco gols em apenas seis finalizações no segundo tempo. Foi um nível de conversão muito alto. Olhando só para os números e os melhores momentos, o jogo “não foi para isso tudo” mesmo. 

    O primeiro tempo foi equilibrado e a desconcentração no início de cada tempo poderia ter custado mais caro ao Flamengo. Mas, dentro dos 90 minutos, a grande notícia da tarde é que o time rubro-negro soube reagir às adversidades.

    Leia também: O dia em que tudo começou

    Acima de tudo, esse 5×1 foi um confronto mental. A gente costuma dizer que o jogo é técnico, tático, físico e mental. Todas essas dimensões são igualmente importantes e, ainda mais, são indissociáveis.

    Quando o maior desafio se apresentou, o Flamengo reagiu à altura, enquanto o São Paulo simplesmente derreteu. E como reagiu! O segundo tempo como um todo foi excelente.

    No fim, o Flamengo como um todo — e Bruno Henrique em particular — tinha um recado não apenas para o São Paulo, mas para todos os times e todo mundo que acompanha o campeonato: nós estamos aqui!

  • Flamengo jogará em breve com público no Maracanã; veja as condições

    Uma notícia caiu como uma bomba no público carioca durante a tarde desta quinta-feira (29). O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou um movimento de flexibilização liberando a presença de torcedores nos estádios à partir do dia 2 de setembro. Sendo assim, caso avance para a semifinal da Libertadores e quartas da Copa do Brasil, o Flamengo poderia mandar jogos no Maracanã com a presença da massa rubro-negra nestas competições (já que no Brasileirão, ainda não existe uma data estimada para volta da torcida).

    Confira abaixo como será a reabertura:

    flamengo liberação de público maracanã
    Foto: Marcelo Cortes / Flamengo

    2/09

    • Liberação de eventos em ambientes abertos. Requisitos: Máscara e álcool em gel
    • Permissão de público com esquema vacinal completo em estádios (50% da capacidade). Requisitos: Vacina completa, máscara e álcool em gel.
    • Permissão de público com esquema vacinal completo em danceterias, boates, casas de show e festas em locais fechados (50% da capacidade). Requisitos: vacina completa, máscara e álcool em gel.

    17/10

    • Permissão de público com esquema vacinal completo em estádios (100% da capacidade). Requisitos: vacina completa, máscara e álcool em gel.
    • Permissão de público com esquema vacinal completo em danceterias, boates, casas de show e festas em locais fechados (100% da capacidade). Requisitos: vacina completa, máscara e álcool em gel.

    15/11

    • Uso de máscara obrigatório apenas em transporte público e estabelecimentos de saúde.
    • Livre circulação, sem restrição e capacidade de distanciamento.

    Leia também: ‘Se quiser lugar no Grêmio, tenta em outra posição’, dispara torcedor para Rafinha

    Na volta parcial da torcida em Brasília, 5 mil pessoas acompanharam a vitoria do Flamengo na Libertadores

    01′ | 1ºT | 0-0 – UHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Bruno Henrique faz uma jogada espetacular pela esquerda passando por três, cruza, mas a zaga do Defensa afasta.

    GOL DO FLAMENGO! 09′ | 1ºT | 1-0 – Escanteio cobrado na área. Rodrigo Caio, o Xerife da Nação, sobe bonito e marca um belo gol de cabeça: 1 a 0 Flamengo.

    15′ | 1ºT | 1-0 – UHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Gabi faz grande jogada pela direita e cruza para BH. O atacante finaliza na saída do goleiro e a bola vai na TRAVE!

    18′ | 1ºT | 1-0 – UHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! BH faz grande jogada pela esquerda e cruza. Gabigol finaliza e o goleiro faz um milagre!

    24′ | 1ºT | 1-0 – UHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Arrasca cobra direto e a bola vai no travessão! Antes disso, o goleiro desviou!

    29′ | 1ºT | 1-0 – UHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Cruzamento na área e Gustavo quase marca de cabeça!

    GOL DO DEFENSA! 40′ | 1ºT | 1-1 – Flamengo 1 x 1 Defensa y Justicia

    Segundo tempo

    02′ | 2ºT | 1-1 – UHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Escanteio cobrado por Arrasca na área, Gustavo Henrique cabeceia e quase marca. O goleiro defendeu com dificuldades.

    16′ | 2ºT | 1-1 – Diego cobra a falta e a bola vai na barreira. No rebote, Arrascaeta arrisca de fora da área e a bola vai por cima do gol.

    GOL DO FLAMENGO! 21′ | 2ºT | 2-1 – Michael solta a bomba no travessão! No rebote, Arrasca marca de cabeça!

