Vexame? Números do Bragantino expõem tamanho da vergonha do Flamengo

Vexame? Números do Bragantino expõem tamanho da vergonha do Flamengo

Perder fora de casa no Campeonato Brasileiro faz parte da matemática da competição, mas a forma como a derrota acontece é o que define o tamanho da crise. O 3 a 0 para o RB Bragantino não foi apenas uma noite ruim para o Flamengo; foi uma verdadeira humilhação tática e estatística que escancara a fragilidade defensiva do Rubro-Negro.

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Antes de enfrentar o Flamengo, o RB Bragantino possuía o pior ataque do Campeonato Brasileiro, com apenas seis gols marcados em oito rodadas. Após a vitória por 3 a 0 sobre o Rubro-Negro, a equipe paulista chegou a nove gols e deixou a última posição do ranking ofensivo.

A “mãe” dos times em crise

A torcida rubro-negra costuma brincar de forma amarga que o Flamengo é o maior especialista em “ressuscitar” adversários que estão na lona. Dessa vez, os números provam que a ironia é, na verdade, um fato doloroso.

A equipe comandada por Vágner Mancini vivia um drama no setor ofensivo. Em oito partidas disputadas antes de cruzar com o Mais Querido, o clube paulista havia balançado as redes míseras seis vezes, amargando a lanterna absoluta no quesito eficiência. No entanto, bastaram 90 minutos contra o sistema defensivo carioca — que ainda sofreu com a expulsão infantil de Erick Pulgar — para o Bragantino marcar metade dos gols que havia feito em todo o torneio até então.

O novo ranking de piores ataques

O apagão do time de Leonardo Jardim não só custou três pontos na tabela de classificação geral, como serviu de trampolim para o adversário sair do poço estatístico. Com o “presente” rubro-negro, o time de Bragança Paulista empurrou outros gigantes do futebol brasileiro para o fundo do ranking de eficiência ofensiva.

Confira como ficou a lista atualizada dos piores ataques do Brasileirão após o vexame do Flamengo:

  • Corinthians: 8 gols

  • Internacional: 8 gols

  • Vitória: 8 gols

  • RB Bragantino: 9 gols

  • Chapecoense: 9 gols

A constatação de que um time com o investimento, a folha salarial e o nível técnico do Flamengo conseguiu ser dominado com tamanha facilidade pelo ataque mais inofensivo do país é o que mais dói na arquibancada.

Para a Nação, a goleada sofrida não entra na cota do “azar”, mas sim da falta de atitude. Agora, resta saber se a humilhação estatística servirá de choque de realidade para o elenco acordar, antes que o prejuízo no campeonato se torne irreversível.

Foto imagem: Gilvan de Souza / Flamengo

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