O atacante Michael, do Flamengo, concedeu entrevista em Doha, no Catar, país onde o Mengão vai disputar a Copa Intercontinental.
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O camisa 30 contou estar feliz pelo momento do clube, mesmo tendo poucas oportunidades com o técnico Filipe Luís. Entretanto, deixou claro que gostaria de ter tido mais minutos em campo.
“Cara, estou feliz. Aqui é um país de que eu gosto, já vim várias vezes de folga, às vezes de férias. O ano, realmente, não foi um ano que, pessoalmente, eu gostaria. Mas, como equipe, foi um ano do caralh***“, disse Michael.
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Em seguida, Michael acrescentou que conseguiu ajudar o Flamengo à sua maneira, mas que nenhum atleta gosta de estar no banco de reservas.
“No futebol, às vezes, a gente tem o ‘eu’, né? Mas o ‘eu’ não ganha. O ‘nós’ ganha. Não fui o melhor atleta, não fui o melhor jogador em campo, mas, da minha maneira, pude ajudar e tentei ajudar sempre. Todo jogador que está no banco queria estar jogando”, pontuou.
Michael deixa claro que trabalho e entrega não faltará no Flamengo
“Todo jogador queria estar se entregando da melhor maneira possível, mas não pode, porque temos que respeitar nosso companheiro. A única coisa que a gente pode fazer é trabalhar. Isso que a gente tem que fazer: trabalhar. Trabalhei, e temos que continuar trabalhando sempre. O mais importante de tudo é o grupo vencer. Estou feliz por isso”, finalizou.
A tendência é que Michael deixe o Flamengo em 2025. Terceira opção na ponta esquerda com Filipe Luís, o jogador deve procurar um novo clube na próxima temporada. O atleta está atrás de Samuel Lino e Everton Cebolinha no setor. Filipe Luís ainda conta com Bruno Henrique.
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