    GOL DO FLAMENGO! 38′ | 2ºT | 3-1 – Vitinho solta a bomba de fora da área e marca o terceiro do Mengão!

    42′ | 2ºT | 3-1 – UHHHHHHHHHHHHHHHHH! Contra-ataque do Flamengo! Michael recebe na esquerda, corta o zagueiro e solta a bomba! A bola passa perto do gol!

    GOL DO FLAMENGO! 49′ | 2ºT | 4-1 – Contra-ataque do Flamengo! Michael toca para Gabigol, que deixa para Vitinho marcar um golaço de fora da área!

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  • O primeiro ato! Há 50 anos, Zico estreava com a camisa do Flamengo

    Dia 29 de julho de 1971 é a data que nenhum rubro-negro jamais vai esquecer. Os que nasceram depois, já a conheceram no nascimento, os que viveram, são privilegiados. Há exatos cinquenta anos, Arthur Antunes Coimbra entrava em campo junto com os profissionais do Flamengo pela primeira vez.

    A ocasião não poderia ser mais especial, Flamengo x Vasco, no Maracanã, um dos maiores clássicos do Brasil e do mundo, no palco perfeito para o jovem Arthur mostrar do que era capaz. Com apenas 18 anos, Zico dava o primeiro passo para escrever a história mais bela do Clube de Regatas do Flamengo.

    – No dia a sensação, a emoção de estar ali, pisar no Maracanã como profissional, aquilo que você almeja, foi realmente difícil. No início de jogo, aquecimento a gente fica bastante nervoso, bastante tenso –  declarou Zico em vídeo publicado pelo Flamengo.

    Além de estrear em um jogo grande e em palco histórico, Zico era lançado em um Flamengo completamente bagunçado. Em crise técnica e financeira, o Rubro-Negro havia acabado de perder o argentino Doval, um dos principais jogadores do elenco. O atacante se desentendeu com o treinador e acabou emprestado ao Huracán Portenho.

    Veja mais: Renato Gaúcho diz que sonha conquistar Libertadores e Mundial pelo Flamengo

    O Mais Querido teve campanha fraca no Carioca, ficando apenas na quarta colocação e vendo o Fluminense conquistar o título. Diferentemente dos dias atuais, a Taça Guanabara era ocasionalmente disputada depois do campeonato principal. O Vasco, rival do dia 29, também não vinha nada bem, mas o jogo tinha clima tenso.

    E foi nesse cenário que o maior camisa 10 da história do Flamengo entrou em campo. O Rubro-Negro abriu o placar com gol de Nei e passe de Zico no primeiro tempo, porém, viu o Vasco empatar no final da primeira etapa com Rodrigues. Na segunda etapa, Fio Maravilha marcou o gol da vitória no finalzinho, 2 a 1 pro Mengão. O garoto Arthur, na ponta direita e com a camisa 9, dava pistas do que viria a seguir.

    –  Foi inesperado, tinha acabado de ter o Campeonato Juvenil e eu ainda tinha mais dois anos, tinha dezoito anos e a categoria tinha passado pra vinte. Logo assim que acabou eu já fui chamado para treinar no profissional pelo professor Solich. Eu cheguei e ele já me colocou de titular – revelou.

    Zico: “Sou uma pessoa privilegiada”

    – Sempre digo que sou uma pessoa privilegiada, abençoada por Deus que me deu todas essas oportunidades, essas chances de poder fazer o que eu gosto que é jogar futebol, no meu time de coração que é o Flamengo – disse Zico.

    Após a estreia, Zico ficou com os profissionais e disputou 15 partidas do Campeonato Brasileiro. Por incrível que pareça, não obteve destaque. Por conta do ambiente desorganizado, o jovem foi testado fora de posição em diversas oportunidades. Com a chegada de Zagallo, Arthur voltou para o time de base.

    Foi apenas em 1974 que o nosso rei se firmou como craque do time, conquistando a Bola de Ouro da revista placar e obtendo destaque na conquista do Campeonato Carioca.

    O resto da história de Zico com a camisa do Flamengo, todos nós sabemos de cor. Foram 732 partidas, 508 gols e incríveis 58 títulos com o Manto Sagrado. Uma trajetória que, como ele próprio disse, jamais será esquecida. O nosso Galinho de Quintino está eternamente nos corações dos flamenguistas.

    – Foram anos que realmente nós jamais vamos esquecer, marcaram a minha vida. E no dia 29 de julho, como foi a minha estreia no profissional, é começo da minha história – declarou Zico.

    Foto: Marco Antonio Cavalcante | Riotur

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