Gugu Queirós: O Flamengo como modelo e um início de ano quente

Soberba ou planejamento, o fato é que um Flamengo ainda mais inovador vem se formando, em elenco e em pensamento institucional.

Uma semana de 2020 e pelo
burburinho no Twitter e na imprensa, o Flamengo foi do inferno ao céu (ou
estacionou no purgatório, dada algumas incertezas de permanência).

Vimos o Mister colhendo
os merecidos frutos de seu ano mágico nos holofotes lusitanos, seguimos
acompanhando a novela Gabigol, que parece ter uma tensão até superficial em uma
nítida e compreensível estratégia de valorização do atleta, e a confirmação de
novos atores para o palco desse ano.

Pedro Rocha, Gustavo Henrique e Thiago já foram confirmados, com a espera da conclusão de Thiago Maia, Pedro e a muito falada contratação de Michael.

A crise interna gerada pela saída de Pelaipe teve os ânimos acalmados não só pelo apaziguamento de Marcos Braz, mas também pela informação de que tal ato foi decisão direta de Landim.

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Todavia, o contratempo
político que ainda pode gerar novos desdobramentos não atrapalhou a contínua
atuação da diretoria para renovação do elenco para a temporada. Porém,
demonstrou que definitivamente um dos maiores adversários do Flamengo é ele
próprio.

Vale ressaltar que é
nítido a modelização da Flamengo, não só em preocupação financeira mas em
direção estrangeira, com clubes da nossa elite contratando técnicos de fora, o
que faz desse ano de 2020 uma incógnita ainda maior para os demais times que
pouco estão se mexendo no mercado.

É um início de ano
acalorado e que ainda vai dar o que falar nessa etapa, visto a conduta inédita
do time em não utilizar o time principal, a princípio, no campeonato carioca.
Soberba ou planejamento, o fato é que um Flamengo ainda mais inovador vem se
formando, em elenco e em pensamento institucional.

SRN

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